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Arquétipos dos Deuses Gregos

Artémis, sua linda…

18/04/2018

Artémis é a responsável pela identificação que algumas mulheres sentem com a natureza. Quando saem para caminhar numa praia deserta, agarram numa mochila e vão para as montanhas, olham para o deserto, ou o mar, e sentem-se em plena comunhão e conexão com o espaço que as envolve. Sozinhas.

Deusas, segunda-feira, quem vamos?

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Deusas e donas do nosso desejo

17/04/2018

deusas

Conhecer os arquétipos das deusas gregas, e respetivo significado psicológico, permite às mulheres reencontrarem-se com as suas deusas interiores e assim viver os desejos e as necessidades inerentes às mesmas.

Garantindo que não irão permanecer dominadas por um arquétipo nem serão obrigadas a vivenciar todas as deusas.

O objetivo é que descubram o seu próprio mito, construam a sua própria história e privilegiem a sua escolha interior. Fazendo que sejam, finalmente

Donas do seu desejo.

Pois os padrões de comportamento associados a cada arquétipo de deusa grega também influenciam as escolhas e a estabilidade dos relacionamentos.

Uma mulher não pode opor-se a viver um padrão determinado por um arquétipo subjacente de deusa até que seja consciente de que tal padrão existe e procura realizar-se através dela. Por isso, estes padrões também afetam o relacionamento com os homens. Ajudam a explicar algumas dificuldades e afinidades que determinadas mulheres têm com determinados homens. Que deusa é o ímpeto invisível que impulsiona a mulher para um determinado homem? Com poder, bem sucedido, criativo, infantil…

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Um casamento perfeito

13/04/2018

Partilhamos intenções, neste casamento perfeito que une psicologia, mitologia e Biodanza.

O Nuno pela via da Biodanza, um excelente instrumento para o autoconhecimento e a autoperceção do que é nosso, urge viver e expressar, por não deixar dúvidas. E eu pela via do intelecto, da elaboração psicológica, que permite a ação.

Em plena harmonia com o coletivo

Mas cada um com o seu método, sem que nos atropelemos mutuamente. Pelo contrário, combinando valências para conseguirmos chegar ao maior número de pessoas possível, considerando diferentes tipos de aprendizagem, sensibilidades, vontades.

Colaboramos, em vez de competirmos.

Já que ambos queremos o mesmo: que cada um encontre o seu caminho, se sinta confortável na sua pele, viva a sua vida de acordo com o que quer para si, de verdade.

Ambos se complementam

Os arquétipos dos deuses e respetivos padrões de comportamento universais dão-nos permissão mental e emocional para viver em toda a nossa plenitude e vontade, validando opções. A Biodanza fá-lo pelo corpo. E pela emoção associada.

Sem emoção não há evolução. Pois só após a integração emocional dos conteúdos podemos dizer que nos “resolvemos”.

Duas vias, cheias de retas, curvas, contra-curvas, múltiplos sentidos, para chegar ao mesmo lugar. E uma ponte que nos une: essa vontade louca de contribuir para um mundo melhor.

Têm-me inspirado os: Biodanza é…  E não consegui resistir a este.

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Mulheres: fazer por si ou para os outros?

13/04/2018

Já ouvi muitas pessoas, mais mulheres do que homens, dizer que não cozinham só para si. O que me faz imensa confusão. Em geral, só cozinho para mim. E não  faço questão alguma de cozinhar para os outros.

Mas, das vezes que o fiz, adorei.

Não porque foi para o outro, embora me dê imenso prazer fazê-lo por e para o nós, é muito, muito raro, mas porque cozinhar é um prazer e uma terapia.

Há imensas mulheres que dizem que quando os maridos estão fora, qualquer coisinha chega para lhes matar a fome. O que contrasta com as refeições faustas e preparadas com esmero quando o companheiro está presente. Fazem-no para ele, o que gosta, mais do que o que elas preferem.

Por muito que choque as feministas de plantão, isto acontece porque: “é uma boa mulher, que proporciona boas refeições” (Hera), é motivada pela sua natureza maternal (Deméter), faz o que agrada o companheiro (Perséfone), ou busca ser atraente (Afrodite).

Já se estiver sob influência de Héstia, irá pôr a mesa e tratar de proporcionar uma refeição para si, mesmo que esteja sozinha. Comprará flores, arruma a casa, para si mesma, porque é a deusa da lareira, do lar.

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A vez das mulheres

12/04/2018

Já se perguntou porque algumas mulheres precisam da monogamia do casamento ou dos filhos para se sentirem realizadas? E para quem os papéis tradicionais são significativos? Ou porque outras dão mais valor à independência, focando na concretização de objetivos? Outras procuram intensidade emocional e novas experiências e, consequentemente, passam de um relacionamento para o outro, ou de uma conquista para outra? E conhece alguma que procura a solidão e descobre que a sua espiritualidade significa o máximo para si?

O que é realização para uma mulher pode não sê-lo para outra

Dependendo do arquétipo da deusa que estiver ativado. Não esquecendo que todas estão em nós e algumas atuam em simultâneo. Por isso, conseguir determinado objetivo pode satisfazer uma mulher por um lado e ao mesmo tempo não fazer sentido para outro.

Conhecer as deusas permite conviver com estas aparentes ambiguidades sem necessariamente sacrificar uma em detrimento de outra.

A solução para a história existencial de uma mulher está nela mesma. Para tal, precisa de fazer escolhas conscientes. Ao não ter consciência dos poderosos efeitos que os estereótipos culturais exercem sobre si, as mulheres podem também não ter consciência de poderosas forças que atuam no seu íntimo. E que influenciam o modo como sentem. Esses poderosos padrões internos – ou arquétipos – são responsáveis pelas principais diferenças entre as mulheres. E respetivas escolhas.

Vamos conhecê-las?

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