Mind the Gap

09/04/2021

Não há ditaduras boas nem más, há ditaduras. Todas com o mesmo objetivo: controlar populações inteiras.

No caso da que estamos a viver, empobrecê-las e matá-las.

Seja impedindo-as de se sustentarem e proverem as suas famílias, seja impedindo-as de se relacionarem, seja por abandono, seja negando-lhes assistência médica, seja com testes invasivos e cancerígenos que não detetam vírus algum, seja com “vacinas” experimentais a cujos poucos ensaios nem um animal sobreviveu.

A qualquer custo, empobrecê-las e matá-las.

Tem mesmo a certeza de que é para a sua segurança, proteção e liberdade?

Tem a certeza de que pode confiar num governo que mente desde o início desta Plandemia? Em relação aos números, às máscaras e agora à alegada segurança das vacinas? Governo esse que é um fantoche e se limita a obedecer a ordens superiores sem o mínimo de autonomia?

Saiam já

07/04/2021

É abrir tudo, sem medos, sem restrições, sem imposições de máscaras muito menos de distanciamento social ou de número de pessoas.

Lojas, centros comerciais, restaurantes, lojas de rua, TUDO.

E quando a polícia tentar entrar num espaço que é propriedade privada, sobre a qual vocês pagam uma fortuna em impostos ao Estado, é corrê-los, de preferência aos gritos, exigindo que da próxima vez tragam um mandado.

Como fez este pastor.

E esta rapariga, ajudada pelos seus clientes, quando inspetores de saúde do Canadá entraram-lhe pelo restaurante a querer dar-lhe ordens.

É para isto e nisto que a população deve unir-se. E não para impedir que os outros façam as suas vidas.  

O mesmo vale para polícias que querem dizer-te o que fazer e o que usar quando estás dentro do TEU carro. Ou mesmo na rua.

Estás numa relação abusiva quando…

06/04/2021

Alguma semelhança com a relação abusiva que manténs com o governo não é pura coincidência.

Te impedem de ver família e amigos

Não te deixam sair sem a sua permissão

Te dizem o que usar

Monitorizam o teu telefone ou os teus mails

Controlam o teu dinheiro ou não te deixam trabalhar

Controlam o que lês, vês e dizes

Controlam tudo o que fazes

Penalizam-te por quebrares as regras, que mudam constantemente

Dizem que é para teu bem e que eles é que sabem

Não te permitem questionar

Dizem que estás maluco e que ninguém concorda contigo

Chamam-te nomes ou envergonham-te, acusando-te de seres estúpido ou egoísta.

Provocam-te e manipulam-te para que percas a cabeça, questionam a tua memória dos acontecimentos, fazem-te duvidar de ti mesmo

Não querem saber das tuas opiniões

Fazem-se de vítima quando as coisas correm mal: “a culpa é tua”

Rui Castro – Missa das 9

05/04/2021

Entretanto, no reino de António Costa, que afirma, em público, “diga a Constituição o que disser“, passando por cima do documento que é o garante da democracia, o povo continua alegremente a pactuar com a tirania, a ditadura do lobo em pele de cordeiro.

Ah, se fosse Cavaco, Passos Coelho ou qualquer líder “de Direita” a dizê-lo…

Temos pena. Enquanto a pandilha Costa/Marcelo não declarar oficialmente que a Constituição está suspensa, esta permanece como garante de democracia.

No entanto, nem tudo são más notícias.

A única pessoa que publicamente anda a fazer alguma coisa para defender e proteger, de facto, os cidadãos, dando-lhes autonomia e meios legais para se defenderem, o Rui Fonseca e Castro, está a fazer Diretos no Facebosta e Instagram todos os dias, às 9 da noite.

Não perco um.

Exceto aos sábados, por causa das manifestações organizadas contra medidas draconianas e governos ditadores.

O Rui Castro disponibiliza, na sua página de FB: Habeas Corpus, minutas para responder a multas que, segundo ele, são nulas, já que nem lei para as sustentar têm. E aconselha a que não se paguem quaisquer multas aplicadas no âmbito da plandemia.

Mesmo para quem não tem facebosta, dá para assistir aos diretos pelo telegram.

Perdi a paciência para gente que usa os espaços dos outros para chamar as atenções para si, poluindo o canal com lixo e discussões idiotas sobre tudo e mais alguma coisa. Por isso saí.

O que me interessa é o que ele diz.

Não o que um bando de gente afirma, sem qualquer base racional, científica, lógica ou outra, sobre tudo e mais alguma coisa.

