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Arquétipos e Inconsciente Coletivo

20/09/2023

De acordo com Carl Jung, os arquétipos estão na génese do inconsciente coletivo, desempenhando um papel fundamental no desenvolvimento da personalidade.

Arquétipos são símbolos, imagens ou padrões universais, comuns a toda a humanidade. Independentemente da cultura ou da época, que se manifestam nos sonhos, na arte e na mitologia. E que refletem tanto temas quanto padrões de comportamento universais.

O inconsciente coletivo é onde esses arquétipos se encontram.

Jung defendia que, quando nascemos, somos apenas inconsciente coletivo. E que, à medida que a psique se desenvolve, o conteúdo de alguns arquétipos é integrado na consciência. Ficando o restante na sombra da mesma, ao qual deu o nome de complexo.

A cada arquétipo não integrado corresponde um complexo.

Complexos esses que são os responsáveis por muitos dos nossos comportamentos, atrações, repulsas, reações e emoções.

Postulando que a integração dos conteúdos sombrios, ou seja, não integrados na consciência do ego, é essencial para o desenvolvimento da personalidade.

Pelo seu simbolismo universal, os arquétipos permitem-nos integrar, sem racionalizar, conteúdos até então desconhecidos. Contribuindo tanto para uma melhor compreensão das nossas emoções quanto para o desenvolvimento de um maior sentido de identidade.

Por outro lado, o inconsciente coletivo também é fonte de criatividade e inspiração.

Que nos permite aceder ao nosso Eu divino, o Self, e a partir do qual toda a criação nasce, do ponto de vista da totalidade psíquica.

Assim, o inconsciente coletivo e seus arquétipos são o meio pelo qual nos conectamos de verdade. Connosco, com os outros e com o mundo ao nosso redor. Independentemente das diferenças e sem que a individualidade precise de ser sacrificada.

Para Jung, o grande objetivo do desenvolvimento da personalidade é chegar à totalidade da identidade.

À união psíquica entre todas as partes que a compõem, ao qual chamou Processo de Individuação.

No qual nos tornamos conscientes da nossa sombra, do nosso Eu divino e do nosso potencial, momento em que voltamos a ser nós mesmos, verdadeiramente. Defendendo que os arquétipos e o inconsciente coletivo desempenham um papel fundamental na individuação, dando a orientação e o apoio de que precisamos para nos tornarmos os indivíduos que estamos destinados a ser.

Hesse e Jung

18/09/2023

O livro “O Registro de duas Amizades”, de Miguel Serrano, conta-nos como o autor se relacionou tanto com Carl Jung quanto com Hermann Hesse, no final da vida de ambos. O livro centra-se na troca de correspondência entre o autor e os dois pensadores, Hesse e Jung, referência mundial no que à busca pela plenitude e pelo sentido da vida diz respeito.

Carl Jung é o pai da Psicologia Analítica, ao passo que Hermann Hesse é autor de vários livros com o existencialismo como pano de fundo, de que “Siddartha”, “O Lobo das Estepes”, “Demian” e “Narciso e Goldmundo” são apenas alguns exemplos.

Pelas suas obras, conseguimos observar, mesmo sem nunca mencioná-lo, a permanente insatisfação, angústia e inquietação de Hesse, na constante tentativa de compreensão da vida e na eterna busca pelo sentido da mesma.

Que se traduz, de acordo com o pensamento de Carl Jung, no Processo de Individuação.

Hermann Hesse chegou a fazer terapia com Jung, que reivindica que teve influência direta em “Siddartha” e “O Lobo das Estepes”, escritos na sequência das sessões.

Chegaram a corresponder-se, tendo Jung escrito a Hesse, aquando da publicação de “Demian”, já que as semelhanças entre a jornada do personagem e o Processo de Individuação são por demais evidentes. Jung era leitor de livros anteriores de Hesse, mas foi em “Demian” que o reconheceu, no personagem.

Ambos tinham uma relação com a estética e a arte.

Hesse pintava e escrevia poesia, Jung via nesses símbolos a presença do inconsciente coletivo. Por outro lado, a Índia é também uma referência para ambos, que a visitaram pelo mesmo motivo: a espiritualidade.

Tendo também explorado a religião, nesse sentido, Jung pela via dos símbolos, Hesse pela via do Budismo.

Por outro lado, a importância do conceito de Sombra, tal como definido por Jung, é bem patente na vida e obra de ambos. Sendo “Narciso e Goldmundo” um belo contraste entre a consciência do ego e a persona, e a totalidade psíquica.

À qual Jung deu o nome de Self.

No livro “C. G. Jung e Hermann Hesse: Um registo de duas amizades”, Miguel Serrano refere que os personagens Narciso e Goldmundo e Siddartha, bem como Sinclair e Demian têm muito em comum, no caso dos primeiros. Quando não são a mesma pessoa, no caso de Demian e Sinclair, aludindo precisamente aos conceitos junguianos de sombra, ego, persona e Self.

