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A Long Way Down

22/08/2010

Vou na página 159 e já tinha saudades. Até ver, este é o melhor Nick Hornby que já li. Bem melhor do que o How to be Good, melhor ainda do que o About a boy, melhor do que o 31 songs, que comprei há séculos mas que ainda não li.

Ler Nick Hornby, este em concreto, é constatar que as pessoas são mais humanas na ficção do que na revista Caras, ou do que na blogosfera, ou do que nos programas de TV da manhã, ou do que a maior parte das pessoas que conheço. Ao contrário do cinema, da revista Caras, da blogosfera, da Fátima Lopes, da Júlia Pinheiro ou da maioria das pessoas com quem me cruzei na vida, neste livro de Nick Hornby não há super-heróis, não há anjos, a não ser um que tem a cara do Matt Damon, não há monstros, nem há lugar a grande superação. Não há lugar a vitimização, e, putz, bem poderia haver, nem a justificações, que, apesar de boas, não desculpam porra nenhuma.

Não consigo parar de ler e tinha saudades…

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