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Rock & Roll

25/05/2017

Filme fabuloso sobre um pardieiro infecto chamado CBGB, em Nova Iorque, pelo qual passaram os Talking Heads, a Patti Smith, o Iggy Pop, o Lou Reed, Ramones, Blondie… no início das carreiras.

Putaria bravia, onde se diz que nasceu o punk (sempre pensei que tivesse sido em Londres).

Para quem só conhece os sucessos e a notoriedade, é bom lembrar que toda a gente começa da mesma maneira, pobre e f*dido.

A história é engraçada e Hilly Kristal a prova viva e provada de que a jornada do herói é pessoal, única, intransmissível e absolutamente improvável.

Depois de dois bares falidos, resolve apostar neste espaço, localizado num bairro nada frequentável. A ideia dele era que lá se tocasse Blues… Ao mesmo tempo que achava que o country ia ser a next big thing. “E foi, em Nashville”…

Foi levando, com um jeito para a gestão como eu tenho para o ballet clássico, sem cobrar entradas nem bebidas, com rendas em atraso e nem aí. Apostou todas as fichas nos Dead Boys, dizendo que os Ramones jamais chegariam a algum lado. Apostas erradas atrás de apostas erradas. Pronto a desistir de tudo, o padrão a repetir-se, valeu-lhe a filha, boa gestora, e um dos parceiros, que apostou nela. Ambos fizeram uma série de telefonemas e conseguiram o dinheiro para sustentar o bar.

As pessoas que tu ajudaste resolveram ajudar-te agora.

E todas as bandas lhe agradeceram, reconhecidas, o que o bar e Hilly Kristal havia feito, proporcionando-lhes um espaço para tocar. CBGB faz parte da História do Rock e do Punk graças à generosidade de Hilly Kristal.

O David Byrne é um dos génios do nosso tempo

Os Talking Heads, uma das bandas da minha vida, estrearam-se com Psycho Killer, que extasiou os presentes.

Embora com umas cenas bem decadentes, deve fazer parte, adorei o filme. A história deste herói, supostamente loser, cuja jornada talvez fosse perceber que não estava sozinho. Apenas que tinha de fazer a cena dele, sem tentar controlar o processo, confiando nele e independentemente dos resultados anteriores.

Artist’s Date 144/365 – Listen to Rock & Roll

Flores

24/05/2017

Sou mulher o suficiente para não me ofender quando me oferecem flores. Estas foram-me deixadas no banco do carro que comprei em novembro passado, política do stand que mo vendeu: oferecer um ramo de flores a todas as clientes mulheres. Achei lindo, o ramo e o gesto. Tanto que guardei estas, as secas, até hoje.
flores

Artist’s Date 143/365 – Collect flowers to dry

Anúncio

23/05/2017

anuncio Continuidade sem cobrança, ligação sem dependência, colaboração sem imposição, disponibilidade sem anulação, comunhão com individuação, vulnerabilidade sem humilhação, permissibilidade com conexão, crescimento sem castração, voo sem prisão, sustentabilidade sem ansiedade, contenção sem retração, proteção sem controlo, apoio sem oportunismo, ou transferência, independência sem distanciamento, rendição sem submissão.

Se não se identifica com alguma das duplas, nem se dê ao trabalho de responder. Não tenho vida que chegue para nada menos do que isto. Sou introvertida, não me faça perder o meu tempo. PS: indique o seu MBTI na resposta.

Artist’s Date 142/365 – Write a Singles Ad for yourself

Jazz – A magia do improviso

22/05/2017

Este era um date a que tinha a certeza que teria de dar a volta. Talvez por causa de todo este hype em torno do Salvador, e do Jazz, ou porque às vezes é preciso porem-nos as coisas à frente para nos lembrarmos de que gostamos delas, comecei a ver referências ao jazz em vários posts no facebook. E achei que talvez me safasse airosamente. Um deles falava na escola de jazkiddo jazzz do Luís Villas Boas, e respetivo open day que teve lugar no último sábado, para anunciar a abertura de portas da escola do Hot Club.

Prometia concertos de professores e dava a possibilidade de experimentar vários instrumentos lecionados na escola, desde piano a contra-baixo, de bateria a trompete.

Uma lição de improvisação de jazz não tive, mas tive direito a ouvir três moços, na bateria, piano e baixo, a improvisar, que não se safaram nada mal.

E o melhor foi ver a escola cheia de rapazes e raparigas, de todas as idades, a experimentar instrumentos vários. Alguns maiores do que eles.

Espero que muitos frequentem a escola, aprendam um instrumento e o toquem, mesmo que não profissionalmente. Das coisas que mais me arrependo é de não ter sido mais persistente no piano, de não ter aprendido a tocar.

Concertos propriamente ditos não vi, quero guardar-me para o Salvadorzinho ainda este ano. Já que foi quem me trouxe de volta ao jazz, é justo que seja remunerado por isso. E talvez um Outjazz este verão.

Piano, o meu instrumento preferido, e trompete, um som que aprendi a amar.

jazz

A banda a jazzar.

banda jazz

Artist’s Date 141/365 – Take a jazz improvisation lesson

Sweatshirt

21/05/2017

Diz: Nós mudaremos o mundo, em letras estilizadas, parece mesmo que foi escrito à mão, com um toquezinho de glitter. Adquirida na secção de miúdas da H&M, acho que dizia: 14 anos.

Retrato da artista enquanto jovem? Aqui está.

sweatshirt

Artist’s Date 140/365 – Decorate a sweatshirt

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