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Biodanza

Projeto Olympus – A Génese – 18/19 de Maio

24/04/2019

Como foi explicado na apresentação, é nossa intenção criar um clima, ao longo de 6 módulos, que permita ao participante, com o continente afectivo que a Biodanza propõe, tomar contacto com a força dos arquétipos na estruturação da Identidade, em total coerência com a visão de Rolando Toro sobre o inconsciente colectivo, inspirado na abordagem de Jung.

O mito é uma narrativa que assenta no desespero humano em encontrar respostas para seus desafios quotidianos. Os gregos tem a sua visão, que adoramos, porque muito humana e representativa das emoções, angústias, desejos, pulsões, sonhos e inspirações que vivemos no nosso dia-a-dia. Sem nos apercebermos, vivemos e revivemos tantas vezes as mesmas histórias, porque inconscientes… Agora, trazidas ‘à luz’, elas podem ser vividas com outra perspectiva, tornando nosso caminho, nossas decisões mais conscientes, mais integradas, mais vividas.

Vamos desenvolver, ao longo dos módulos, uma metodologia que combinará um levantamento cognitivo e vivêncial, que ajudará a identificar os arquétipos de identidade dominantes, e quais os que potenciam e os que bloqueiam a total expressão da mesma. Assim, poderemos depois ‘prescrever’ danças, vivências, que vão favorecer dois aspectos: a superação das dificuldades ou a expressão das potencialidades. Viver a potência dos Deuses em si mesmo e usar isso para transformar o quotidiano, criando competências que ajudam a viver os afectos, a família, o trabalho, os hobbies com muito mais recursos. Ler Mais…

What if

12/04/2019

But what if I should discover that the least among them all, the poorest of all the beggars, the most impudent of all the offenders, the very enemy himself — that these are within me, and that I myself stand in need of the alms of my own kindness — that I myself am the enemy who must be loved, what then?

“Modern man in search of a soul” C.G. Jung p. 241

Projeto Olympus – A Génese –

18-19 de Maio – Inscrições obrigatórias: biodanzanunopinto@gmail.com

Projeto Olympus – Arquétipos

10/04/2019
Os arquétipos são padrões inerentes; predisposições na psique humana.

Há diferença entre padrões arquetípicos e arquétipos ativados: um arquétipo é como um padrão invisível, que determina qual a forma e estrutura que um cristal irá adotar quando se formar, algo que só acontece se existirem as condições certas, no momento certo. Quando o cristal se forma, é reconhecível.

Tal como o crescimento de uma semente depende das condições do solo e do clima, a presença ou ausência de alguns nutrientes, o amor e carinho, ou o descaso, por parte do jardineiro, etc. 

Em condições ótimas, o potencial total da semente é realizado.

Na psique é um pouco mais complexo, pois há mais variáveis a considerar…

Quando um arquétipo ativo em vez de uma expectativa externa é a base do papel que desempenhamos, há profundidade nessa escolha. Quando também encontramos significado, o arquétipo ao qual Jung deu o nome de Self também está no processo.

Jean Shinoda Bolen, tradução e edição minhas

Projeto Olympus – A Génese 18-19 de Maio Inscrições obrigatórias biodanzanunopinto@gmail.com

Masterpiece

08/04/2019

Jung disse, e cito de cor, pode ser que me falhe uma palavra ou outra, mais ou menos isto: se o Processo de Individuação é a grande conquista da identidade, a integração do Animus e da Anima é a

Masterpiece

Animus é o arquétipo masculino na psique feminina e Anima é o arquétipo feminino na psique masculina.

Projeto Olympus – A Génese –
18 e 19 de Maio

fala disto e muito mais. Vinde.

Que se lixe a moléstia

06/04/2019

A fazer um curso de applied studies em Jung e, no módulo sobre projeção, o gajo diz exatamente o que digo sobre a realidade em: “A verdade é que não há vida sem magia”, Eu e o Sr. Freud.

“Essa história de realidade é bem subjetiva, Dr. Freud.

A realidade é o que vemos, como vemos, como queremos vê-la. A verdade, Dr. Freud, é que a realidade, quem a faz somos nós.

A minha realidade, apesar de já ter conhecido um pouco de mundo, é diferente da sua, da do porteiro da padaria e da do milionário da Óscar Freire. A minha realidade é diferente da de um político, da de um delegado do Ministério Público e da de um médico. Somos todos adultos, nenhum de nós vive num mundo paralelo.

Nem nos foi diagnosticada qualquer psicose.

Nós vemos a realidade como melhor nos convém, o que cabe nas nossas convicções, aquilo em que precisamos de acreditar para nos movermos, nos definirmos, vivermos. A realidade pode até ser “a verdade dos factos”, Dr. Freud, no entanto, pergunte a um político o que é a realidade. Ele vai mostrá-la com factos diferentes dos seus, ainda assim, factos. E aí, em que é que ficamos?”

Projeto Olympus – A génese – 18-19 de Maio.

Inscrições obrigatórias por mail: biodanzanunopinto@gmail.com

Projeto Olympus – As memórias de Hades

05/04/2019

Memorias de Hades no Eu e o Sr. Freud #projetolympus

Quando te comoves com as tuas próprias palavras escritas noutra língua:

“I’ve found myself a renegade ever since my younger brother took onto himself everything that was considered valid in the Western civilization, Dr Freud. Voted to darkness, me and my other brother, the most emotional one of us, and that’s where I live. I’m part of the inner world and I’m not very good at relating to the external one. Nevertheless, I need to take charge of the helm whenever I find myself threatened, in other words, every time I’m not recognised as a part of a whole.

I want nothing more than a little attention, the consideration that I’m owed, the respect that I deserve. I keep many secrets that need to be unveiled. I also want the light, even though I cannot stand it for too long.”

In: Me and Mr. Freud

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