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Campbell explica [agora traduzido]

19/06/2011

No entanto, essas reivindicações já não podem ser levadas a sério por ninguém que sequer frequente o jardim de infância. Já que isso representa um perigo muito sério. Pois não só essa sempre foi a forma como um grande número de pessoas interpreta literalmente os seus próprios símbolos, como essa interpretação simbólica literal sempre foi – e ainda é, de facto, – o sustento das suas civilizações, o sustento das suas ordens morais, coesão, vitalidade e poderes criativos. Com a sua perda, segue-se incerteza, e com a incerteza, desequilíbrio, já que a vida, tal como sabiam Nietzsche e Ibsen, precisa de ilusões vitais; e quando estas se dissipam, não resta nada seguro aonde nos agarrarmos, nenhuma lei moral, nada firme. J. Campbell, in Myths To Live By.

Explica tudinho, não só os deuses que escolhemos para adorar, mas também os nacionalismos bacocos a partidarite, a clubite e outros mecanismos de sobrevivência que adotamos.

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