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Feminine

05/02/2020

The Archetypal Feminine:

Eros emphasized rather than Logos, relatedness more vital than differentiation, the containing vessel more informing than the discriminating sword, moon knowledge more valued than sun knowledge, Feeling and Intuition more prized than thinking, the Informing Source of Wisdom and living Nature rather than the scientists and their brains in the atom labs armed with their dead ‘facts’, the Unconscious more sacred than Ego consciousness, are the Healing medicines we need, but no one knows this in this

‘world of dry stones’:

“A survey.. will better enable us to understand the fateful importance of the Archetypal Feminine in its concrete reality as it confronts us in the myths and rites, the images and religious attitudes, of early mankind. Here it should not be forgotten that “early mankind” and “matriarchal stage” are no archaeological or historical entities, but psychological realities whose fateful power is still alive in the psychic depths of present-day man. The health and creativity of every man depend very largely on whether his consciousness can live at peace with this stratum of the unconscious or consumes itself in strife with it.”

Erich Neumann, The Great Mother

Johnny Depp

02/02/2020

An INFP would never ever do what Johnny was accused of. I hope all of you who accuse someone without any decent evidence just because a nasty bitch makes up a story, just because you are so eager to blame someone for your own shadow thoughts have learnt your lesson.

I always believed him, always.

There are a lot of women making false accusations on men to get attention or whatever. Because of you, real victims of abuse and assault have not been taken seriously. Get a therapist and stop that disgusting behaviour.

And despite all the crazy behaviour of his ex-wife, Johnny Depp never ever said a word about her. Not even to defend himself of such false and prejudice accusations. He is a sensitive gentleman. Justice is done. I hope he has a great rest of his life. ❤️ #JusticeForJohnnyDepp

As for the rest of you, think twice before putting your fucking egos before anything else, risking a man’s reputation and life. You should be ashamed of yourselves.

Ajuda aos atrofiados

29/01/2020

No outro dia estava no Music Box, à espera que a moça me pedisse os talões dos casacos, com duas miúdas à minha frente que não saíam dali. Se há profissão para que teria jeito era para ajudar atrofiados, nomeadamente, fazê-los sair da frente de gente que está à espera.

Há uma característica comum nesta gente, não quererem saber de quem está atrás, à espera, que tem pressa, que odeia sentir-se controlado. Que tem horários.

Chama-se narcisismo.

As minhas necessidades têm de ser satisfeitas, no tempo que eu determino, e toda a gente tem de se sujeitar às minhas indecisões, ao meu tempo, a mim, porque eu sou especial e mais ninguém no mundo interessa.

Os exemplos são inúmeros:

Gente que fica encostada a bares a beber quando há dezenas de pessoas a querer pedir um copo. E mesas para onde podem ir, paredes às quais se podem encostar.

Está servido, deixe que outros possam fazê-lo.

Se está num espaço público, à espera para ser atendido, não fique até ao fim para decidir o que quer. Pense antes. Afinal, já teve tempo suficiente para tal. Da mesma forma, não espere que o caixa de supermercado acabe de passar TODAS as compras para poder procurar a carteira, abri-la e pagar. Ou seja quem for que estiver a vender-lhe qualquer coisa.

Já sabe que tem de pagar, prepare o pagamento antes.

Não entre em diálogos intermináveis com as pessoas que estão a trabalhar e a atender público. Faça as perguntas que tiver de fazer, obtenha esclarecimentos e vá à sua vida.

Se precisar de falar com alguém, consulte um psicólogo ou um terapeuta.

Ou vá beber uns copos ou um café com um amigo. Confesse-se a um padre, vá para uma montanha e grite do alto dos seus pulmões.

Se há pessoa que compreende a sensação de solidão e de isolamento, sou eu. Mas não é por isso que me imponho aos outros e os obrigo a aguentarem-me. Portanto, não atrapalhe a vida alheia e muito menos se imponha aos outros. Ler Mais…

Vírus

31/12/2019

Um vírus altamente contagioso espalhou-se pelo mundo obrigando toda a gente a usar máscaras que tapem nariz e boca. As comunicações à distância estão sob vigilância apertada e não oferecem qualquer tipo de segurança ou privacidade. Para comunicarmos uns com os outros, temos de sair para a rua. A única forma de contacto que nos resta é olharmo-nos nos olhos.

Sem palavras ou gestos, vemo-nos uns aos outros pela primeira vez.

Popularidade

17/12/2019

Há muito tempo que a popularidade deixou de ser sinónimo de qualidade. Começou com os reality shows e descambou por completo com a internet. Que é o expoente máximo do tornar gente estúpida famosa.

Nem todos podemos ser o Sam Heughan que, para além de ser o melhor Jamie Fraser possível, tratar os fãs da série, e dele, com imenso carinho e paciência, aproveita a popularidade que a série lhe dá.

Não só para a produzir, juntamente com a sua co-star Caitriona Balfe, garantindo o seu lugar ao sol por mais uns bons anos. Mas também para capitalizar a experiência, enaltecendo a Escócia e respetiva cultura, ao criar o seu próprio Whiskey e Tartan.

Chamando-lhes Sassenach Spirits e Sassenach Tartan.