A corja da propaganda oficial, onde se incluem os palhaços do Governo Sombra, ignora, como convém, tudo o que ele diz, pegando apenas no desafio que fez ao Magina.

Pela parte que me toca, sinto falta de homens como o Rui Castro. Gente com eles no sítio, que não tem medo de ninguém nem está comprometido com o poder.

Firmeza nunca fez mal a ninguém e, aqui que ninguém nos ouve, é afrodisíaco.  

E engraçado. A espontaneidade dele, o chamar os bois pelos nomes, faz-me rir e bater palmas de pé.

No que puder fazer, conte comigo.

“Para sua proteção”

04/04/2021

Uma palavrinha para a senhora que, ao passar por mim no paredão, disse: “é por causa dela que temos de ficar em casa, não usa máscara”… e a quem respondi: “não seja ridícula”, e para todos os que pensam da mesma forma e se acham no direito de dar ordens a adultos: vocês não saem de casa porque não querem.

Não ponham a culpa da vossa cobardia nos outros.

‘O que estamos a respirar pela boca e o nariz é, na verdade, lixo tóxico’: cientistas encontram evidências de químicos tóxicos em algumas máscaras

  • EXCLUSIVO: análises preliminares revelam químicos tóxicos em algumas máscaras
  • Incluindo conhecidos alergénicos e agentes cancerígenos, bem como substâncias controladas
  • As máscaras para uso do público em geral não são consideradas equipamento de proteção pessoal 
  • Portanto, não têm de cumprir os padrões das máscaras usadas pelos médicos 
  • 85% das máscaras que circulam no mundo são feitas na China, o que tem levantado cada vez mais preocupações no que se refere a produção de baixa qualidade e a cadeias de distribuição nebulosas

Máscaras descartáveis azuis contêm substâncias tóxicas do tipo amianto que destroem os pulmões.

As máscaras SNN200642, feitas na China e vendidas e distribuídas por uma empresa chamada Métallifer, sediada no Quebec, fazem parte do plano do Canadá para reabertura de escolas. Disseram aos estudantes que teriam de as usar para evitar espalhar o vírus de Wuhan (Covid-19).

No entanto, a Health Canada, descobriu que, durante uma avaliação preliminar de risco, as máscaras contêm partículas microscópicas de grafeno que, quando inaladas, podem causar danos gravíssimos nos pulmões. 

Entretanto, nos Estados Unidos, vários Estados estão a acabar com lockdowns e a abrir tudo, sem máscaras nem vacinas obrigatórias. Adivinhem, nada aconteceu. E, perante o desespero da impotência de genocidas vendedores de vacinas que querem usar pessoas como cobaias, a máscara cai, na CNN.
Ainda acha que é para sua proteção?

Por falar em proteção, é o segundo vídeo que mostra exatamente o mesmo. Os testes que vos querem impingir, e aos vossos filhos nas escolas, todas as semanas, contêm agentes altamente cancerígenos.

O Governo a meter-se na vida dos nossos filhos

02/04/2021

Crianças proibidas de brincar até estarem vacinadas. Crianças têm ou de usar máscaras ou ser SEGREGADAS entre vacinadas e não vacinadas, diz Fauci. Se a taxa de vacinação atual se mantiver, explicou, há um “bom grau de flexibilidade durante o verão… com campos.”

Fauci, cujo livro para crianças eleva a propaganda a um nível assustador.
Legenda da imagem: falei com a minha seguradora, estava curiosa para saber se tomasse a vacina Covid-19, e morresse de complicações  decorrentes da mesma, a minha apólice de seguro de vida seria válida. Adivinhe… Confirmaram que NÃO pagariam porque a vacina é experimental. Acorda, Canadá, pesquisem por vocês mesmos.
Tenho ideia que, em Portugal, o mesmo vale para acidentes de carro que ocorram com pessoas que estejam a guiar de máscara.

O Governo a meter-se na nossa cama…

01/04/2021

E o povinho a aceitar, ao ponto de a BBC o noticiar.

Nem o meu pai, quando eu tinha 15 anos, me aplicava regras destas. Isto é só ridículo e uma ingerência na vida das pessoas digna de um governo totalitário, como o chinês, por exemplo.

Se fosse um guia para mulheres, como era no século 18, queria ver a escandaleira que seria.  

Ao abrigo do roteiro para o desconfinamento em Inglaterra, é permitido encontrar pessoas fora do seu agregado familiar. Pode beber um copo, take away, mas tem de manter o distanciamento social, o que quer dizer: nada de abraços e beijos.

