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Livre

Happy Birthday, Sam Heughan.

30/04/2020

Dear Sam,

Wishing you a Magic 40th Birthday today, from Lisbon, Portugal.

So, you play the most well written male character literature has ever seen. And you make Jamie Fraser even more special than Diana’s.

God only knows how impossible that could be.

You caught me in the show. And it was mainly because of Jamie and Claire’s story that I started reading the books.

Not surprisingly, it was one of the best decisions I’ve ever made.

It has been quite a journey, I am telling you. As a writer, a voracious reader, a Junguian psychology devotee, and most of all as a human being.

Naturally, every time I read, magic happens.

I read with Claire’s voice and Jamie’s accent. And I see you both.

I can feel you, see you, hear you. And your most sexy Scottish accent.

You, dearest Sam, are doing an outstanding work.

Growing better and better by the second.

Today, I’d like to thank you for that.  Ler Mais…

Heart & Sword*

29/04/2020
The heart before the sword.

It is a cross, though… But the symbol behind it is the same:

The male principle.

Feminine containing the masculine.

As it should almost always be.

“And was I the master of my soul? Or did I become the slave of my own blade?” JAMMF

@SamHeughan 

As Jamie Fraser is getting better by the second. And even dying, he still looks stunning.

And Outlander is definitely one of the blessings of this quarantine.

Life is easier with Jamie and Claire.

Even if theirs isn’t any less than usual…

#outlander #jammf #jamiefraser #jamesfraser #archetypes #masculine #warrior #king #lover #magician #literature #mythology #DianaGabaldon

#Quarantine  #socialdistancing #closertotheheart

Dia 0 – #DezDiscos

29/04/2020
Dia 0 – #DezDiscos

Faltaram os Rolling Stones, que me acompanham desde os 12 anos, foram o primeiro concerto grande da minha vida, e o primeiro em estádio, em Lisboa, falei nele dois meses. Um antes e um depois.

E ainda acho o Mick Jagger o maior;

Os Beatles, os Violent Femmes, os Pixies, o Prince, tardio, mas em grande força, o Bowie, os Cure, a Amy Winehouse e sua versão solar, a Lianne La Havas, o Jamiroquai, a Shanaya Twain, o Stevie Wonder, os GNR, os Kid Abelha, a Lisa Stansfield, os Legião Urbana, o Lulu Santos, os Lloyd Cole and the Commotions, os Abba, os Happy Mondays, o Tom Waits, os REM, os Clash, os Stranglers, a Gal, a Adriana… Os Queen e o George Michael, muito mais depois de mortos…

O António Variações, por quem era absolutamente fascinada aos dez anos. Lembro-me de um videoclip dele, em tronco nu, a dançar, e de não conseguir desviar os olhos dele, tão diferente e tão feliz…

E dezenas e dezenas de outros.

Portugueses, brasileiros (durante praticamente todos os 30s e início dos 40s…), mas sobretudo anglófonos. Quem me tira um sotaque britânico perfeito, tira-me quase tudo…

Tinha de haver um Dia 0

Dentre eles, e só para quebrar mais uma regrazinha, escolho os Pet Shop Boys, que ouvi sem parar num momento tão único da minha vida que lhe dediquei um livro.

Os Pet Shop Boys são 90% da banda sonora desse processo.

Aqui fica o último disco, lançado em Janeiro. Não tem nenhuma das músicas referidas no livro, mas tem Dreamland e Only the Dark. Ler Mais…

Dia 10 – #DezDiscos

28/04/2020
Dia 10 – #DezDiscos

O meu forever sweetheart é, de entre os que conheço, muitos músicos, quem mais tem e ouve música.  A gente toca-lhe e sai música de algum canto.

Entre tantos e tantos, deu-me a conhecer estes.

Que ouvi mais do que quaisquer outros. Até porque durante um bom tempo eram a única música que tinha numa pen, no carro. Ou era isso ou rádio, que acabou por acontecer depois de os ter ouvido e cantado vezes suficientes para lhes decorar as palavras.

E a velocidade que passamos de vinil e K7 para pen no carro?

Those are great times to be alive…

Tudo é excelente. E não falo só da música. Quantos de vós diriam que é uma mulher a cantar?

Sesame Syrup em particular.

 

Memória

27/04/2020

É uma coisa engraçada, a memória.

Há de haver um processo qualquer que nos faz esquecer determinadas vivências para que possamos sobreviver. E, de alguma forma, meio mancos, consigamos coxear para a frente.

Essas memórias são como brasinhas.

Que não pegam fogo à casa mas ainda não se extinguiram. Dançam umas com as outras em cantos recônditos da nossa cabeça. No entanto, basta um pequeno rastilho para que apareçam bem vívidas. E ocupem rapidamente o lugar da frente das nossas memórias, como se tivessem acontecido há cinco minutos.

Dizem que só os velhos vivem de memórias, que é o que lhes resta porque o futuro é ao minuto.

Mas é mentira.

