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JH – Processo Individuação

Poças

30/09/2017

Remember, it is in the criducks job description to make puddles. They like puddles

Fazer o que está na nossa natureza, agir com a alma como guia e o ego como regulador, ao serviço desta, nunca é errado, por mais que o coletivo no-lo queira fazer crer. Nem que seja chapinhar em poças. Está aí o conto do patinho feio, e respetiva interpretação psicológica, que não nos deixa mentir. pato

O Patinho feio

O patinho feio é o arquétipo do órfão, do rejeitado, é o sozinho, o fora do padrão, o esquisito. Já os gregos diziam: sai fora da média, é alvo de projeções negativas e positivas dos outros. No caso, o patinho feio foi apenas alvo das negativas.

Antes de nascer, o patinho feio já sofria projeções negativas. Nada fez de concreto para ser julgado, foi julgado coletivamente pelo que ele é. Quando a mãe o manda embora, porque é diferente dos irmãos e ela não o protege, é uma mãe fraca, o seu potencial genuíno do patinho feio, o Self, é ferido.

Não foi respeitado na sua individualidade.

Ou há afeto e aceitação ou há abandono e rejeição.

O patinho feio relaciona-se consigo e com os outros de forma negativa, de não aceitação. Na necessidade de agradar, só piora. Há um momento em que uma velha lhe diz: estragas tudo, vai-te embora. Há um outro momento em que está na água e se sente muito bem lá, como se fosse o seu ambiente natural, não entende porquê, não consegue explicar, mas a sensação é boa, é quando vê o cisne e o acha lindo, querendo ser como ele.

Mas o patinho continua a bater na porta errada.

A dado momento, numa das casas onde foi parar, tentou deturpar-se a si mesmo para se adaptar ao padrão – numa tentativa de agradar, de se enturmar, de tanta necessidade que tem de afeto – não é em gato nem galinha e quer ser um deles.

“Se você não é igual a mim não serve”. Ler Mais…

Medo

28/09/2017

Uma das preocupações conscientes ou inconscientes associadas à vontade de nos voltarmos mais para a nossa essência, resgatarmos quem somos de verdade, relaciona-se com o medo de perdermos as pessoas que fazem parte da nossa vida, algumas desde sempre. Aliado a esta perda, há o medo de outras perdas. Do trabalho seguro, que não nos satisfaz sempre que se relaciona com o cumprimento de um papel exclusivamente voltado para a necessidade do coletivo, mas que está a anos luz de nos preencher individualmente. medo

Medo esse que tem por base relações de co-dependência

A co-dependência tem origem em relações fundeadas no ego. Na necessidade exclusiva de preencher uma necessidade real, com base em relações de poder e controlo.

As relações de poder e controlo, sem o mínimo de consideração e afeto, apreço e prazer, pelo gozo de gostar, são falsas relações no sentido em que implicam condições.

Só estamos e ficamos enquanto exercemos influencia sobre a pessoa. Enquanto, por um lado, nos sentimos importantes e poderosos, quando estamos do lado de quem se relaciona enquanto puder de alguma forma exercer poder e influência sobre os demais; e, por outro, quando, erradamente, achamos que a ação do outro se prende com preocupação e amor genuínos.

É preciso ter em conta que, apesar de aparentemente não ser óbvio, a vítima também controla o agressor, o controlador. E exerce poder sobre ele.

Sem vítimas não há agressores

Sem pessoas que não precisam que os outros lhes digam o que fazer, quem ser, o que ser, não há quem tenha esse poder.

O verdadeiro poder vem de dentro. Não precisamos de impor condições aos outros para que gostem de nós, nos relacionarmos.

Sempre que há uma sensação, um medo, de falarmos a nossa verdade, não nos submetermos, de pensarmos com a nossa cabeça e manifestarmos os nossos quereres e desejos, temendo que não gostem de nós, nos abandonem, nos rejeitem, estamos numa relação de co-dependência. Ler Mais…

O Herói enquanto protagonista

27/04/2017

Desmistificando o conceito de herói

Este é o último vídeo promocional. O curso começa para a semana. Saiba mais e inscreva-se em: cursos@isabelduartesoares.com

A aventura

26/04/2017

“Podes não saber, mas em breve serás escolhido para herói, para te juntares ao grupo seleto dos que buscam, os que sempre saíram para encarar o desconhecido. Incumbido de uma jornada que vai devolver a vida e a saúde à tua tribo. Numa aventura na qual a única certeza que tens é a de que mudarás. Estás pouco à-vontade, mas algo vibra dentro de ti. Estás pronto para romper com este mundo e preparado para entrar no mundo da aventura.” Campbell/Vogler (tradução minha)

A começar em Maio. Inscreva-se em: cursos@isabelduartesoares.com

JH – Personagens – Aspetos da personalidade

17/04/2017

As personagens que nos acompanham na jornada do herói são aparentemente externas a nós. Mas, na verdade são aspetos da nossa personalidade que precisamos integrar para chegar à totalidade.

Cursos@isabelduartesoares.com
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