Projeto Olympus – As memórias de Hades

05/04/2019

Memorias de Hades no Eu e o Sr. Freud #projetolympus

Quando te comoves com as tuas próprias palavras escritas noutra língua:

“I’ve found myself a renegade ever since my younger brother took onto himself everything that was considered valid in the Western civilization, Dr Freud. Voted to darkness, me and my other brother, the most emotional one of us, and that’s where I live. I’m part of the inner world and I’m not very good at relating to the external one. Nevertheless, I need to take charge of the helm whenever I find myself threatened, in other words, every time I’m not recognised as a part of a whole.

I want nothing more than a little attention, the consideration that I’m owed, the respect that I deserve. I keep many secrets that need to be unveiled. I also want the light, even though I cannot stand it for too long.”

In: Me and Mr. Freud

X coisas que reorganizei com Ricky Gervais

30/03/2019
O tema e o sujeito

A piada é sobre o tema, nunca sobre as pessoas que sofrem de, são, implantaram ou tiraram. O sujeito nunca é o alvo da piada.

É sobre sentimento

Os sentimentos são pessoais, lide com as suas próprias emoções em vez de se ofender, de policiar o discurso, de controlar tudo e todos por ser incapaz de lidar consigo mesmo.

Mais importante ser popular do que estar certo

Deixou de haver factos para apenas passar a haver opinião. A minha opinião é mais importante do que o teu facto. Poucas ou nenhumas reportagens, artigos/crónica com base em alguma coisa concreta, estudada, factual, às vezes, com uma vida dedicada ao estudo de algum fenómeno. Demasiadas opiniões e respetivos artigos.

Não estou a dar-te uma escolha

Nós podemos preocupar-nos com as criancinhas na Síria, os animais mal-tratados, o ambiente, a pobreza em África, tudo ao mesmo tempo, sem que uma causa exclua a outra. São apenas prioridades e interesses pessoais que definem a escolha das causas. Que são, precisamente, pessoais. De resto, nenhuma causa é superior a outra só porque é nossa.

Rir, rir, rir…

Nós podemos rir de uma coisa sem que isso nos qualifique como más pessoas. É a coisa, não o sujeito. E o sujeito pode rir das coisas mais inomináveis, sem necessariamente se rever nelas. Muito menos se identificar.

After Life

É ver. Só o último episódio é que não tem jeito nenhum, meio metido a martelo, zero a ver com Gervais. Tudo o que alguém enlutado queria dizer e não pode.

Projeto Olympus – A Génese – 18 e 19 de Maio

28/03/2019
Programa deste módulo:

A origem do universo: de Caos a Eros
Os opostos – Masculino e Feminino
O Caminho do Masculino e Feminino

Como foi explicado na apresentação, é nossa intenção criar um clima, ao longo de 6 módulos, que permita ao participante, com o continente afectivo que a Biodanza propõe, tomar contacto com a força dos arquétipos na estruturação da Identidade, em total coerência com a visão de Rolando Toro sobre o inconsciente colectivo, inspirado na abordagem de Jung.

O mito é uma narrativa que assenta no desespero humano em encontrar respostas para seus desafios quotidianos. Os gregos tem a sua visão, que adoramos, porque muito humana e representativa das emoções, angústias, desejos, pulsões, sonhos e inspirações que vivemos no nosso dia-a-dia. Sem nos apercebermos, vivemos e revivemos tantas vezes as mesmas histórias, porque inconscientes… Agora, trazidas ‘à luz’, elas podem ser vividas com outra perspectiva, tornando nosso caminho, nossas decisões mais conscientes, mais integradas, mais vividas.

Vamos desenvolver, ao longo dos módulos, uma metodologia que combinará um levantamento cognitivo e vivêncial, que ajudará a identificar os arquétipos de identidade dominantes, e quais os que potenciam e os que bloqueiam a total expressão da mesma. Assim, poderemos depois ‘prescrever’ danças, vivências, que vão favorecer dois aspectos: a superação das dificuldades ou a expressão das potencialidades. Viver a potência dos Deuses em si mesmo e usar isso para transformar o quotidiano, criando competências que ajudam a viver os afectos, a família, o trabalho, os hobbies com muito mais recursos.

Após o tremendo sucesso da apresentação do dia 22 de Março, com mais de 50 participantes, esperamos a mesma adesão ao Projecto Olympus!

As inscrições estão abertas e as vagas são limitadas!

Requisitos de participação:

Facilitadores e Didatas de Biodanza
Praticantes de Biodanza em grupo regular, com preferência para quem já fez a Escola e/ou Projectos de Aprofundamento.

Não aconselhamos a participação a quem esteja neste momento a fazer a Escola ou Projectos de Aprofundamento, caso isso acarrete colisão de datas ou sobrecarga vivencial e/ou financeira.

Programa completo:

A Gênese – 18 e 19 de Maio 2019
O Olimpo – 06 e 07 de Julho 2019
A Odisseia – 05 e 06 de Outubro 2019

A Diagnosis – 18 e 19 de Janeiro 2020
A Transmutação – 04 e 05 de Abril 2020
A Sublimação – 27 e 28 de Junho 2020

Horários:
Sábado, das 11:00 às 19:00
Domingo, das 11:00 às 15:00

Local:
Hórus Massagens
Rua Rodrigues Sampaio, 19a

Inscrições:
Obrigatória, confirmação de inscrição por e-mail

Espero por ti! Beijos, abraços e mimos,
Nuno Pinto e Isabel Soares

Habemus Olympus

23/03/2019
Projeto Olympus

Sobre a Sessão de apresentação de 22 de março

Os deuses baixaram…
Os humanos ascenderam…
Ou terá sido o contrário?

