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Até quando?

10/01/2012
Culpar o outro pelas nossas merdas; impingir ao outro as nossas merdas…

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  • Anonymous 10/01/2012 at 16:46

    até…infinitos e mais além. outros assim não acabam nunca..há sempre um outro perto de nós..
    Beijos do frio
    Pat

  • Mariam 10/01/2012 at 17:25

    Instinto animal puro. Uma defesa (idiota, é certo), como outra qualquer, para não nos autodesvalorizarmos mais. Levada ao extremo, uma hipocrisia, sim. Uma cobardia. E também crueldade. Onde é que fica o ponto de viragem para chegar a esse extremo é que é mais difícil de perceber :-)

  • Isa 10/01/2012 at 17:31

    :D
    O que é mais difícil de entender é onde é que fica o Amor no meio disso tudo. o Amor que sentimos pelos amigos, pela família, e tal e tal. e o respeito, ah o respeito…

  • Mariam 10/01/2012 at 17:47

    Nunca é tão incondicional que o amor por nós próprios não suplante. O tal instinto de defesa, mesmo contra quem não nos ataca, mas que pode lembrar-nos ‘Hei, eu sou melhor do que tu!’. Incondicional, só pelos filhos: esses fazem as borradas e as burradas e nós defendemo-los mesmo contra nós próprias. Ralhamos a dar beijos, o que não fazemos por mais ninguém.

    A questão é: por quem darias o coração? Só a esses não culpas pelas tuas merdas. São eles os donos do teu coração, para o caso de precisarem dele. Só a esses não culpas pelas tuas merdas e não lhes impinges as tuas. Nos olhos desses o desapontamento por nós dói tanto que preferimos assumir culpas que nem temos…

  • Isa 10/01/2012 at 17:54

    Ai g-suis que agora baralhaste-me. a cena é, todos fazemos isso num momento ou noutro. a minha pergunta onde é que fica o amor é exatamente aí, daria o coração a alguém que sim me sugerisse alguma coisa mas que não ma impusesse, que respeite que as minhas crenças não são as mesmas. que as minhas noções da vida, do outro e do respeito não são as mesmas, que há coisas que eu acho que nao sao precisas e isso deve ser respeitado, que me deixasse decidir sem me impor porra nenhuma, sem me chatear os cornos com o seu ego insuflado, daria o coração a quem não foge das responsabilidades, não culpando o outro por tudo, absolutamente tudo de mau que lhe acontece na vida. acho que é por aí.

  • Mariam 10/01/2012 at 18:07

    :-) eu dizia ‘dar o coração’ em sentido estrito. Doar o órgão. Só fazemos isso por uma ou duas, ou quatro pessoas, no meu caso.

    Pessoas hiper-reactivas e auto-destrutivas há-as escondidas no mais porreiro dos companheiros, no melhor dos amigos. As que nos culpam de todos os seus fantasmas, merecem as costas. A vida é demasiado curta para a desperdiçarmos com quem não a ama.

  • Isa 10/01/2012 at 18:14

    :) LOL :D bom, dar o órgão, cara… o órgão? não tenho filhos… acho que só aos meus sobrinhos…

    Eu tenho um bocado a mania que sou boa avaliadora de caráter. sabes aquelas coisinhas que a gente não liga? os sinais de alarme? pois eu sou muito boa em identificá-los. tomar uma atitude no ato sao outros 500, mas que os identifiquei, ah isso identifiquei, e cara, é ótimo, dps nao ha lugar a mimimi…

  • Mariam 10/01/2012 at 18:16

    Escorpiona! :-)
    Um ‘faro’ único!

  • Isa 10/01/2012 at 18:20

    :D

  • Diana 10/01/2012 at 19:12

    Nisso, estou muito bem servida, posso dizer. Amigos que me respeitam, daqueles mesmo à séria, e o esposo, que faz tudo o que escreves acima em questões de respeito. Não tempo, nem paciência, para andar a ser culpada pelo que acontece de mal aos outros. Ninguém me serve melhor que eu própria, e às vezes dá merda, pois. Adiante. Levanta-te e volta a andar. :-D
    Isto tirando, claro está, a situação do país. Essa é única e exclusivamente, do Sócas e sua corja. Ahahahahahahahahahahahah.

  • Isa 10/01/2012 at 21:57

    Nem mais, o sócas, sua corja, o guterres e quem votou neles. olha, eu cá não fui :D

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