A isto chama-se inteligência, junta esperteza com sensibilidade, fugindo de usar o seu próprio nome, não cedendo, portanto, à armadilha do ego. Optando antes pela palavra que faz tremer qualquer mulher que conheça a série.

Saber usar a popularidade a seu favor é para poucos, talvez para os que sejam suficientemente humildes para ter consciência de que não são ninguém sem audiência.

E que a popularidade não é eterna.

Qualquer pessoa quer associar-se a alguém decente, simpático, empático e bem disposto. Ninguém quer associar-se a gente desagradável, mal educada, rude, agressiva e defensiva. Ainda por cima, sem o mínimo de noção de si mesma.

Se há coisa que tenho por certa é que a vida não perdoa.

De resto, as pessoas cavam as suas próprias sepulturas. A gente só assiste de bancada. E se congratula no fim por nunca ter embarcado na carneirada.

Antes e depois de Outlander

14/12/2019
Comprei dois livros da Ferrante, porque os temas me interessam. Um deles com várias histórias. Pulei a primeira, uma chatice sem tamanho. A segunda, a que mais me interessa, e que me levou a comprar o livro, deixei ao fim do segundo capítulo, ainda tenciono lá voltar. É a vida antes e depois de Outlander.
Foi para lá que voltei. Voyager, o terceiro da saga.
Das duas uma, ou a Diana Gabaldon me arruinou o prazer da leitura fora da saga, ou fará de mim a melhor escritora que conseguir ser. 

Enquanto isso, na savana…

11/11/2019

Porque ansiamos e sucumbimos a doces ou comida gordurosa?

It’s a puzzle why we binge on the sweetest and greasiest food we can find, until we consider the eating habits of our forager forebears. In the savannahs and forests they inhabited, high-calorie sweets were extremely rare and food in general was in short supply. A typical forager 30,000 years ago had access to only one type of sweet food – ripe fruit. If a Stone Age woman came across a tree groaning with figs, the most sensible thing to do was to eat as many of them as she could on the spot, before the local baboon band picked the tree bare. The instinct to gorge on high-calorie food was hard wired into our genes. Today we may be living in high-rise apartments with over-stuffed refrigerators, but our DNA still thinks we are in the savannah. That’s what makes us spoon down an entire tub of Ben & Jerry’s when we find one in the freezer and wash it down with a jumbo Coke.

In: A Brief History of Humankind, Harari.

25 de Outubro

25/10/2019

A pensar no que vou fazer hoje. Estão 4 graus em Edimburgo, sensação térmica 0 graus. O que me lembra que a hora vai mudar este fim-de-semana e, a propósito disso, um fotografo escocês que conheci ontem, e que me fez imenso lembrar o irmão mais velho do meu pai, lamentava o facto de agora serem seis meses de miséria, a anoitecer, no norte da Escócia, às três da tarde. Perguntei se não influenciava o humor dos escoceses. Claro, respondeu.

That’s why we have wiskey.

Com o Kev, o meu guia de Outlander, da Edinburgh Black Cab Tours, que recomendo vivamente. À porta de casa da Geillis. Onde inclusive vive gente… e cuja placa na porta diz: private. Não fosse alguém lembrar-se de entrar por ali a fora à procura de uma poção qualquer…)

*

Muito e muito obrigada a todos pela lembrança e os votos. O afeto e o carinho deixaram-me com o coração quentinho de amor.

Em particular aos que fizeram referência ao Jamie, aos kilts e à Escócia em geral.

Especialmente às minhas companheiras de Outlander, as minhas obsassenachs preferidas. Fizeram me rir e não foi pouco. Seguiremos juntas, firmes e fortes, até ao fim.

Um abraço ainda ao Nuno, pelo que passo a citar: “espero que um dia encontres um guia, também de kilt, mas fisicamente mais distante do Kev e mais próximo do jamie.” Deus te ouça, meu querido.

Love ye all

 

Eleições

06/10/2019

Aqui onde tenho votado nas últimas eleições, as secções são por ordem alfabética. Já não há secção dos velhinhos, sempre a que tinha maiores filas.

O movimento aqui está forte e eu paguei 3,5€ por 1 rosca grande de pão de Deus. Isto está bom é pros vendedores de cenas e pros restaurantes.

Deve ser a isto que chamam a festa da democracia

Vi velhinhos apoiados em tudo, até em cegos. A minha mãe tem 85 anos, só sai à rua de bengala e já votou. Ou vai votar. Estes velhinhos tem uma capacidade de sacrifício que a geração de 70 já não tem.

Mas que ainda assim tem mais do que os mileniais. 

Nunca apanhei filas para ir votar, três, quatro pessoas no máximo à minha frente e é sempre a andar. Espero que não seja hoje. É de propósito, o povo não gosta de esperar e a espera seria um ótimo motivo para desistir.

Obsessões

05/10/2019

Da nobre arte de não ser como as outras pessoas:

Que estás a fazer num sábado à noite, Isa?

A limpar o pó e a arrumar livros.

Afastei de mim todos os de inspiração e técnica. Só ficaram os cadernos de mãos à obra. E já que estava de swiffer em punho, foi tudo de uma vez.

Foi esta que estive a compor, basicamente.

Uma das minhas obsessões: livros sobre escrever. Li os quase todos. Entretanto, passou-me a febre.

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