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18/08/2010

Ontem, por ocasião do aniversário da namorada do núcleo pobre da novela, achei que tive uma visão, vi uma miúda que foi minha colega em Lisboa, no 12º ano. Desde então, só a tinha visto uma vez, na Gulbenkian. Esta foi a segunda. Por momentos perguntei-me se não estava no Bairro Alto, para, logo de seguida – ainda estavamos as duas de boca aberta e depois de já termos caído nos braços uma da outra – lhe perguntar, com a doçura que me caracteriza: o que é que tu estás aqui a fazer?

Conversa vai, conversa vem, eu, a palhaça do costume, e ela a rir ensandecidamente, em silêncio, como compete a uma moça decente, não é como umas e outras que gargalham e assustam bebés e gatinhos, sai-se com um: “Estás igual”. Quase 20 anos depois… Não sei o que pensar sobre isto…
*
Nunca mais bebo vinho…
*
A miúda do Alê faz hoje 27 anos, Deus a ajude…

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  • Anonymous 24/08/2010 at 22:26

    perai, isso nao está claro.
    Encontrou a moça ou foi puro devaneio? Esclarece ai, pow.
    beijos e saudades da senhora.

  • Isa 25/08/2010 at 05:17

    Encontrei sim, olha que doideira? Os portugas estão aí em massa, de novo… desculpaê :)
    Cara, saudades pra carai!!!
    Bjo enorme

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