Há muitos seminovos que vivem de memórias. Outros que nem das memórias saíram. Lá permanecem, nos anos 80 e 90. 60 e 70…

E alguns que vivem de memórias do que não aconteceu, do que poderia ter sido, agarrando-se ao que foi, como medida preventiva da consciência. Para dar tempo ao inconsciente de processar o conteúdo simbólico dessa memória, agora com mais dados disponíveis.

No entanto, as memórias têm um tempo próprio. Ler Mais…

Dia 09 – #DezDiscos

27/04/2020
Dia 09 – #DezDiscos

Nos três ou quatro meses seguintes à morte do meu pai (4 anos e dois meses precisamente hoje), Ludovico Einaudi era a única música que conseguia ouvir.

O piano é de longe o meu instrumento musical preferido.

E cheguei a ir vê-lo em Lisboa, nesse ano, sozinha. Uma sorte do caraças, alguém que não pôde ir à última da hora. Vi o Nyman um mês ou dois depois e, apesar do concerto ser bom, o gajo é intratável. Já não há qualquer tipo de paciência para o artista prepotente que pode tudo porque é atormentado.

Faça Terapia

Aqui fica Einaudi, que representa todos os outros pianistas que ouço e ouvi a vida inteira:

António Pinho Vargas acho que foi o primeiro. Passando por vários que incluem naturalmente a Maria João Pires… E o mais recente, Luís Figueiredo. Os três portugueses e dos bons.

Dia 08 – #DezDiscos

26/04/2020
Dia 08 – #DezDiscos
O Tom Misch chegou-me pela mão do meu afilhado, o Vicente, e foi amor à primeira audição.
 
Como é costume quando ouço algo que se alinha com todos os sentidos, ouvi-o obsessivamente durante uns meses valentes.
 
Volto a ele sempre que preciso de tranquilidade, de conexão, e ainda consigo ouvir as palavras dos outros.
 
Deixo a capa deste. Não há muitos mais. O moço é jovem, ainda.
 
Mas tudo, tudo é bom, em particular o So Close…
 
Stay here and we’ll align
Your shadow passes into mine

Dia 07 – #DezDiscos

25/04/2020
Dia 07 – #DezDiscos

E saltamos já para a década de 40. Salvador Sobral, por ser português. Um excelente músico, com tudo, toca, canta, escreve…

Um géniozinho. Tenho queda por eles…

E por ser giro.

Sou apaixonadinha por ele desde os Ídolos.

Ficará para sempre na história da música portuguesa. Feito único. Num festival de merda, é certo. Mas único ainda assim. E com uma das poucas músicas decentes que um festival da Eurovisão alguma vez viu.

Com o seu primeiro disco, Salvador representa também todos os outros músicos de jazz que ouço. 

Curiosamente, só mulheres.

Como a Stacy Kent, Diana Krall, Joni Mitchel, Amy Winehouse, Lianne La Havas, Norah Jones…

E, por falar em mulheres, não podia deixar de marcar aqui a minha querida amiga Mariana. Que me apresentou o Last Time I Saw Richard, uma das melhores músicas de sempre e que me representa como quase nenhuma outra.

Gratidom 🥰

Um homem, no entanto…

Tim Maia, uma orquestra por si só. Um génio. O Barry White brasileiro. E infinitamente melhor. Único no mundo.

Um visionário

O Descobridor dos 7 mares um dos melhores exemplos da orquestra que é cada música deste génio inigualável.

Já o 56 Rational Culture

é um orgasmo sonoro. Inigualável e inimitável.

Dedico-lhe uma cena no próximo livro.

Acompanhou-me e muito nos finais dos 30s início dos 40s.

E o Racional é decididamente a banda sonora desta quarentena.

#Quarentena

Dia 06 – #DezDiscos

24/04/2020
Dia 06 – #DezDiscos

Não consigo contar as vezes (seguidas…) que ouvi People are Strange, a olhar para o poster do Jim Morrison de braços abertos, cabelo grande e cara linda, que tinha na parede do quarto.

Era absolutamente fascinada pelo Jim Morrison.

Ao ponto de um colega de turma, numa viagem a Paris, ter tirado umas 4 ou 5 fotos em Père-Lachaise, suficientemente esperto para nelas não aparecer.

Apenas para que eu visse onde e como era a última morada desse poeta incrível que foi Jim Morrison. Ainda as tenho.

E adorei o gesto.

De todos os discos dos Doors que ouvi vezes sem fim, e como só posso escolher um, vai este.

Adolescência marcada por pelo menos dois discos com a palavra Strange no título é capaz de dizer alguma coisa sobre mim…

#WorldBookDay

23/04/2020
#WorldBookDay

Really?

Não caberiam aqui os escritores de livros a quem teria de agradecer, pela a existência e a obra.

Homenageio a Diana Gabaldon, que tem tido papel preponderante na minha quarentena.

Massive thanks to Diana Gabaldon. #Outlander  has been saving me during #SocialDistancing #Covid19

Massive thanks to @SamHeughan & @caitrionambalfe Season 5 is outstanding.

@SkeltonSophie @RikRankin @LlaurenLyle and @CesarDomboy
Art saves our souls.
All of you are life saviours as well.
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