Narciso e Goldmundo representam duas tendências essenciais num homem: a contemplação e a ação. Já Siddhartha e Govinda representam características opostas, devoção e rebelião.

Qualidades patentes em todos nós, individualmente.

Pensamos em nós, mas também somos caridosos para com os outros. Deparando-nos muitas vezes divididos entre a introversão e a extroversão, tipos psicológicos tais como definidos por Jung. Aludindo à polarização do ego, cuja ansiedade se resolve com a presença do Self e o contacto permanente entre ambos. Permitindo assim amena convivência entre os opostos, a cujo estádio Hesse chegou, nas suas obras.

O livro de Serrano é uma leitura essencial para quem se encontra dividido entre a razão e a emoção, o dever e a vontade. Cujos paradoxos encontram eco tanto na obra de Jung quanto na de Hesse. Dois dos pensadores e existencialistas mais influentes do século XX

E a referência mundial no que à busca pelo sentido da vida diz respeito.

Um pela via da Psicologia e o outro pela da Literatura, ainda que não se excluam mutuamente.

A Arte da Sedução

14/09/2023

“A Arte da Sedução”, de Robert Greene, é um manual sobre a sedução, nas suas diferentes formas.

Tal como noutros dos seus livros, também aqui Greene usa exemplos de personagens históricos para evidenciar a realidade dos factos. Greene, exímio contador de histórias, é mestre na arte de aprender com o que não consegue dominar. E um especialista na transmissão desse conhecimento aos demais.

“A Arte da Sedução” encontra-se dividido em quatro partes.

Na primeira, intitulada: “O personagem sedutor” apresenta-nos 10 tipos de sedutores, como a Sereia, o Amante Ideal, o Charmoso e o Anti-sedutor.

Na segunda, à qual deu o título de: “O processo da sedução”, Greene explica como este processo funciona, em duas fases.

Durante a primeira, o sedutor precisa de escolher a sua vítima, criar uma falsa sensação de segurança, enviar mensagens dúbias, aparentar ser um objeto de desejo, criar uma necessidade, tornar-se mestre na arte da insinuação, entrar no espírito do seduzido e criar tentação.

Na segunda fase, o sedutor começa por manter o suspense, usar o dom da palavra para espalhar a confusão, prestar atenção ao detalhe, poetizar a sua presença, desarmar pela estratégia, a fraqueza e a vulnerabilidade, confundir desejo com realidade e isolar a vítima.

Na terceira parte, “o precipício”

Greene leva o efeito da sedução mais longe, ao usar medidas extremas, tais como: provar quem é, regredir, acordar o transgressor e o tabu na sua vítima, usar iscos espirituais e misturar dor e prazer.

Por fim, na quarta parte, “preparar-se para a estocada final”

Greene começa por sugerir dar espaço, ou seja, o perseguidor é agora perseguido. Segue usando iscos físicos. Aconselha a dominar a arte da ousadia. E, por fim, aconselha a ter cuidado com os efeitos adversos.

Acusam-no muitas vezes de maquiavélico

Greene afirma que este, tal como outros dos seus livros, não se dirige a quem já domina a arte da sedução. Pelo contrário, a sua intenção é precisamente munir as vítimas da sedução de um manual completo sobre essa nobre arte. Para que evitem cair na esparrela e ser enganadas.

Família

12/09/2023

Num momento trágico do mundo ocidental, em que se faz gala em renegar, desencorajar, separar, criticar a família e a constituição da mesma, tive exatamente o exemplo contrário, este fim-de-semana.

A importância da família tradicional nunca foi tão fundamental quanto nos tempos que correm.

Por ocasião dos 80 anos de um tio, que convidou a família inteira (irmãos, sobrinhos e respetivos filhos) para almoçar no domingo, em Prado, terra que nos é muito querida, pelas memórias de infância e por tantas primeiras conquistas: aprender a nadar, a boiar e a andar de bicicleta, no meu caso.

O mais velho teve a iniciativa de desafiar a família toda para passarmos o fim-de-semana, já que, quando nos encontramos, é, nesta altura da vida, em ocasiões mais tristes do que felizes.

Por fazer questão que os seus filhos conhecessem a família toda. E assim fizemos, quase todos.

A nossa festa seria sábado. E que festão.

Com direito a chef e tudo, numa quinta só para nós.

Nunca me senti tão bem, tão feliz, tão acarinhada, tão bem recebida e acolhida, no meio de tanta gente. Igualmente feliz, animada, bem disposta.

A miudagem da terceira geração, quando não estava na sala de jogos, lá teve de levar connosco a cantar.

Agora somos nós os primos velhos. Em relação a quem a grande maioria da terceira geração diz pouco ou nada. Mas mostrámos que estamos aqui para as curvas, e, no dia seguinte, ainda demos um mergulho no Cávado, o nosso rio, que continua lindo.

