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MBTI

MBTI*

05/12/2017

A primeira vez que ouvi falar em MBTI estava em São Paulo, prestes a começar uma aula de psicologia analítica, na SBPA.

Já conhecia a teoria dos tipos psicológicos mas não havia chegado a grandes conclusões quanto ao meu. Uma amiga perguntou-me se era do tipo pensamento. Não soube responder-lhe e ela disse que havia de me trazer o teste. Nunca mais se lembrou e eu também não me lembrei de lho cobrar. MBTI

Mas não me esqueci

Não sei se ainda no Brasil ou já aqui, descobri que poderia fazê-lo online.

Jung dividiu-nos entre os Tipos: extrovertido (E) e introvertido (I) e atribuiu-nos quatro funções: sentimento (F), pensamento (T) intuição (N) e sensação (S).

Quase tão bom quanto o Jung são os seus contemporâneos e os pós-junguianos que estudaram a teoria e desenvolveram partes da mesma.

Foi o caso de Katharine Briggs e Isabel Myers, mãe e filha.

Katharine percebeu que o futuro genro tinha uma maneira particular de ver o mundo, o que a intrigou o bastante para se dedicar ao estudo das diferenças de temperamento. Nesse momento, deparou-se com uns ensaios de Jung com o título: Tipos Psicológicos.

Com o desejo de ajudar as pessoas a entenderem-se melhor e a apaziguarem-se, consigo e entre si, Isabel criou um questionário que pudesse identificar os tipos psicológicos de cada um.

Às quatro funções essenciais, juntaram-lhe julgamento (Judgment) e percepção (Perceiving).

E nenhuma destas palavras se encerra na definição que vem no dicionário, pelo contrário. Cada uma é um mundo. Sendo que nós somos tudo. O que não vemos, está na sombra.

O teste fez tanto sucesso que é utilizado em tudo quanto é empresa séria, para pôr as especificidades de cada um ao serviço da corporação. E que para que cada um esteja a desempenhar a função que mais se adequa ao seu tipo psicológico.

Um dia destes venho aqui contar como o MBTI mudou a minha vida.

*Myers Briggs Type Indicator

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