Este meu romantismo ainda um dia me há de matar…

12/11/2018

Robert A. Johnson, um dos meus autores junguianos americanos preferidos, escreveu, entre outros, três livros. Baseando-se em diferentes mitos e histórias, explora os meandros da psicologia feminina (She), da psicologia masculina (He) e do amor romântico (We). Neste último, servindo-se do mito de Tristão e Isolda, diz-nos que esse mito nos mostra que o amor romântico é um ingrediente necessário para a evolução da psique ocidental. Que só alcançamos a totalidade, deixando-nos prontos para a fase seguinte da evolução da consciência, quando aprendemos a viver conscientemente com o amor romântico, ou seja, com as vastas forças psicológicas que representa. Na evolução da consciência, no nosso maior problema está sempre a nossa mais rica oportunidade.

Este meu romantismo ainda um dia me há de matar… 😍

“O outro traz-nos notícias de nós”, já diria Rolando Toro, criador da Biodanza. Se essas notícias puderem ser adocicadas com amor e romance, e muita dança, nada mais temo nesta vida.

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