Partilhámos as nossas e criámos novas memórias com eles.

Ficar-me-ão gravados os sorrisos de olhos quase fechados, a cantoria, a organização e os meus primos encarregues da mesma, homens como deve ser, os meus tios tão felizes e os meus primos e irmãos mais animados do que nunca. Tudo tão, tão orgânico…

“A idade assim não tem valor”.

Muito obrigada, querida família, é impossível sentirmo-nos sozinhos, com uma família tão grande e tão gira. Tão decente e tão séria, como deve ser.

À minha mãe e ao meu irmão mais novo.

E ao meu querido tio em particular, por querer celebrar connosco, sabendo o que a casa gasta… Que o seu dia tenha sido especialíssimo, pois bem o merece.

Adenda

04/09/2023

Adenda ao post anterior:

A todos os pais que estejam a lutar honestamente pela custódia dos filhos, contra mães abusivas, desequilibradas, manipuladoras, narcisistas, espero que este vídeo ajude. Por mais que ele esteja a referir-se a processos judiciais americanos, e ela a dar exemplos do Reino Unido, a estratégia serve para tribunais europeus. E ajuda muito a desconstruir a lavagem cerebral a que estamos sujeitos, há anos. Às mulheres que queiram ganhar consciência do impacto absolutamente destrutivo que o feminismo tem tido, o convite fica feito. Em inglês, é o que temos.

Ele representa a diferença entre a mentalidade da vítima e a do herói.

Embuste

03/09/2023

No meu périplo pela verdade, deixo aqui o embuste que foi e é o feminismo*: um projeto de poder marxista, criado por mulheres que odeiam os homens, por não poderem tê-los nem ser como eles, baseado em mentiras e falsidades, que não só influenciou como destruiu a vida de milhares de homens e mulheres, em todo o ocidente. Enfraquecendo os homens, num ataque sem precedentes aos mesmos, e destruindo por completo a essência do feminino, alegando que o protege. Com o objetivo único de lançar o caos social e destruir a família.

A propaganda, a melhor forma de transformar um embuste em “realidade”, está infiltrada em todo o lado, desde o entretenimento, à publicidade, não excluindo o ensino. Há mais de um século…

Mulheres e homens não são iguais, nunca foram e jamais serão, graças a Deus.

O que estas mulheres, e as que se lhes seguiram e defendem este embuste, querem são privilégios, não direitos. E conseguiram. A expensas dos homens, tão fundamentais para a vida em sociedade.

O caminho da verdade é difícil, duríssimo.

Requer um exame de consciência, desconstrução, reconhecimento das nossas projeções e respetivo recolhimento. O esforço contínuo para a desidentificação com o papel da vítima, sem dúvida, o mais difícil.  No entanto, para mim não há outro. Por mais que me custe. É a única forma de andar para a frente, de viver uma vida digna.

De resto, e como é evidente, claro que há homens abusadores, na mesma medida em que há mulheres abusadoras. Talvez estas não optem por expor os órgãos sexuais em sítios públicos, como alguns homens. Pela parte que me toca, aconteceu-me três vezes, numa delas tinha uns 10 anos. Mas contribuem ativamente para destruir a vida deles, inclusive as dos próprios filhos.

Não ajudando as mulheres, de todo. Muito menos contribuindo para a sua felicidade. Pelo contrário, usa-as e às suas características psíquicas e inatas, causando, precisamente, o caos social, diminuindo a qualidade do ensino e de todas as áreas profissionais.

Os dias que vivemos, e piores serão, são um exemplo disso.

O que não pode continuar a acontecer é classificar um género inteiro, por causa de casos pontuais. Principalmente quando o restante dos homens tem protegido e poupado as mulheres a uma série de perigos e chatices.

Queremos os homens de volta

Em colaboração e cooperação com as mulheres e não contra elas, que é o que o feminismo incendiário tem promovido, propagandeado e institucionalizado.

*Onde se repõe a verdade sobre todas as mentiras e propaganda que, ao longo de mais de 100 anos, infiltraram o ocidente, com o resultado que se vê.

Feminismo

17/08/2023

E se o feminismo não tiver passado de uma mega operação de propaganda? E todas nós manipuladas para, umas mais do que outras, cairmos na falácia? Não menosprezando todos os arquétipos femininos, naturalmente?

É longo, mas dá que pensar.

Breve nota sobre a Pearl: precisa de aprender que as mulheres não são inferiores, são apenas diferentes. E igualmente necessárias tanto na família como na sociedade.

Dados

15/08/2023

A proteção de dados (GDPR) é uma piada…

Tive de comprar um telefone novo. São cada vez maiores, mal me cabe nas mãos. Quando fui à procura das definições de privacidade para bloquear o acesso ao microfone, em todas as aplicações de mensagens, não o encontrei.

