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Back to basics

22/03/2013

A propósito do “isso de ser bonzinho”, do “take it or leave it”, do post imediatamente abaixo deste, e com tanta distração na vida que nos tira do nosso centro, a galera que mora na nossa cabeça e seus achaques, o ego e sua obsessão em manter o controlo, tem dias que é preciso voltarmo-nos pra dentro, para longe da crítica alheia, do julgamento alheio, da falta de memória alheia, e da nossa…, para descobrirmos que não somos só um momento, uma reação, um dia, somos muito, bem mais do que isso. Que não deixámos de ser o que fomos, simplesmente abafámos ou concretizámos e resolvemos. Que uma coisa compensa a outra, dissociar personalidades, expressão do querido do João Pedro que me deu que pensar ontem, para nós mesmos percebermos qual é a nossa natureza, como funcionamos, o que damos e o que queremos de volta, o que verdadeiramente importa para nós, o que nos deixa tranquilos, o que faz o coração ressoar. Para não nos esquecermos de que o que conta é a essência, independentemente da questão psicológica que estiver, ou não, por trás das nossas palavras, atos e omissões. A, de alguma forma, coerência, que não é agir sempre da mesma forma consoante o estímulo externo, mas agir sempre da mesma forma de acordo com a nossa natureza, a nossa essência, o tipo de onda que seguramos, (re)agir de acordo…, que é, no fim de tudo, o que valida ou não a permanência dos outros na nossa vida.  

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