Tristão e Isolda – Brancaflor**

13/01/2019

São as qualidades femininas que trazem significado à vida: a conexão com outros seres humanos, a capacidade de suavizar poder com amor, o reconhecimento dos nossos sentimentos e valores internos, o respeito pelo ambiente, o deleite em relação à beleza da Terra e a busca introspetiva por sabedoria interna.

Com estas qualidades em défice, não encontramos muito significado.

Com as nossas espadas e lanças, construímos impérios, mas estes não nos dão um senso de significado ou de propósito. 

A morte, num mito ou num sonho, significa que algo abandonou a mente consciente; mas permanece no inconsciente, à espera de renascer na consciência.

Vemos, hoje, pessoas a tentar trazer Brancaflor do inconsciente de volta à consciência. Pessoas a tentar aprender a expressar sentimentos, a mostrar afeto, a acordar para o lado intuitivo da vida. Algumas destas coisas falham, tornam-se modinha, são reduzidas a abraços autoconscientes e a espontaneidade forçada, mas, pelo menos, as pessoas estão a tentar encontrar Brancaflor.*

*Robert A. Johnson, in: We (tradução minha)

Um mito, uma danza: Tristão e Isolda, 18 de janeiro, inscrição obrigatória por mail: biodanzanunopinto@gmail.com

**Brancaflor é a mãe de Tristão

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