Traduções de Artigos de Psicologia

As 5 linguagens do amor e como usá-las

27/05/2013
Todos tivemos relações em que sentimos que não “falávamos a mesma língua” que os nossos parceiros. De alguma forma, apesar das nossas melhores intenções, a nossa mensagem passou ao lado ou nunca chegou. Mal-entendidos, comunicação truncada e sentimentos feridos cresceram até que o relacionamento acaba, não por falta de amor, mas porque nós e/ou os nossos parceiros, não nos/se sentiram amados.
Perceber as cinco “linguagens do amor” propostas numa série de livros de Gary Chapman pode ajudá-lo a salvar um relacionamento, se estiver num, ou a evitar a dor e frustração relacionadas com essas mensagens, quando entrar num. Não se aplica apenas a relacionamentos amorosos, as 5 linguagens do amor são relevantes no caso de relações platónicas, sejam familiares, de amizade ou entre colegas de trabalho. Se conseguir identificar a sua linguagem do amor, bem como a de outras pessoas, consegue comunicar o seu afeto e apreciação mais eficazmente, conduzindo a uma relação mais feliz e mais preenchida para ambos.
As cinco linguagens do amor, tal como definidas por Dr. Chapman, são as seguintes:
Palavras de afirmação
Reforço verbal positivo: se esta é a sua linguagem do amor, sente-se maravilhosamente quando alguém o elogia genuinamente. Pode sentir-se inseguro sem encorajamento ou sem expressões de aprovação regulares. Sente-se amado quando o seu parceiro expressa apreciação pelas pequenas coisas que você faz.
Tempo de qualidade
Perídos em que tem toda a atenção. Se tempo de qualidade é a sua linguagem do amor primeira, sente-se negligenciado quando não passam tempo juntos, só os dois, ou quando não fazem alguma coisa juntos, que adorem fazer. Gosta de partilhar as coisas que gosta com os outros e sente-se especial quando alguém o inclui em alguma coisa pela qual esse alguém é apaixonado.
Receber presentes
Símbolos de afeto físicos ou visuais. Se receber presentes o faz sentir-se amado não quer dizer que seja superficial. Algumas pessoas simplesmente respondem a ilustrações tangíveis do amor num relacionamento. Diferente de um “garimpeiro”, alguém que fala esta linguagem do amor aprecia presentes pensados para si, personalizados, que não necessariamente dependem do preço. Um cartão feito à mão ou uma bijuteria podem significar muito, se bem escolhidos e adequados a quem os recebe.
Atos de serviço
Fazer coisas por alguém. Se esta é a sua linguagem do amor dominante, sente-se amado quando alguém sai do seu caminho para tornar o seu dia mai agradável ou mais leve. Como por exemplo: fazer tarefas, cozinhar, cuidar de alguma coisa que normalmente seria da sua responsabilidade, contribuir sem que ninguém lhe peça. A maioria das pessoas consegue relacionar-se com esta linguagem do amor através de várias formas e é extremamente importante praticar esta linguagem amorosa genuinamente, e não como se fosse um dever ou para evitar ressentimento.
Toque
Contacto físico entre as pessoas. Não se restringe ao sexo ou à intimidade, esta linguagem do amor engloba todos os tipos de toque, desde abraços, a beijos, a carinho. O contacto físico pode ser uma forma de comunicação por si só. Se esta é a sua linguagem do amor, precisa que o seu parceiro reconheça que tipo de toque é agradável e que tipo de toque irrita, focar no primeiro e abdicar do segundo.
É vital lembrar que cada um fala o seu dialeto do amor. Todos nós nos conseguimos identificar com mais do que uma destas expressões de amor ou de afeto, no entanto, a maioria de nós responde primariamente melhor a uma ou outra. Também tendemos a expressar amor da forma que gostaríamos de o receber, e se os nossos parceiros não comunicam da mesma forma que nós, pode criar muita tensão e insatisfação. Assim, concentre-se em identificar a linguagem do amor do seu parceiro e pratique, mostrando afeto da forma que ele melhor recebe a mensagem. Afinal, o que queremos realmente é sentirmo-nos vistos e amados.

Source
*Via (tradução minha)

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