Europa

10/11/2019

Uma das maravilhas de viajar pela Europa, pelo menos a que não foi destruída pelas guerras, é o estar constantemente a olhar para cima.

E também para o lado, as lojas de rua, com as suas portas originais, cada uma de sua cor, e, por cima, o nome e respetivo lettering, poético, pessoal e intransmissível. Mantendo a traça original, na Velha Edimburgo inteira. Bares e restaurantes incluídos. Tavernas, como em Outlander.

Noutras partes da cidade também.

Algumas ainda com os característicos cestos de flores pendurados, o efeito é lindo.

Uma viagem para outro tempo

Como se pertencêssemos a ele. E pertencemos… Chegando a casa…

A modernidade é boa mas só uma parte. A da internet, das apps, que me têm salvado a vida.

E em alguns edifícios.

Nas cidades, como nas pessoas, não adianta de muito tentar destruir, apagar, esquecer, negar a História. Faz parte de nós. De quem somos.

Gostemos ou não.

Sinto-me muito privilegiada por ter nascido numa cidade dessas. Ter feito as pazes com a minha ancestralidade. No caso da Escócia, reencontrando-me com ela. E por poder viajar aqui. Estou mesmo muito contente por ter voltado à Europa.

De onde não saio tão cedo.

Nada paga a segurança, que as pessoas tomam por garantida…

E mesmo com edifícios escuros. Edimburgo é linda, linda.

De resto, estar numa casa do século 16, onde uma das salas, mínima, custa a acreditar, foi um tribunal e a parte de cima, fechada mas visível de fora, era onde as bruxas aguardavam o julgamento. Muito incrível.

Aqui ficam dois das dezenas de exemplos:

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