Foi tudo isso e muito mais, vivido por mais de 50 participantes (Mercúrio ajudou…) e ficou fundado um ‘Novo Espaço’ vivencial.

Um convite a ser ‘Deus’ e a incorporar pela dança a força do arquétipo! Ser mais e melhor humano, porque divino!

Obrigado Isabel D. Soares e Geane Bonfim, pela cumplicidade e parceria! Juntos somos mais e melhor 🙂

E feita a apresentação, abertas estão as inscrições para O Projecto Olympus, composto por 6 módulos, cujas datas e temas abaixo indico:

18 e 19 Maio – Génese
06 e 07 Julho – Olimpo
05 e 06 de Outubro – Odisseia
18 e 19 de Janeiro – Diagnóstico
04 e 05 de Abril – Transmutação
27 e 28 de Julho – Sublimação

A intenção é fazer o caminho, chegando ao ponto de danças pessoais com tópicos de integração, que facilitam a expressão do arquétipo desejado.

É indicado para alunos de grupo regular, e facilitadores, preferencialmente já tendo feito Escola e/ou Projectos de Aprofundamento.

Se te interessa, comunica directamente para biodanzanunopinto@gmail.com

Projeto Olympus – Viver histórias sem tempo…

Olympus

22/03/2019

Esta noite subimos ao Olimpo…

Ainda vais a tempo de dar a mão a Poseidon, Dionisio, Afodite ou Artemisa, entre todos os outros…

Um mito, uma danza: Projecto Olympus

Nuno Pinto e Isabel Soares
Geane Bonfim (convidada)
22 de Março, às 19:30, Lisboa

biodanzanunopinto@gmail.com

Projeto Olympus – O feminino

20/03/2019
Talvez a rapaziada ache que este é só para mulheres.

Mas, e considerando que os homens têm um arquétipo feminino (anima) na sua psique, tal como as mulheres têm um arquétipo masculino (animus), que projetamos nos nossos relacionamentos, pode ser que encontrem numa destas descrições o tipo de mulher que vos atrai. Ou repele…

E encontrem uma saída para as vossas vidas :)

A cada vez que negamos o nosso poder de sedução, a nossa beleza, a capacidade de ouvir, a sensibilidade. A cada vez que nos envergonhamos do nosso corpo, que deixamos de nos entregar ao prazer, que castramos a nossa liberdade, que escondemos o sorriso,

negamos e traímos Afrodite.

A cada vez que negamos a nossa capacidade de cuidar, nutrir, acolher, o nosso instinto materno,

negamos e traímos Deméter.

A cada vez que nos recusamos a considerar tudo o que vai além da razão, o obscuro que há em nós, a nossa necessidade de cuidado, a sabedoria do inconsciente,

estamos a trair Perséfone.

A cada vez que desconsideramos a importância do casamento, do homem que temos ao lado, da fidelidade. A cada vez que descartamos a nossa capacidade de liderança, que abdicamos do nosso poder, que deixamos de lutar pelo nosso relacionamento,

estamos a negar e a trair Hera.

A cada vez que nos recusamos a ser independentes, a correr por montes e vales, a solidarizarmo-nos com as nossas irmãs, as nossas amigas. A cada vez que damos de bandeja e reconhecemos a primazia do poder ao masculino, por nos acharmos inferiores,

negamos e traímos Artémis.

A cada vez que nos recusamos a ser estrategas. A usar a razão para resolver conflitos. A ir para a guerra caso a razão não chegue,

estamos a trair Atena.

A cada vez que nos recusamos a confiar na sabedoria interna de cada uma de nós. Que consideramos demais o mundo externo e de menos o mundo interno. Que abdicamos dos nossos valores pessoais,

estamos a negar e a trair Héstia.
Um mito, uma danza: Projeto Olympus, sessão de apresentação 22 de Março.

Projeto Olympus – O Self*

19/03/2019

Os arquétipos são padrões inerentes ou predisposições na psique humana. Há diferença entre padrões arquetípicos e arquétipos ativados: um arquétipo é como um padrão invisível, que determina qual a forma e estrutura que um cristal irá adotar quando se formar, algo que só acontece se existirem as condições certas, no momento certo.

Quando o cristal se forma, é reconhecível.

Tal como o crescimento de uma semente depende das condições do solo e do clima, a presença ou ausência de alguns nutrientes, o amor e carinho, ou o descaso, por parte do jardineiro, etc. Em condições ótimas, o potencial total da semente é realizado.

Na psique é um pouco mais complexo, pois há mais variáveis a considerar…

Quando um arquétipo ativo em vez de uma expectativa externa é a base do papel que desempenhamos, há profundidade nessa escolha.

Quando também encontramos significado, o arquétipo ao qual Jung deu o nome de Self também está no processo.

O Self é como um termo genérico para definir o que quer que experienciemos como sagrado, divino ou espiritual.

Tem a ver com valores pessoais e integridade. E com o que é profundamente certo para cada um de nós, em particular.

Há momentos de escolha significativos na vida de cada um de nós. Em que o que escolhemos e a pessoa na qual nos tornamos estão ligados.

Nestes momentos de verdade, damos por nós numa encruzilhada e temos de escolher o caminho a seguir. Há sempre um preço a pagar por cada escolha. O preço que pagamos é o caminho que não escolhemos, do qual desistimos.

Na psicologia junguiana, os arquétipos são padrões humanos potenciais que, uma vez ativados, se expressam pelas nossas atitudes e ações ou são projetados por nós nos outros. Herdamos o pacote completo, masculinos e femininos, novos e velhos.

Jean Shinoda Bolen, tradução minha.

Um mito, uma danza: Projeto Olympus, sessão de apresentação 22 de Março.
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