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Serviço Público – Coletes Amarelos

16/12/2018

Vídeo disponível só aqui. Coletes Amarelos e o RIC Referendum Iniciated by the Citizens. We’re done. Coletes Amarelos – A Light in the Darkness

E é para ver até ao fim. Aleluia.

Mais vale tarde do que nunca. Consciência sempre. 

Explorers

15/12/2018

De volta ao mundo dos adultos, e ao horror que é a realidade, só tenho uma coisa a dizer:
Free me
Free me
Free me from this world
I don’t belong here
It was a mistake imprisoning my soul
Can you free me
Free me from this world?
(Há de haver poucas músicas mais INFP do que esta…)

Os Britânicos e o consentimento

18/11/2018

Os britânicos explicam o que é isso do consentimento como se tivéssemos 12 anos.

Serve para tudo.

Vamos parar com isso de aceitar que nos encham de comida, ou do que for, conselhos incluídos, por medo de sermos indelicados e mal agradecidos. Mesmo que: “não seja por mal”. A nossa vontade, direito de escolha, autonomia, não pode ser suplantada, muito menos anulada, pela carência egóica alheia. Aceite que dói menos:

Objetividade não é falta de educação.

Nem ofensa pessoal, é só expressão de uma vontade.

Britânicos? Brilhantes, como sempre. Aqui.

Como eu escrevo

12/11/2018

O querido José Nunes Neto deu-me a honra de participar no projeto: Como eu escrevo. Aqui fica o meu testemunho, para os mais curiosos.

Outlander

10/11/2018

Não sei como é que a gente fazia dantes, quando tinha de esperar uma semana por um episódio da nossa série de eleição. Será que a gente tinha uma vida e agora não tem? Tinha mais que fazer? Vivia mais fora de casa? Diversificava interesses? Não sei… A única coisa que sei é que acabei de assistir (Segunda-feira passada) ao primeiro episódio da quarta temporada de Outlander (estreia em Portugal amanhã) num telão gigante e, para além de estar furiosa com o desfecho, não se faz, pá…, ainda não sei como é que vou aguentar esperar sabe deus até quando. Já que cancelei a TV Series porque me irritou que deixasse de se poder assinar só esse canal e tivéssemos de o fazer juntamente com o TV Cine. E irritou-me particularmente fazerem-no em novembro, precisamente quando iria estrear Outlander. E eventualmente Divorce, em dezembro. Acabo de descobrir que vai ter 5ª temporada de The Affair. O que deve acontecer tudo ao mesmo tempo… 

Poder: 2 faces, mesma moeda.

02/11/2018

Os governos, patriarcais, mais à direita, e matriarcais, mais à esquerda, têm o mesmo objetivo: poder. Nos matriarcais, acresce o controlo da população para obtenção de votos.

Os governos mais à direita procuram poder pela ordem, a opressão, a aplicação estrita das leis, sem as nuances inerentes à vida. Sem paternalismo. Nos casos extremos, pela tirania.  

Os mais à esquerda, pela infantilização.

Se eu permaneço infantilizada, e não quero sair desse estádio, é natural que vote num governo que me garante o Rendimento Mínimo Garantido, em Portugal, ou a Bolsa tudo e mais uma coisa, no Brasil, que deu a Lula a popularidade que se conhece, nomeadamente a de que tirou o Brasil da pobreza.

Não só se controla uma vasta parte da população, e isto é bem mais gritante no Brasil, mas também aqui, nomeadamente nos Açores, como se impede que cresça, que desenvolva recursos próprios que lhe permitam autonomia. Se grande parte dessa população permanecer analfabeta, então o controlo é praticamente absoluto. O acesso à informação e ao conhecimento é limitado, e o resto da história a gente já conhece. Ninguém pensa por si. Delega todas as decisões sobre a sua vida no Governo.

Que dá o peixe, em vez de ensinar a pescar.

E é impressionante como tanta gente é atraída para esta forma de pensar, elegendo quem promete fazê-lo. Sob a bandeira da proteção dos mais frágeis. E que não entende que também essa é uma forma de controlo, sob a bandeira da solidariedade.

No entanto, até um adolescente rebelde precisa da orientação paterna para não se perder na vida. Esta orientação, perante perda de controlo e rebeldia, vira autoritarismo. Que tem a sua expressão máxima no militarismo.

Há um momento em que a população se farta de ver o seu dinheiro voar sem saber para onde. Piora quando percebe que afinal não foi para ajudar os pobres, mas para encher os bolsos dos que se diziam amigos do povo e lhe iam resolver os problemas. A traição política ao seu próprio povo causa, naturalmente, a revolta do mesmo.

Como se pôde ver nas últimas eleições no Brasil

A “esquerda”, não sei em que momento da História isto aconteceu, vem-se apropriando indevidamente de valores humanistas, que são de todos. Num sistema que manipula populações inteiras para que se associem a partidos. Que mais não são do que uma forma de controlar populações pelos ideais dos quais se apropriaram. Criando uma falsa guerra entre esquerda x direita, bons e maus. Que não passa de um joguete político para entreter o povo. Que, enquanto se digladia na arena contra familiares e amigos, e desconhecidos, a alienação chega a este ponto graças ao advento da Internet, as costas da classe política folgam.

O João Pereira Coutinho falava mais ou menos isso no seu último artigo na Folha de SP.

Posto isto, podem continuar a discutir com base nos termos esquerda e direita. E a odiar quem pensa diferente, vê as coisas de um modo diferente, que não irão para lado algum. Apenas permanecem iludidos como pessoas do bem, contra os fascistas e insensíveis do mal. Ler Mais…

Outlander e a cultura da violência

24/10/2018

A reação de Claire ao som dos disparos das armas do exército escocês, que se prepara para enfrentar os britânicos na batalha de Culloden, bem como à preparação conduzida por Murtagh, fez-me lembrar uma conversa que tive hoje com um amigo brasileiro, que resumi na cultura da violência.

Claire viveu os horrores da segunda guerra. E não está preparada para outra.

Um dos candidatos à presidência do Brasil, Jair Bolsonaro, defende, tal como Trump, autênticos atentados contra a democracia e os direitos humanos. Inclusive o porte de arma.        

Perguntava-lhe como era possível.

Como é que o candidato ainda não tem um processo, ou vários, nas costas. E como se permite que continue na corrida à presidência. São atropelos constitucionais, incitamento ao ódio e à violência, e crimes de todo o tipo, uns atrás dos outros. Não é suposto um presidente ter ficha limpa pelo menos até chegar ao cargo?

Respondia-me que Bolsonaro já tem processos por conta dos absurdos que dizia, mas tinha imunidade parlamentar, teve que pagar multas para fundos difusos de direitos da mulher negro etc., à parte disso, esses crimes eleitorais são “menores” e na justiça brasileira tudo demora.

Insisti…

Mas essa imunidade parlamentar mantém-se na corrida à presidência? Um atentado à democracia é um crime menor? É um crime eleitoral? Não é anticonstitucional? É estranho que esse movimento não possa ser travado. Individualmente, enquanto cidadão, pode defender o que quiser, dizer as barbaridades que lhe apetecer, e ser responsabilizado por elas, inclusive criminalmente. Mas as afirmações dele esta semana, pelo que vi ontem nas notícias aqui, seriam suficientes para não ter competências para se candidatar ao cargo…

Via providência cautelar…

Ler Mais…

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