MBTI*

Jung dividiu-nos entre os Tipos: extrovertido (E) e introvertido (I) e atribuiu-nos quatro funções: sentimento (F), pensamento (T) intuição (N) e sensação (S).
MBTI

Katharine Briggs e Isabel Myers, mãe e filha, criaram o MBTI*.

Katharine percebeu que o futuro genro via o mundo de uma maneira particular. O que a intrigou o bastante para se dedicar ao estudo das diferenças de temperamento. Nesse momento, deparou-se com uns ensaios de Jung com o título: Tipos Psicológicos.

Com o desejo de ajudar as pessoas a entenderem-se melhor e a apaziguarem-se, consigo e entre si, Isabel criou um questionário que pudesse identificar os tipos psicológicos de cada um. Cada uma destas palavras tem um significado específico para a psicologia, diferente da definição comum que vem no dicionário. E às quatro funções essenciais, juntaram-lhe julgamento (Judging) e percepção (Perceiving).

Que já haviam sido mencionadas por Jung no ensaio que publicou sobre o tema.

Enquanto instituição séria, credível, fiável e responsável, como o é tudo quanto está relacionado com o universo junguiano, o MBTI opera na Europa pela OPP (e nos EUA pela CPP). À qual apenas pessoas qualificadas e devidamente credenciadas para aplicar o instrumento e interpretar relatórios têm acesso. É esta organização a responsável pelos verdadeiros questionários MBTI, pagos, e que, depois de feitos pelos candidatos, envia, para o técnico qualificado e encarregue de interpretá-lo, um relatório (Step I) com as características generalistas de cada tipo, dos 16 que existem.

Por uma quantia irrisória, que acresce à que já foi paga, é enviado um relatório específico (Step II) sobre o indivíduo em questão.

Dentro de cada tipo de personalidade, há 16 subtipos.

Por isso, há pequenas mas significativas diferenças entre os indivíduos de cada tipo. Ao ponto de não nos revermos, aparentemente, uns nos outros. Pois, cada dupla, Introversão-Extroversão; Intuição-Sensação; Pensamento-Sentimento; Percepção-Julgamento, tem cinco facetas. Características principais opostas, que mais chamaram a atenção de Myers Briggs. Para percebermos o que é possível adaptar, por ordem decrescente de facetas, da essência até à possibilidade de mudarmos em virtude do meio em que estamos inseridos, a nossa vida, o nosso trabalho.

O questionário fez tanto sucesso que é utilizado em tudo quanto é empresa séria, para pôr as especificidades de cada um ao serviço da corporação. E que para que cada um esteja a desempenhar a função que mais se adequa ao seu tipo. Por traçar um perfil psicológico, o MBTI apazigua a existência e ajuda a trilhar o caminho mais adequado. Seja familiar, profissional, social, individual ou criativo, por estar em sintonia perfeita com a nossa identidade total. Sentimo-nos acolhidos na nossa diferença, forma particular de ver o mundo e de entender a vida.

É possível mudar a faceta, mas não a tipologia.

Quais as facetas que preciso de desenvolver? Para me facilitar a vida no trabalho, no meu relacionamento amoroso, com os meus filhos e colegas, chefes e parceiros? Para concretizar? Para vender mais? Para liderar e segurar uma equipa?

O Step II responde

O Step II e a respetiva interpretação do relatório é uma personalização de como manifesto a minha tipologia. Nomeadamente, o que me faz ser diferente de todos os outros do meu tipo, ainda que seja mais importante saber-nos introvertido ou extrovertido, sensação ou intuição, pensamento ou sentimento, percepção ou julgamento.

De todos os instrumentos que dizem ter por base os tipos psicológicos do Jung, o MBTI foi o único aprovado pelo mestre. O MBTI verdadeiro não precisa da resposta gradativa, exigência do próprio Jung, as facetas dão as nuances de personalidade inerentes a qualquer ser humano.

Se quiser saber o seu tipo psicológico, escreva para: Contacto@isabelduartesoares.com

*Myers Briggs Type Indicator

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