As 10 Fases do Genocídio*

01/02/2021

Tradução resumida do conteúdo deste vídeo sobre a teoria das 10 Fases do Genocídio, de Gregory Stanton.

Com base numa avaliação de genocídios que ocorreram no passado, Stanton percebeu que existe um padrão faseado, progressivo, até que um genocídio se concretize. As fases de um genocídio não são necessariamente lineares, podem também ocorrer em simultâneo.

A primeira fase do genocídio é: classificação

Categorização de um grupo de pessoas que são “o problema”, a “ameaça” à sociedade.

Nos genocídios do passado, categorizou-se com base na etnia, raça, género, religião ou nacionalidade. A tirania de hoje engloba todos os anteriores, porque é um ataque contra toda a humanidade.

O grupo alvo dentro da espécie humana é um grupo de pessoas muito específico. As que defendem a soberania do corpo, dos direitos humanos. Que querem proteger o direito à liberdade de escolha quanto aos cuidados de saúde. Que querem ser autossuficientes, inclusive economicamente, gerando o seu próprio rendimento.

O alvo é, basicamente, a liberdade.

E o objetivo é esmagar qualquer expressão de liberdade. De consciência, de escolha de cuidados de saúde, de criação da própria subsistência. E tornar todos os indivíduos potencialmente autónomos em escravos e completamente dependentes do Estado, à força. Uma causa nobre mascara estas intenções: Rendimento Universal… Não nos deixemos enganar, a concessão deste rendimento implica uma condição: concordar com todas as regras da ditadura.

Esta é a Nova Ordem Mundial, que praticamente todos os governos papagueiam agora. O novo normal. O fim da propriedade privada, o fim da fonte de rendimento privada, o fim da autocura, do cultivo da própria comida, dos próprios remédios.

Tudo será gerido, monitorizado, detido pelo Estado.

Incluindo o seu corpo e a sua mente. Esse é o beco sem saída em que nos encontramos. O que estamos a testemunhar é um permanente, infinito, estado de escravidão: o novo normal.

A segunda fase é: simbolização

O grupo alvo é destacado do resto, sendo objeto de diferenciação visual.

No culto Covid usa-se a psicologia invertida. As pessoas que estão seguras e são boas, bons cidadãos, cidadãos modelo da Nova Ordem Mundial, cobrem a cara.

Os maus, os perigosos, os egoístas, psicopatas, inimigos do Estado, os inimigos da saúde nacional, são quem se destacam das massas. Os que não usam máscara. É assim que o grupo-alvo é isolado e marcado simbolicamente. É muito inteligente a forma como é feito: ao pôr a máscara, está voluntariamente a aceitar a tirania. Ao recusar usar a máscara está a aceitar voluntariamente tornar-se num alvo visível.

A terceira fase é: Discriminação

Quando o dominador usa mandatos, leis, costumes, normas, e poder político para negar direitos ao grupo alvo. Negação de direitos é SEMPRE um sintoma de tirania e uma das fases que conduzirão ao genocídio. Não podemos ver direitos serem-nos retirados e viver num mundo livre. A retirada de direitos é SEMPRE a manifestação da constituição de uma Ditadura.

Como se manifesta esta perda de direitos?

Quando nos é dito quantas pessoas podemos ver; quão perto podemos estar uns dos outros, quando a liberdade de movimento nos é retirada; quando cancelam eventos, reuniões familiares; quando se aniquila a cultura; quando se retiram meios de sustento… A lista é infindável.

Os nossos direitos estão sob ataque sistémico.

E a máscara é peça chave neste ataque. Sem máscara não podemos entrar numa loja, num edifício público, num transporte público, num avião, num parque. E em breve, além do mandato da máscara, a vacina tornar-se-á ferramenta semelhante de discriminação sistémica.

Não poderemos participar na sociedade ou viajar sem ela.

Esta é a agenda. Isto não é um filme de ficção-científica, é a realidade. O futuro da humanidade. Precisamos de parar de nos enganar, de acreditar em fantasias. O vírus não vai evaporar-se e tudo vai voltar ao normal. Esta operação psicológica vai continuar. Com mais vacinas, mais confinamentos gerais, mais pandemias. Estamos a lidar com psicopatas. Damos-lhes um dedo, levam-nos o braço.

A quarta fase é: desumanização

A diminuição da humanização do grupo discriminado é feita pela via da propaganda, de forma constante. Quando o insulto sistémico entra em ação. Sabemos quem são os indivíduos alvo porque aos mesmos está a ser roubada a sua humanização, reduzindo-os a adjetivos ofensivos como: apoiantes de extrema-direita, alt-right, teóricos da conspiração, anti-vacinas, (negacionistas, maluquinhos)… Todos rótulos com o intuito de desumanizar.

Já se estabelecem, inclusive, paralelos com o terrorismo.

Pessoas estão a ser chamadas fanáticas, lunáticos, psicopatas egoístas, anti-higienistas, gente que propaga doenças, sujidade.

São os governantes, a comunicação social e os cidadãos que estão a fazê-lo.

Toda a gente concorda que estes são a ameaça à sua segurança, às suas vidas. Ninguém sequer encolhe os ombros quando um político diz, publicamente, que os anti-vacina devem ser removidos da sociedade. Ou quando a OMS declarou que os anti-vacina se encontram entre os dez maiores fatores de risco do mundo. Toda a gente aceita. É assim que sabemos que a discriminação e a desumanização atingiram um nível sistémico. Porque a cultura popular aceitou e adotou estas práticas. As pessoas nem sequer reconhecem que é discriminação. Está enraizado a este ponto. Toda a gente repete os mesmos insultos.

A 5ª fase é: organização

Quando um Estado ou uma instituição começa a planear o genocídio, a matança.

Já tem vindo a acontecer há algum tempo. Em relação a esta técnica de guerra psicológica chamada pandemia, em 2010, o Instituto Rockefeller produziu um documento chamado Operation Lockstep, no qual analisava a imposição de confinamentos por parte dos governos. Em novembro de 2019, o mesmo Instituto, juntamente com o Fórum Económico Mundial e a Fundação Bill & Melinda Gate, organizou o Evento 201, um ensaio de uma pandemia. Todas estas ações fazem parte da fase de Organização: ensaiar respostas, cenários. E os planos para vacinar toda a população mundial já estão em curso desde os anos 90, quando as Nações Unidas criaram o plano para o século 21, também conhecido como Agenda 21. A Agenda 30 é o próximo marco.

Este genocídio é diferente dos do passado. Não ocorre por meio de tiroteios em massa, massacres sangrentos. É uma traição silenciosa global, cometida pelo controlo da mente com base no medo. É assim que as pessoas estão a ser convencidas a vergar perante a sua própria morte. A perda do sustento, de direitos humanos, violência médica e assassinato por injeção.

(Continua…)

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