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The Shadow

21/05/2019

“The shadow is a living part of the personality and wants to live with it in some form. It cannot be argued out of existence or rationalized into harmlessness. This problem is exceedingly difficult, because it not only challenges the whole man, but reminds him at the same time of his helplessness and ineffectuality.

Strong natures – or should one call them weak? – do not like to be reminded of this, but prefer to think of themselves as hero’s who are beyond good and evil, and to cut the Gordian knot instead of untying it. Nevertheless, the account has to be settled sooner or later. In the end one has to simply admit that there are problems which one cannot solve on one’s own resources.

Such an admission has the advantage of being honest, truthful and in accord with reality, and this prepares the ground for a compensatory reaction from the collective unconscious.”

Carl Jung In: The Archetypes and the Collective Unconscious

Jung manda beijos de luz pra vocês

17/05/2019

“There is no coming to consciousness without pain. People will do anything, no matter how absurd, in order to avoid facing their own Soul. One does not become enlightened by imagining figures of light, but by making the darkness conscious.” C.G. Jung

A intimidade*

10/05/2019
“Uma das poucas coisas que melhoram com o tempo é a intimidade. Acontece na amizade e no amor. Não se consegue apressar nem prever, não há atalhos nem estratégias. Chega quando chegar e quando chega é um alívio.

*Miguel Esteves Cardoso

Lightly my darling…

09/05/2019

“It’s dark because you are trying too hard. Lightly child, lightly. Learn to do everything lightly. Yes, feel lightly even though you’re feeling deeply. Just lightly let things happen and lightly cope with them. So throw away your baggage and go forward. There are quicksands all about you, sucking at your feet, trying to suck you down into fear and self-pity and despair. That’s why you must walk so lightly. Lightly my darling…”

Aldous Huxley

Droughtlander

08/05/2019
Enquanto o período de Droughtlander me mata aos poucos…

Ouvi dizer que a 5ª temporada é já para setembro. E não para janeiro de 2020, como havia sido previsto.

Aproveito para informar que já li o 8º livro publicado, o 9º ainda está em processo de escrita. E que voltei ao primeiro, tencionando ler todos de seguida, incluindo da metade que já li para a frente. E comprá-los em papel. Um a um…

Entretanto, deve dar tempo à Diana de acabar o 9º…

Diana essa que adiantou, enquanto mostrava os títulos dos capítulos do 9º, sempre super criativos e com duplos sentidos, poéticos, literários, que haverá um Outlander 10.

Se entre cada livro passam dez anos, não sei como vai arranjar a vida dela

Sem Jamie e Claire não há história.

E nem com uma imaginação como a minha aquela gente vivia tanto tempo naquela época. Se chegassem aos 40 era uma sorte…

E eu não estou preparada para um Jamie velho…

Arte

28/04/2019

Arte é a capacidade de transformar as coisinhas do dia a dia, as nossas maiores vilezas, os temores mais profundos e as nossas mais banais vulnerabilidades, em momentos de conexão cósmica.

É a proeza de disfarçar as nossas miudezas e mundanidades com a quinta-esssência das metáforas. De expor fraquezas em figuras de estilo oblíquas.

O verdadeiro criativo é o que transforma crises existenciais em arte

Foi o que fizeram o Joel Neto e a Catarina F. Almeida em: A vida no campo, a peça.

De uma coragem extraordinária. Encenação muito criativa, sensação, como disse a Yara, de estar na cozinha de casa deles a assistir a uma coisa que não era suposto assistir.

Nada é novo, porque todos passámos pelo mesmo, sentimos o mesmo, nos revemos em cada projeção, amuo, mutismo, incapacidade de ver com a devida distância um problema que não era um problema, apenas disfarçava um maior, o verdadeiro problema. Revemo-nos em tudo, mesmo que nunca tenhamos tido um casamento de 20 anos sem filhos.

E ao mesmo tempo é sublime

Pela coragem, o tornar a banalidade numa obra de arte como o teatro, a interpretação dos atores. A leitura de algumas entradas do primeiro A vida no campo, a minha preferida lida por mim aqui, a primeira vez que vesti vermelho depois de o meu pai morrer. Entre outras. Todas preferidas. A do quarto, a do barco…

A 24 de Maio sai A vida no Campo II – Os anos da maturidade.

E eu mal posso esperar.

A Vida no Campo é um dos meus livros preferidos de sempre.

Parabéns, Joel e Cate. Essa dupla de luxo é decididamente para continuar ;)

Segue programa completo pelo país. Lisboa esgotou as duas sessões em Almada. Mas, com o sucesso que foi, era coisinha para passar para um teatro maior, por uma temporada. Vale muito, muito a pena. Ou o gozo…

Hipster #sqn

26/04/2019

Comprei umas calças de regar nabos, como se diria no meu tempo. Agora deve ser hipster ou lá o que é…

Na verdade, as calças vinham enroladas o suficiente para dar a meio da canela. Achei um bocado ridículo, tendo em conta o frio, e a minha perna parecer uma lula ressequida. Mas não uma lula qualquer, uma daquelas de fundo de mar, onde o sol nunca chega. Não sei se existe, mas se houver é sensivelmente desta cor.

Vai daí, desarregacei as calças e ainda assim ficaram curtas.

Como ficam ali pelo fim do tornozelo início da canela, não é hipster. Ainda por cima pus umas meias a verem-se. E não são das que é suposto verem-se, por fazerem parte do autefite.

Se enrolasse a meia para dentro do botim téne, para que não se visse, poderia ser hipster, com a condescendência da canela em vez do tornozelo, temos de dar um desconto aos velhos, que eles até são esforçados.

Como não, só se vê a meia por cima da bota e entre a calça, é só INFP, que, dizem, não se sabe vestir.

1000 vezes um estilo próprio do que a lula ao léu.
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