Os telefones mais recentes, e este é de 2018…, dão cada vez menos hipótese de escolha, autonomia, auto-preservação.

Sim, de 2018. Recuso-me a pagar mais de um salário mínimo por um telefone. Aliás, o meu limite são 300€. E mesmo assim já é muito. Daí que, tal como o anterior, também este é em segunda mão. Está impecável.

Dizem-me que não é um telefone, mas um mini computador.

Não preciso de um mini computador. Já tenho um computador e um iPad, que me foi oferecido, e apenas uso para ler o que não tenho em suporte físico. Não uso apps a não ser o GPS e aplicações de mensagens. E se não tivesse uma série de amigos fora do país, voltava aos Nokia anti-choques e salpicos, os meus preferidos.

Lamentavelmente, já não tenho olhos para aqueles ecrãs minúsculos.

Não. Não uso apps. Para nada. Dizem que é coisa de velho. Seja. Mas, enquanto puder, o acesso aos meus dados é por mim negado. Para que saibam que não os doei de forma voluntária.

Muito menos redes sociais. Apaguei-as todas, exceto a profissional. Não servem para nada, apenas para nos entupir os feeds com publicidade que, ainda por cima, só polui.

Ademais, recuso todos os cookies. Todos. Dou-me ao trabalho de verificar tudo, antes de abrir qualquer site. Convido-vos a ver, são às dezenas… Recuso todas as partilhas de dados em todos os contratos que assino. Peço para eliminarem todos os meus dados das bases de dados de empresas às quais me candidato. Sempre.

Mesmo assim, farto-me de receber chamadas fraudulentas e abusivas de gente que obteve o meu contacto de forma ilegal e sem qualquer consequência. Ou via empresas que os vendem.

Já nem se dão ao trabalho de pôr um humano a fazê-lo. Fazem-no por bots…

No outro dia, numa dessas recusas, e com o rato em cima da mesma, a frase dizia, literalmente: não podemos vender os seus dados… Vender. É para isso que servem as apps e as redes sociais. Todas elas. E tudo quando é smart, incluíndo telefones. Para coletar dados e vendê-los. Se os vendem, é porque têm valor. E muito.

Se é de borla, tu és o produto.

Não é à toa que se tornou impossível tirar a bateria aos telefones novos. Agora, a única hipótese de proteção de privacidade é enfiá-los no congelador. Mais, como é possível não poder apagar apps do meu próprio telefone? Ter empresas a decidir o que fica e não fica em telefones privados, cujas contas são pagas por nós? A escolha é outra ilusão. Não há escolha, só imposição. As câmaras em tudo quando é semáforo e esquina, com a desculpa da segurança, servem apenas e só para controlo e recolha de dados biométricos.

As liberdades de expressão, de movimento, de escolha, de auto-determinação, de pensamento… nunca estiveram tão condicionadas. E o dia em que tudo isto será usado contra nós está mais próximo do que se imagina. Já estando entre nós.

Portanto, a única pessoa que protege, de facto, os nossos interesses somos nós.

Bem pode o Estado e os Governos, a UE e as empresas vir com a conversa da privacidade ser importante e que agimos em conformidade com o GDPR.

Não só é mentira, como são os primeiros a vendê-los.

Donde se conclui que nenhum organismo, público ou privado, nacional ou internacional, institucional ou comercial, tem os nossos interesses em consideração. Pelo contrário.

Até os dados médicos, que eram os mais sagrados, não só são usados e vendidos como passarão a ser propriedade dos Governos, que poderão com eles fazer o que bem entenderem. E a última coisa em que pensam é no “bem comum”.

Monkeys

14/08/2023
Put 8 monkeys in a room.

In the middle of the room is a ladder, leading to a bunch of bananas hanging from a hook on the ceiling.

Each time a monkey tries to climb the ladder, all the monkeys are sprayed with ice water, which makes them miserable.

Soon enough, whenever a monkey attempts to climb the ladder, all of the other monkeys, not wanting to be sprayed on, set upon him and beat him up.

Soon, none of the eight monkeys ever attempts to climb the ladder.

One of the original monkeys is then removed, and a new monkey is put in the room. Seeing the bananas and the ladder, he wonders why none of the other monkeys are doing the obvious. But undaunted, he immediately begins to climb the ladder. All the other monkeys fall upon him and beat him silly and he has no idea why.

However, he no longer attempts to climb the ladder.

A second original monkey is removed and replaced. The newcomer again attempts to climb the ladder, but all the other monkeys hammer the crap out of him. This includes the previous new monkey, who, grateful that he’s not on the receiving end this time, participates in the beating because all the other monkeys are doing it.

However, he has no idea why he’s attacking the new monkey. One by one, all the original monkeys are replaced.

Eight new monkeys are now in the room. None of them have ever been sprayed by ice water. None of them attempt to climb the ladder.

