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A psicologia analítica explica os incêndios

11/09/2013
A repressão da líbido* aumenta a impulsividade e ativa assim as possibilidades e tendências a excessos e aberrações de toda a sorte. Entre estes, os distúrbios sexuais são bastante frequentes, como era de se esperar e como a experiência confirma. Um exemplo particularmente elucidativo é a psicologia do incendiário: a provocação de incêndio realmente é uma “produção de fogo” regressiva e ao mesmo tempo em certos casos se associa à masturbação. Hans Schmid relata o seguinte caso: um jovem camponês imbecil provocou vários incêndios. Durante um deles as suspeitas caíram sobre ele por seu comportamento, porque observava o fogo alegremente, de mãos nos bolsos, da porta de uma casa defronte. Mais tarde, durante o exame, confessou que se masturbava toda vez que se deleitava diante de um fogo por ele ateado. In: “Símbolos da transformação” C.G. Jung

*Uma das discordâncias entre Jung e Freud foi o conceito de líbido. Para Jung a líbido não é energia exclusivamente sexual, mas psíquica.

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  • O carteira vazia 11/09/2013 at 15:46

    a teórica esta bem escrita, mas agora em linguagem mais comum, o que leva alguem a atear fogos… o que mais me espanta é vê-los a sair inocentes com pequenas multas dos tribunais e dizem que sao malucos… e nao foram malucos para os atear…? enfim… gostei do teu blog, fiquei seguidor.

    http://ocarteiravazia.blogspot.pt /<

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