À atenção das (in)Capazes

13/07/2018

Lou é mulher de uma coragem inacreditável. Verdadeiramente independente. O retrato de uma Atena. O legado de Lou Andreas Salomé ficará para sempre na história do feminismo e do mundo. Feminismo esse que, se não começou aqui, deveria ter começado.

Lou merece-o e muito mais. Long Live.

Com direito a Apólo, Dionísio, Nietzsche, Rilke. E até um bocadinho de Freud. Fotografia, banda sonora, história, temas, tudo absoluto neste filme. Tudo.

E eu preciso do The Dual Orientation of Narcisissm para viver.

Feminismo de pacotilha, de sofá, my ass.

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