All of them will enthusiastically beat up any new monkey who tries, without having any idea why.

That is how traditions, religion and ethnic profiling get established and followed. Think twice before following a tradition, religion or negative ethnic profiling. It would make more sense if you get your own understanding to it! – Author: Unknown

É isto que se passa no mundo, há anos…

E que aconteceu, acontece e está a acontecer, diante dos nossos olhos. É o resultado da auto-iniciativa e consequente punição, da mentira, da manipulação individual e de massas, do controlo pelo medo e do silêncio. Mesmo por parte de quem vê, claramente, o que está a acontecer.

Uma mentira repetida 1000 vezes não se torna verdade. Apenas revela que a propaganda funcionou. 

Por isso se descredibiliza, acusa, proíbe e se pune quem questiona, quem procura e quem tenta repor a verdade.

É o que se chama: controlar a narrativa. Quem controla a narrativa raramente diz a verdade.

George

12/08/2023

O meu primeiro disco foi um single, o Last Christmas. Lá pelos meus 12 anos, tinha uma paixoneta pelo George Michael, santa inocência… E só não tinha o LP dos Wham porque uma amiga do colégio mo emprestou.

Ouvi-o vezes sem fim…

Nunca fui grande fã do Carless Whispers, saltava diretamente para o início. Até hoje canto o Wake Me Up Before You GoGo com grande fervor. Adorava o Everything She Wants, bem como o (primeiro) Freedom. E o I’m Your Man é uma das poucas músicas que me deixa sempre, em qualquer circunstância, muito bem disposta.

Pois, as músicas dos Wham eram contagiantes. Pelo pelo ritmo e muito mais. Ao ponto de terem sobrevivido. Logo aí deveria dar para ver que George Michael iria longe. Como tão bem sentiu, no último concerto da banda.

Levei a mal que os Wham se separassem…

Não perdoando George pela traição. E, portanto, ignorando por completo o que fez a solo. Até porque os meus gostos musicais mudaram, claro, à medida que fui entrando na adolescência.

Naturalmente, não me passou ao lado o Faith, muito menos o I Want Your Sex, já para não falar no Freedom, absolutamente brilhante. E não lhes resistia. A arte fala sempre mais alto do que a amargura e o ressentimento. Chama-se conexão…

Mas não acompanhei a sua carreira.

No outro dia, pus-me a ver o documentário dos Wham e percebi que não houve traição alguma. Foi de comum acordo e o seu parceiro de banda, e grande amigo,  estava tranquilo com o fim dos Wham.

Um documentário delicioso, que já vi duas vezes.

George Michael cantou com os maiores e melhores artistas da música: Stevie Wonder, Elton John, Aretha Franklin, Tony Bennett, Paul McCartney, entre outros. E o Somebody to Love, no tributo ao Freddie Mercury, só poderia ter sido interpretado por ele.

Naquela voz que era um portento.

Chegou a ganhar prémios de soul music, ao ponto de o Stevie Wonder perguntar: o quê, ele não é negro?

Ontem, tropecei no seu último testemunho: Freedom.

E percebi que não só é um bom letrista, e um excelente performer, como é, para além de corajoso, o verdadeiro artista, um homem de caráter.

Que não se vendeu à indústria.

Conheci mais e melhor a sua história, as perdas impossíveis de aceitar. Entendo perfeitamente a sua angústia, de querer ser validado enquanto artista, mas não aguentar o excesso de atenção, por ser introvertido.

Há uma linha muito fina que separa a autenticidade de tudo o resto.

Neste documentário, é tão fácil constatar o quão a sua vulnerabilidade é verdadeira. O que mais me encantou nele. Não se tratando de um apelo à peninha, sequer de um excesso de exposição. Mas de honestidade. Genuína, por não saber nem poder ser outra coisa a não ser o que é, enorme.

Ao passo que neste, o objetivo é explorar a sua miséria, o tormento que vivia, a luta interna entre duas forças psíquicas que não vivem uma sem a outra. E que passou completamente ao lado, se não de todos, de muitos dos testemunhos.

Freedom é um trabalho brilhante, de realização, fotografia, conteúdo e testemunho.

George Michael deixou-nos demasiado cedo, mas, lá do céu, pode ter a certeza de que o que fica na memória é o que os que o conhecem dizem dele. A sua música, que é de todos nós. E o nosso eterno agradecimento.

Teve o reconhecimento que lhe é devido, em vida.

No entanto, não estou certa de que lhe tenha chegado.

E o Natal, de que tanto gostava, terá sempre um gostinho agridoce, desde que partiu.

Que descanse em paz.

Adoro o campo

09/08/2023

As árvores e as flores. Jarros e perpétuos amores… Cantava o Rui Reininho. Já os Talking Heads tiveram alguma dificuldade em adaptar-se à vida no campo, só com árvores e flores.

