Um mito, uma danza: Projeto Olympus

15/03/2019
Esta poderia bem ser uma definição d’”o que é isso de Biodanza, afinal”:  “esta dança não é orientada para fora; não é para atrair nem seduzir; não é para nos vermos como se estivéssemos a olhar-nos ao espelho; é para nos sentirmos vivos dentro de nós mesmos.”
O próximo Um Mito, uma Danza, e todo o Projeto Olympus na sua essência e na nossa enorme vontade, vai precisamente nessa direção.
Só nos sentimos vivos em nós quando estamos inteiros.
Os arquétipos dos deuses gregos ajudam-nos a identificar e a acolher, e integrar, tudo o que faz parte de nós mas carece de identificação com a nossa história pessoal. O que temos em comum com a humanidade. E que, apesar de coletivo, nos fala de uma forma tão pessoal e tão primordial que é impossível de ignorar. Preenchendo todos os vazios existenciais, conectando-nos com o mais profundo e íntimo de nós, ao mesmo tempo que nos torna parte do todo.
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