MBTI – Step II: de Vítima a Protagonista

09/03/2018

Se ficasse apenas com o relatório gerado depois de responder ao questionário, provavelmente ficaria desapontada. Aparece com um monte de dados e factos que fazem morrer de tédio qualquer intuitivo. Mais ainda um INFP, conhecidos pela sua capacidade criativa, por serem sonhadores e idealistas. E híper-sensíveis, como tal, apavorados com a frieza dos dados e factos, e a intransigência do Pensamento, que não consideram todas as nuances do planeta. Step II

A interpretação do relatório por quem de direito é fundamental

Nomeadamente, para entender que cada dupla, Introversão-Extroversão; Intuição-Sensação; Pensamento-Sentimento; percepção-julgamento, tem 5 facetas. Características principais opostas que mais chamaram a atenção de Isabel e Catarina Myers Brigs. E para percebermos o que podemos adaptar, por ordem decrescente de facetas, da essência até à possibilidade de mudarmos em virtude do meio em que estamos inseridos, a nossa vida, o nosso trabalho.

É possível mudar a faceta, mas não a tipologia.

Para cada uma das facetas, seis possibilidades diferentes. Quais as facetas que preciso de desenvolver? Para me facilitar a vida no trabalho, no meu relacionamento amoroso, com os meus filhos e colegas, chefes e parceiros? Para concretizar? Para vender mais? Para segurar uma equipa?

Não me assusta mais poder não ser INFP, é impossível. No entanto, faz parte do processo de individuação desenvolver as facetas de ESTJ. Além de que não me importo de mudar coisas que me irritam no meu tipo porque me impedem por exemplo de me concentrar, me focar.

O que me faz sair da posição de vítima, do meu próprio tipo, e me põe na de protagonista, da minha própria vida.

O Step II e a respetiva interpretação do relatório é uma personalização de como manifesto a minha tipologia. O que me faz ser diferente de todos os outros INFP. Ainda que seja mais importante saber-nos introvertido ou extrovertido, sensação ou intuição, pensamento ou sentimento, percepção ou julgamento. Por isso, não faz sentido dar nomes aos tipos, o Mediador, o Advogado, o Diabo, invenção de quem quer facilitar a vida. Decorar um nome é mais fácil do que decorar 4 letras que aparentemente não querem dizer grande coisa.

O que mostramos ao mundo é sempre extrovertido e nem sempre é o melhor de nós…

Vale dizer que, de todos os instrumentos psicológicos que dizem ter por base os tipos psicológicos do Jung, o MBTI foi o único aprovado pelo mestre. E que a opção de resposta: um ou outro, em vez da gradativa, que aparece os questionários fake online, é exigência do próprio Jung.

As do MBTI verdadeiro facetas revelam as nuances de personalidade inerentes a qualquer ser humano.

Saiba mais

Se quiser fazer: Contacto@isabelduartesoares.com
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