Mais cedo do que tarde, todos iremos perceber que luxo é ir buscar ovos ao galinheiro para o pequeno-almoço, tomates à horta para a salada do almoço, figos para o lanche e batatas para o jantar.

É assim a vida no campo, onde nunca falta o que fazer.

Toda a gente se conhece e reconhece. Se cumprimenta. Pelo nome, pela cara, pela casa, cuja porta fica aberta. Toda a gente sabe da vida de toda a gente, o que pode parecer estranho. No entanto, ninguém parece estranhar que milhões de pessoas no mundo inteiro partilhem tudo quanto fazem com gente que nunca viram.

A vantagem do campo é não serem estranhos.

Estarem lá para o que for preciso, ao contrário dos estranhos da Internet. Onde o ritmo é biológico, o contacto real, as necessidades verdadeiras, e não artificialmente criadas, e a vida simples, à qual o David Byrne não conseguiu adaptar-se.   

E as coisas sabem às coisas que lhes estão na base.

E não a nada, como o que se compra em supermercados, insuflado e polido, para parecer bonito e durar mais tempo.

Por outro lado, nem o David Byrne nem ninguém precisa de preocupar-se com o desaparecimento da tecnologia, infelizmente. Pelo contrário, precisa de preocupar-se sim, com o desaparecimento dos solos férteis e produtivos. Substituídos por painéis solares de duração limitada em relação aos quais ninguém pensa o que lhes fazer, quando deixarem de funcionar. Ou queimados em incêndios, causados por fogo posto. Inutilizados por falta de gado que os paste ou de produtores de cujo cultivo usufruam.

Prevalecendo a comida feita em laboratório…

No campo, as casas são de pedra e as janelas pequenas. O ar puro, a natureza é a perder de vista, o calor seco e as noites frescas. As estrelas visíveis, os barulhos inaudíveis e a conexão total.

Sabe-se que tempo vai fazer no dia seguinte, sem ser preciso olhar para um telefone. Os instintos estão aguçados e não anestesiados. A sabedoria é popular, mas não menos astuta ou inteligente. Insultaram-se as gentes do campo, como “ignorantes”, valorizando-se a ida para as cidades e o abandono dos campos.

Acabando-se com a subsistência e criando-se dependência.

Ao ponto de os alimentos que se retiram diretamente das árvores ou da terra serem mais caros do que os que se compram em supermercados, vindos sabe Deus de onde.

O ridículo a que se chegou…

Reconhecendo com humildade que qualquer pessoa que viva no e do campo sabe como não morrer de fome. Onde as pessoas se encontram ao fim do dia, para falar da vida e beber uma cerveja fresca. Voltando para os seus espaços, com vista sobre as árvores e o cantar das cigarras. Ao contrário dos citadinos universitários, que precisam de apps até para “conhecer” gente.

De resto, a natureza toma conta de si mesma, não precisa do homem para nada. Muito menos deste tipo de homens

Elevação

08/08/2023

Houve muito o que valorizar nesta JMJ. A reter e a lembrar, para memória futura. Mas talvez o que mais e melhor tenha impressionado foi o exemplo de elevação de um milhão e meio de jovens. Do mundo inteiro, literalmente. Parece que só das Maldivas não veio gente. (Da Coreia do Norte é capaz de também não ter vindo…)

Tentaram de tudo para os demover…

Primeiro, foram “os abusos”. E não houve uma alma que lhes dissesse que, não só a própria Igreja pediu um relatório a uma comissão independente, como tal relatório, acessível online, revela que os números foram baseados em extrapolações, por sua vez baseadas em denúncias anónimas, sem qualquer controlo sobre os autores, e que têm sido reiteradamente invalidadas.

Apesar de o Júdice ter chegado perto, quando perguntou a uma jornalista se fazia sentido ir para a Festa do Avante perguntar às pessoas o que achavam dos 100 milhões de vítimas mortais do comunismo.

Depois foi a bandeira e a “missa LGBT”.

Seguida de um aproveitamento de uma frase do Papa que, aliás, não é novidade: a igreja não fecha nem nunca fechou as portas a ninguém. De resto, só há uma missa. Queixam-se tanto de discriminação, mas auto-discriminam-se o tempo todo. Por outro lado, o evento era religioso, não político ou ideológico. Não era, de facto, o local para bandeiras ideológicas. Nem de partidos, nem de “comunidades” que, por alguma razão, acham que têm direitos especiais.

Não têm. Têm direitos humanos, como toda a gente. E, na minha modéstia opinião, já têm privilégios a mais, que é, no fundo, o que querem.

Porque os direitos que cabem aos outros já os têm.

Depois foi o calor… 40 graus em Lisboa, em Agosto… Estranhíssimo. Nunca se viu. Agora são “os custos”…

Não houve lixo, confusão, desperdício, violência, chatices. Gente a auto-destruir-se, excessos, nada que perturbasse a missão destes jovens.  A paz e a ordem pública. Ainda, e, de brinde, um enorme exemplo de “multiculturalismo”.