A partir so dia 12 de abril, vai poder ir a um restaurante ou a um bar, com alguém fora do seu agregado familiar, desde que se sente na esplanada, mas terá provavelmente de manter o distanciamento social, o que quer dizer, ficar a dois metros de distância.

A partir do dia 17 de maio, vai poder passar tempo com alguém fora do seu agregado familiar, dentro de casa. Ou sentar-se com essa pessoa dentro de um bar ou restaurante. No entanto, ainda não é claro em que medida pessoas de diferentes agregados familiares precisarão de distanciamento social ou poderão passar a noite em casa de outra pessoa.

Caxias com eles, já.

31/03/2021

Somos cada vez mais, todos os dias, sem medo de falar.

Há quem queira um novo apartheid. Em Portugal a expressão deste desejo tem tido várias vozes, havendo já quem defenda abertamente a limitação de direitos a quem não se queira vacinar, e mesmo o seu encarceramento num futuro próximo.

A história é conhecida e, temo, volta a repetir-se. Falo de se aproveitar uma questão sanitária para instalar, passo a passo, um regime cada vez mais totalitário. Este processo tem como fase intermédia e essencial a identificação clara e separação entre “bons” e “maus” cidadãos – nos dias de hoje, através do passaporte de vacinação, já com grande implantação (veja-se a ironia) em Israel, a terra dos judeus marcados com a estrela de David há 85 anos.

Hoje, os “maus” são os que não aceitam as regras e que constituem, segundo a narrativa, um perigo ambulante e iminente para a saúde pública – ou, para ser mais exacto, para a saúde dos “outros”, os “bons” cidadãos. Coisa estranha, esses cidadãos não suportarem viver com outros que não se querem vacinar, considerando (i) o baixíssimo risco da doença para quase toda a população e (ii) que eles estão protegidos quer com a vacina quer com as máscaras. (Sim, por eles a máscara ficará para sempre, não se iludam). E, por isso, os “maus” têm de ser confinados – ou pior. Sabemos quando a loucura humana começa, não sabemos onde e quando acaba, mas normalmente não acaba bem. A memória é infelizmente curta.

Os episódios seguintes desta narrativa – caso ela continue a avançar –  são conhecidos: limitar direitos a todos os que não se aceitem vacinar, proibi-los de ir à escola ou de trabalhar com outros; de ir aos supermercados; de aceder às contas bancárias (como forma de colocar “pressão adicional” para a vacinação); depois encarcerá-los bem longe, em edifícios e campos para isso preparados, porque mesmo o facto de viverem num prédio onde coabitam com outros cidadãos já vacinados representa perigo (afinal, os vizinhos podem cruzar-se nas escadas); enfim, proibir tudo o que for preciso para que se vacinem e sejam “bons cidadãos”; retirá-los da sociedade, do espaço partilhado, para um sítio onde não representem perigo. E, a seu tempo, quem sabe (novamente a loucura humana) considerar soluções mais radicais, tendo em conta o enorme custo para a sociedade que eles representarão (tê-los presos e alimentá-los custa muito dinheiro) e não deixando de considerar que, num tal cenário, a anestesia a que a população estaria sujeita permitiria muita coisa que hoje seria considerada “desumana” e “impensável”. Tal qual aconteceu com os Goulag e outros campos de concentração. [“Mas… os outros também faziam o mesmo… eu só cumpri ordens…”].

Não é a pandemia, é a paranóia e a tirania*.

30/03/2021

Já chegou ao Expresso e tudo. Vamos continuar a assobiar para o lado?

Portugal, em 46 anos, decretou o Estado de Emergência (na verdade, o Estado de Sítio) uma vez: foi em 1975, quando a consolidação democrática esteve em risco. Desde o ano passado, porém, para dar resposta à crise pandémica, decretou-o 15 vezes: pondo, involuntariamente, quero crer, a consolidação democrática em risco.

Ah, mas e a pandemia e a saúde pública?

Lamento: nem isto, nem a maior parte dos dislates a que temos assistido na operacionalização dos estados de emergência, são sobre a pandemia. Pelo contrário. É, aliás, precisamente porque a pandemia deve ser levada a sério e o estado de emergência respeitado, que conviria combater a paranóia com racionalidade e impedir a tirania com determinação. Têm dúvidas? Em que lugar, que não um hospício ou uma autocracia, é que os cidadãos são multados por estarem a comer, sozinhos, numa casa de banho, gomas na via pública, ou uma sandes dentro do carro? Repito: isto não é sobre a pandemia, mas é tudo sobre a paranóia e a tirania.

