Hamburgueria do Bairro

06/11/2017

No outro dia escrevi um texto sobre o Honorato, contando a história que me contaram sobre a marca. Na sequência, recebo um mail da Hamburgueria do Bairro a querer repor a verdade dos factos. Ou, pelo menos, a sua versão da história. Hoje, um dos irmãos responsáveis pela cadeia de hambúrgueres ligou-me para esse efeito.

A história não é bem como ma contaram

E eu vou respeitar a postura do responsável que ma contou, Pedro Serra Branco, por dela ter gostado. A de proteger quem lhe foi de certa forma infiel. Optando por se concentrar em pôr o negócio a andar para a frente em vez de se perder em tricas e acusações de um lado para o outro.

Dizendo apenas que não houve roubo de ideia. Que foi feita justiça ao Honorato, no sentido em que a criação da moda dos hambúrgueres de rua, não necessariamente do conceito, mas do seu resultado, foi mérito dele. Que o hambúrguer de picanha foi ideia dele. E que conheço bem a postura de uns e de outros para intuir que a história que me foi contada hoje ao telefone é a verdadeira.

O Honorato é hoje propriedade de um grupo financeiro. Daí a proliferação de lojas. Enquanto a Hamburgueria do Bairro se mantém como negócio familiar, o que prefiro.

Fica combinado ir experimentar os hambúgueres da do Bairro e logo direi de minha justiça.

Não sou jornalista, não tenho obrigação de repor a verdade, sou escritora, gosto de histórias, mas o que não suporto são injustiças. Daí este texto.

Resta-me agradecer a disponibilidade e desejar bons hambúrgueres a todos.

hamburgueria do bairro

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