Esta “Juventude do Papa” foi exemplar.

E que experiência maravilhosa tiveram. Sem divisões. Que é o que o poder político e os seus lacaios da comunicação social odeiam. Comunicação social essa que, no terreno, não tinha outro remédio: render-se. À alegria contagiante, ao silêncio de um milhão e meio de pessoas. A gente que não se demove do seu objetivo, que não se deixa ir na conversa do miserabilismo, da desgraça, da vitimização. Verdadeiros heróis. E que precisados estamos deles.

É imperioso substituir a vitimização pelo heroísmo.

Por isso e por muito mais, trago para mim o exemplo e a elevação destes jovens Católicos, nomeadamente:

Construir pontes, não ter medo, cair e levantar-me, sujar as mãos, para não sujar o coração, aproximação ao outro, correr o risco de amar, pois não estamos sozinhos.

Ademais, é a alma que constrói pontes…  

Não o ego…

Portanto, a JMJ foi uma festa, o que é natural, onde há jovens, há alegria, ou deveria… Quem haveria de dizer que seriam jovens Católicos a mostrá-lo?

Há comunidades e “comunidades”…

Milhares de famílias por esse Portugal fora acolheram jovens e membros da Igreja nas suas casas. Sem fazer barulho, sem bandeiras. Pelo país inteiro, as igrejas nunca estiveram tão cheias. Daí que, e pelos vistos, o Cristianismo permanece firme e forte. Apesar de toda a propaganda que contra ele e o Catolicismo tem sido feita. Só não viu quem não quis.

Também isso é sinal de elevação. E um grande exemplo para todos nós.

NB: Muito bem resumido, por Pedro Sanches, no Expresso:

“E o amor de Deus, o amor de Cristo é para todos. Todos. Todos. Mas a paz é a paz de Cristo, não é a paz do mundo. É acolhimento de todos, não é acolhimento de todas as ideias. É amor pelos homossexuais, não é adopção de siglas que arrumam pessoas em caixas nem filiação na ideologia de género. É redistribuição justa de riqueza, não é bloqueio à criação de riqueza. É moral na actividade económica, não é supressão da actividade económica. É respeito pela diferença, não é ditadura da igualdade. É respeito por todos, não é erradicação da liberdade.”

JMJ

02/08/2023

Parque Eduardo VII, ontem à tarde.

A propósito da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) é uma alegria imensa ver Portugal pejado de jovens, com as t-shirts e bandeiras que identificam de onde vêm, pelo país inteiro, incluindo vilas esquecidas no interior, espalhando alegria, boa disposição e união.

Vêm do mundo inteiro, unidos pela fé.

Comove-me particularmente tendo em conta o ataque cerrado ao Cristianismo, por todo o Ocidente. Assim, a mensagem da JMJ e do milhão e meio de jovens do mundo inteiro é clara:

Estamos unidos pela fé e nada nos destruirá.

As críticas assentam sobretudo no facto de alguns padres, portanto, homens, terem abusado de crianças. Ato condenável, como é evidente. E cujos perpetradores devem não só ser imediatamente afastados da Igreja Católica como julgados e condenados caso o crime se verifique, como qualquer outro cidadão. No entanto, vale acrescentar que estão longe, muito longe, de representar o Catolicismo e o papel que este tem no mundo.

Contudo, acho, no mínimo, curioso e deveras preocupante, que o mesmo número de pessoas, meios de comunicação social de massas, entre outros, não se insurja contra organizações internacionais, governos, políticos (que cometeram exatamente o mesmo crime…), médicos, psicólogos “afirmativos”, professores, educadores. Não exija semelhante ou ainda maior nível de escrutínio aos mesmos. Que, sob instrução do Estado e de forma abusiva, endoutrinam crianças e jovens. Manipulando-os desde a mais tenra idade, levando-os à confusão quanto à sua identidade e sexualidade. Promovendo, entre outras coisas, a pedofilia

Quando sequer têm maturidade para entender o que quer que seja.

Conduzindo-os à adoção de práticas criminosas e prejudiciais à sua saúde, como terapias hormonais e cirurgias permanentes, ao ponto de destruírem os seus corpos de forma irreversível, impedindo-os de ter filhos, amamentá-los, já para não falar noutras questões de saúde.

A igreja não discrimina ninguém.

Mas tem regras. Ou cumprem-nas ou são livres de seguir o vosso caminho. Não queiram impor-lhe ideologia, vontades próprias e individuais, fruto de narcisismo, egocentrismo e desejo de poder.

As sociedades civis têm alternativas. Usem-nas.

Ademais, o Socialismo/Comunismo odeia o Cristianismo, por saber que não consegue controlar os seus fieis. Por o Cristianismo defender a VIDA, a família, o casamento (a união entre um homem e uma mulher). Também porque uma família sólida, independentemente das suas questões internas, volta-se sempre para a mesma.