Vejamos melhor: com o pretexto do combate à propagação do vírus, o governo impôs um sem número de regras e excepções que empobreceram o país, limitaram a liberdade e erodiram a autoridade legítima do Estado. As regras e excepções foram tantas que há muito já ninguém, verdadeiramente, sabe o que pode e o que não pode fazer. Ora, nenhum Estado que se respeite e se queira respeitado se entrega a estes equívocos e desmandos. E um país que amasse a liberdade e a democracia dispensaria – com um manguito – qualquer tiranete que dissesse, sem , que “seremos tão autoritários quanto nos obrigarem a ser”.

Eu sei que o caminho já vai longo, e que o vírus era novo, e que se sabia pouco a seu respeito. Mas alguém – mentalmente são – é capaz de explicar por que raio é que se acreditou que a venda de bebidas alcoólicas depois das 20.00, a venda de livros (nos hipermercados a sua secção esteve delimitada com fitas de demarcação de perigo!), o consumo de bebidas alcoólicas na via pública, ou as aulas à distância ministradas por quem estava preparado para as leccionar e receber, aumentaria o risco de contágio? Isto tudo num ano em que, em contrapartida, as celebrações do 25 de Abril, as manifestações do 1.º de Maio e a Festa do Avante não ofereceram, aparentemente, risco agravado. Isto tudo quando a fiscalização paranóica começa a dar sinais de abundar e os rastreadores, esses, continuam a faltar.

Rui Castro: pela Verdade, sempre.

29/03/2021

As pessoas têm de assumir de uma vez o que querem. Ou querem verdade, e a exigem aos governantes e aos meios de comunicação social, ou a procuram fora deles, ou pretendem continuar a viver no medo, controladas em cada goma que comem, por um governo corrupto, mentiroso e genocida.

Antes, eram só os marqueteiros, mais recentemente os famigerados influencers, que eram pagos para mentir. Agora, são os jornaleiros também. E os médicos. Os virologistas. Toda essa corja que põe o dinheiro e/ou o poder à frente da dignidade, da profissão que jurou com honra exercer.

É verdadeiramente vergonhosa a campanha em curso para destruir um homem que não tem feito outra coisa a não ser tentar ajudar, direta ou indiretamente, quem não quer estar sujeito aos desvarios ditatoriais do governo.

À maior e mais escandalosa fraude da História.

Os primeiros a acusar tudo e todos de fascistas, a defender verdadeiras atrocidades em democracia: discriminação, identificação de inocentes com a marca da besta, a querer proibir compatriotas de fazer a sua vida, ter acesso ao mais básico do básico para sobreviver. A apelar à força policial, mas o ditador é o outro, sempre o outro.

Tal como a maioria da população não sabe nada de medicina ou de vírus, também não sabe de leis.  

É preciso ser muito desonesto, e muito preguiçoso, ou pago para isso, para repetir até à exaustão falsidades e abusos de poder, veiculando-os como se fossem verdades absolutas, exercício de poder judicial. Jornais diferentes todos com o mesmo texto, o mesmo título, o mesmo conteúdo.

Sem um mínimo de rigor quanto à verdade dos factos.

Um governo que mente todos os dias, um presidente da República que não passa de um palhaço, órgãos de comunicação social completamente vendidos que apenas veiculam propaganda, zero investigação. Figuras públicas com o seu salário garantido que juram a pés juntos que as pessoas que se manifestam para poderem voltar a trabalhar são fascistas encapotados.

Essa corja que acusa de negacionista qualquer um que se atreva a questionar a narrativa oficial. Mesmo que o faça com lógica, argumentos científicos, conhecimento de causa. E apresente provas.

Coisa que o governo NUNCA fez.

Fizeram-no com a Dra. Margarida e querem fazê-lo com o Rui Castro.

Que tem sido, como era de esperar dos meios oficiais de propaganda do governo, acusado de tudo quanto há, acusações essas feitas com base em mentiras, em processos tanto pela Ordem dos Advogados quanto pelo CSM sem qualquer razão de ser.

Admiro-lhe a coragem, orgulho-me de a justiça portuguesa estar tão bem representada, desejo-lhe calma e cabeça fria, embora entenda perfeitamente que perca a cabeça tendo em conta a insanidade que vivemos há um ano. E o que está para vir.

