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Cachaça é coisa do capeta…

22/01/2011

Durante muito tempo não bebi caipirinha, dava-me uma azia monstra. Nem caipiroska, pelo mesmo motivo. Acreditei que fosse da cachaça, de qualquer bebida branca e finalmente do limão.

Em Boipeba descobri que o que dá azia é aquela porra branca das limas. Sem isso, uma beleza. O pobre do Alê a fazer em casa e eu a beber aquilo tudo. Descobri que o problema não estava só na azia. Descobri que fico mucho doidja e não gostei do descontrolo. Na vez seguinte, recusei-me. Fiquei na cerveja, mais leve e mais segura.

Em Salvador bebi uma de umbu (‘bora jogar ao STOP?), boa, boa… e aqui em SP descobri, por mero acaso, a caipiroska de morango. Absolutamente deliciosa. Já quase me tinha esquecido que era opção quando ontem, no Tapas, na Augusta, porque pensei que ia pagar pra mais de uma fortuna de consumo obrigatório, o que felizmente não se verificou mas isso só soube no fim, fui de pedir caipirinha, eu odeio o sabor da cachaça e pedi assim mesmo, de morango, por óbvio. A pessoa bebe e come os morangos no fim. Parcendo que não, sempre dá uma hidratada básica, o que é preciso é arranjar boas desculpas… Fora que os morangos são cada vez mais a nossa fruta de eleição. A caipirinha tinha muito menos morangos do que o que seria aceitável pelas brigadas da saúde. Bebi assim mesmo… Duas…

Cachaça é coisa do capeta, a pessoa fica bem, muito bem. Muito bem disposta, leve, fresca e solta. Principalmente solta… É aí que mora o perigo. Amay cada minuto… A noite correu bem, o show do Michi e sua turma, Rafa como convidado especial incluído, foi muito, muito bom. Sonzaço, eu diria, e há muito que não dançava assim, não curtia assim. Do início ao fim. Medaaaaa…

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