Não procurando o Estado em busca seja do que for.

Pelo contrário, faz muitas vezes o papel que este deveria fazer. Estado esse que não serve os interesses de ninguém, a não ser de si mesmo. Que promove e patrocina o ódio, a morte e a destruição de milhões de vidas.

Exatamente o contrário do que se vê entre os milhões de peregrinos.

Porque o Cristianismo veio acabar com práticas imorais que incluíam incesto, relações entre irmãos, primos, pais e filhos, etc. Talvez seja o motivo que leva Estados e Governos a querer acabar com ele.

Respeitem a liberdade religiosa, que, por sinal, é um direito constitucional.

O problema não são as religiões, é o que se faz em seu nome. As que perpetram crimes em nome de Deus devem sim ser condenáveis. Ao que sei, nenhum texto cristão, inclusive a Bíblia, o faz. Ao contrário de outras. Cujos fieis estão acima de qualquer crítica.

Deixem os Católicos em paz, deixem as crianças e jovens em paz.

Vivam as JMJ.

Por outro lado, e caso estejam entediados com a cobertura televisiva, é fácil, desliguem a TV…

Homens e Mulheres

29/07/2023

Prolifera por essa internet fora uma vontade de regressar ao passado, no que ao papel dos Homens e Mulheres diz respeito. Apenas um, ao que parece… E, na grande maioria, defendida por homens.

Surpreendentemente, também por algumas mulheres.

Mesmo considerando a hipótese cada vez mais provável de que a inclusão das mulheres no mundo do trabalho (fora de casa, bem entendido) se relacionou com a possibilidade de taxar uma parte da população e, ao mesmo tempo, forçar as famílias a deixar que os seus filhos fossem educados pelo Estado, nos EUA. Ainda que, na Europa, se associe a força de trabalho das mulheres às fábricas, e às enfermarias, durante a Segunda Guerra.

Curiosamente, na Alemanha, as mulheres têm dois anos de licença de maternidade.

E não desfazendo no papel fundamental que as mulheres têm não só na gestação como na educação dos filhos… Mais (Deméter) ou menos cuidadoras (Hera, em relação aos filhos, pelo menos, já que a sua devoção é aos maridos), ainda que todas nós tenhamos instinto materno, mesmo as tendencialmente mais executivas (Atena) ou aventureiras (Artémis).

Há uma questão latente e inegável de dependência e de sobrevivência.

No que se refere ao palco para abusos insustentáveis, à possibilidade de os maridos não cumprirem com os votos que fazem, quando se casam, por não aguentarem não estar no centro da vida das mulheres, tendo muitas e muitas vezes ciúmes até dos filhos, traindo nos primeiros meses, por vezes anos, de vida dos bebés. Sendo que o contrário não se verifica.

Pois o centro da vida deles é o trabalho.

Quando não é, e não são provedores, há uma perda de respeito por parte das mulheres. As mulheres querem e precisam de homens masculinos.

Isto é inegável e masculino não quer dizer machão ou machista.

As mulheres anulam-se pelas relações, os homens usam-nas para seu equilíbrio emocional, abandonando-as muitas e muitas vezes.

Vezes demais, fisicamente, quase sempre, emocionalmente.

Não nego que o mundo laboral nos afaste do feminino, cuidador, sensível, nutridor, emocional, que nos transforme ao ponto de sermos motivadas pela sombra.  E que a consequência seja uma quebra na natalidade. Uma desconexão total em relação a nós mesmas e aos homens.

De resto, no plano das ideias é tudo muito bonito.

Mesmo tendo em conta todas as variantes de masculino e feminino, a “ordem natural”, o que é instintivo para homens e mulheres, acontece, lá está, naturalmente.

No entanto, o equilíbrio só funciona se houver algum estoicismo por parte das mulheres e alguma inteligência intuitiva por parte dos homens.

Na prática, só resulta quando há confiança nos homens e respeito pelas mulheres.

E respetivos papéis. Há que notar que ambos são pessoal e individualmente responsáveis para que tal aconteça.

Nomeadamente, pelos votos que fizeram, quando resolveram passar o resto da vida juntos. 

Há muita coisa que perdemos quando escolhemos ser um nós em vez de um eu, como em todas as escolhas que fazemos. Mas se há certeza que tenho é que é preciso que compense.

Porque o individual nunca, nunca morre.

E é quando o equilíbrio falha que o que deixámos para trás nos assombra. Ou quando os filhos saem de casa e de repente percebemos que temos uma vida pela frente e não sabemos o que lhe fazer. Ou quando perdemos relevância laboral.

De resto, homens e mulheres são mais fortes juntos do que separados…

E não há nada mais bonito e mais inspirador do que uma união sólida entre um homem e uma mulher.

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