Eurovisão II

10/05/2018

O meu BFF é muito melhor do que os vossos e por isso ontem lá fomos outra vez para o segundo jury show. As músicas são muito melhores do que as da primeira meia-final.

Abre com a Noruega que é bem boa. A música. O miúdo que a canta é fofucho. A da Sérvia também marcha. Mas o que eu queria mesmo era trazer os 5 vikings dinamarqueses e seus cabelos invejáveis todos para casa. Bem gira a música, bem giros eles. Não gosto de cabelos compridos em homens. Da mesma maneira que achava que saia era uma coisa estranha num gajo. Só os escandinavos e sua macheza indubitável para me fazerem mudar de opinião. E os escoceses e suas barrigas tanquinho, seyx as f*ck, para me convencer a olhar duas vezes para um gajo de saia. Gostar e me darem calores pelo corpo afora, dos bons. eurovisao

Os bailarinos da Rússia expulsam os demónios do corpo; a Moldávia tem toda uma performance montada e eu já ouvi aquela música umas 20 vezes antes, só não sei quem a cantava nem em que ano. O Bon Jove da Holanda arrisca numa rocalhada pop mas tem de cuidar dos bailarinos que parece que padecem de espasmos avulsos.

As luzes são uma coisa do outro mundo e se na primeira meia-final tinha dito que aquilo era um freak show, agora digo que a Eurovisão é um espetáculo televisivo de alto coturno, isso sim.

A da Austrália, que parece que está nisto porque o país dos cangurus é onde se encontra o maior número de fãs do certame, devem viver todos no deserto, é bem boa. A música e a moça, apesar de não ter pescoço e me fazer muita impressão, ficam todas atarracadinha, as mulheres sem pescoço. Também já ouvi aquela música 50 vezes antes. No entanto, é preciso ser artista para fazer uma coisa que te soa familiar mas que não consegues identificar. Polónia em grande.

Temo pela sorte da Xena, a Princesa Guerreira e fogosa do Chipre.

E tenho a dizer que as miúdas são todas giras que se fartam e nada desnutridas. Sambam na cara das inimigas das revistas de tortura também conhecidas por revistas de moda e de mulheres, e ainda lhes dão um beijinho no ombro.

Eurovision forever

Dava certamente para juntar isto tudo e fazer uma euro trash night com as músicas todas em loop e fogos em barda. O Salvadorzinho que nos perdoe.

O vestido da Mena Cautela faz-lhe jus hoje, é decididamente a melhor das quatro. Descontraída, bom inglês e bom francês, gira, engraçada, adoro-a.

A Hungria levou os marilyn manson, felizmente, sem adotar o estilo família adams meets Kiss nem necessariamente ter de arrancar uma ou duas costelas. Um horror.

Ademais, quero a cor do vestido da Letónia, o corpo e a voz. E só não quero o cabelo porque o meu é incrível. Suécia a arrasar no cenário, que pisca conforme a música. O delírio nas bancadas, senhores ouvintes. Montenegro veio para sofrer, ninguém vem para a Eurovisão sofrer… No dia em que o meu cabelo ficar todo branco, e eu o assumir, pinto-o da cor do da miúda da Eslovénia. Que também é o da rainha boa da Alice do País das Maravilhas. Durante a atuação, a música veio abaixo e ela lidou com a situação como uma lady e um profissionalismo notável. Dá-lhe miúda.

Adoro que as nossas miúdas entrem na brincadeira, são maravilhosas.

Por outro lado, já não há paciência para música interventiva, Itália vai ficar pelo caminho.

Dignas de nota: Noruega; Dinamarca; Moldávia; Australia, Polónia Letónia; Suécia; Eslovénia; França; Alemanha, que também já ouvi 20 vezes antes, a voz é bonita, a mensagem da música também e ele faz-me lembrar um professor que tive em Inglaterra em 1989, bem giro.

Por fim, tenho a dizer que ouvi a primeira meia-final na TV e acho impressionante como ninguém canta nada. E espero que o resultado de hoje seja diferente do de ontem. No Jury show devem escolher as piores primeiro…

Nas bancadas, o som é muito melhor e percebe-se tudo o que dizem as miúdas, a sensação é completamente diferente da que temos no Golden Circle. Ele há coisas do diabo…

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