Gente cobarde, que não sabe nada de nada, paga para mentir, a enxovalhá-lo em praça pública. Vocês têm o que merecem. Só é pena que não sejam apenas vocês a sofrer. Que tenham de arrastar gente que a única coisa que quer é viver em paz e sossego. Trabalhar, sustentar filhos, cuidar de si e dos seus. E ser LIVRE.

Rui Castro, estou consigo até ao fim.

Pela parte que me toca, muito lhe agradeço todo o trabalho jurídico que tem feito em prol da verdade. A única arma que temos contra o abuso de poder de que somos alvo todos os dias. Quer pela polícia que interceta pessoas e as multa por estarem a comer e a passear, quer pelo Governo, que acabou com a vida de milhares de pessoas, com Estados de Emergência uns atrás dos outros, sem qualquer sentido ou prova minimamente credível de que não só são necessários como funcionam.

Governo esse que, por via dos órgãos de propaganda oficial, já vem avisando que depois da Páscoa não há liberdade para ninguém. E que a culpa é dos portugueses, esses malandros, que aproveitaram as férias da Páscoa para sair de casa e ir passear para o campo ou para onde lhes apetecer.  Mas as pessoas continuam a acreditar que é só mais este esforço, só mais desta vez.

Parece conversa de agarrado, e o povinho a engolir…

Existential Solitude

27/03/2021

We must learn how to endure existential solitude.

Seeking other people for a quick fix is just the same as looking out for drugs, drinks, shopping, sweets, work, books, movies, series, sports, whatever takes your mind off your existential solitude… It is not even a quick fix, as it fixes nothing, it just postpones dealing with the matter, which will strike even harder next time.

We are not always strong enough to endure in existential solitude, but we must try whenever we are strong enough to stay there, look it in the eye, and manage not to run away from it.

Just cry it, as simple as that, cry it.

It is not a matter of playing the victim, it is actually respecting the bit of you that is suffering, in need, neglected.

Seeking others for a quick fix is even worse sometimes, people can’t take their own existential drama, you can be sure they won’t take yours. They will not listen. Instead, they will offer some piece of advice not to deal with their own stuff, leaving you even lonelier.

It is fair enough to believe they would honestly want to cheer you up, that is fine.

What about when you don’t need cheering? What about when you only need someone to listen, to embrace whatever you’re dealing with without falling into the ego trap of giving you a solution. Or fake it with chocolate, cigarettes, joints or a beer.

That is most likely the worst kind of loneliness.

When you are not seen, considered, appreciated for who you are, your moment of existence, your cry, sadness, impotence, confusion, fear, anger. And not even the biggest chocolate in the world would mend it. Chocolate not always replaces an embrace. Sometimes you just need someone to listen and hold you in their arms without a word, any sort of embarrassment, awkwardness, so that your split parts can be acknowledged and appreciated and, ideally, brought together. And there’s not that many people willing or able to do that for you.

So that’s why you should endure as much and for as long as you can.

Bill Gates, o filantropo.

23/03/2021

Bill Gates, o filantropo bonzinho que só quer o bem da Humanidade. Sem qualquer interesse económico ou financeiro. As fundações não pagam impostos, a do Bill Gates só dá lucro. É ver onde investe, que empresas, farmacêuticas e redes sociais incluídas, controla ou tem ações. Como se vê, tem zero interesse em empurrar vacinas goela abaixo de milhões de pessoas no mundo inteiro.

Só uma notinha para as pessoas que dizem publicamente que a vacina Astra Zeneca, não é só esta, são TODAS as vacinas Covid, “só” causou coágulos a 40 pessoas, o que, mais uma vez, é mentira. Há gente a morrer na sequência desta vacina, e das outras. E gente a contrair o vírus depois de vacinada. O que deveria levar-nos a questionar não só as vacinas em si como quais os objetivos dos Governos que as obrigam. De resto, vão dizer isso aos familiares das pessoas que morreram. Ou a quem teve reações que as puseram em perigo de vida.

Não nos cansamos de repetir: vacinas para um vírus com taxa de recuperação de 99,9%. Vacina essa que não só não combate vírus algum como jamais trará qualquer tipo de liberdade. Ou seja, não serve para rigorosamente nada de bom.

Portugal com testes Covid gratuito em farmácias. Pessoas que o façam, são obrigadas a divulgar os resultados ao Governo. Para quê? Arranjar justificações para nos fechar a todos outra vez, daqui a dois meses.

(Conseguiram tirar o outro vídeo do ar, fica este. Vídeos que provam a psicopatia do Bill Gates não faltam)

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