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Plandemia

Rui Castro no CSM hoje

16/04/2021

Aqui fica o Direto de ontem, do meretíssimo Juiz de Direito Dr. Rui da Fonseca e Castro.

E o que eu gosto de um homem que fala grosso? E que não tem medo de ninguém? Abençoadinho.

Infelizmente não posso comparecer na manifestação de apoio, por estar a trabalhar. No entanto, quero que saiba que estou consigo. E faço questão de ir à próxima manifestação que tenha lugar em Lisboa ou arredores próximos.

Grande abraço.

Como seria de esperar, o nazi do youtube tirou o vídeo do ar. Para quem tem facebosta, está aqui.

Mick Jagger

15/04/2021

Mick Jagger, ENORME, a dizer umas verdades valentes, inclusive sobre o filho da puta do Bill Gates.

Passaporte Sanitário

14/04/2021

No dia em que a Comissão Europeia prepara o “passaporte sanitário” da Covid-19 para circulação na UE, a mesma UE não renovará contrato com a AstraZeneca e a Johnson & Johnson, de tão seguras que são.

De tão confiante que é, AstraZeneca muda de nome, para continuar a ganhar rios de dinheiro. Ao mesmo tempo que mata pessoas ou lhes causa danos seríssimos à saúde.

A Pfizer não é mais segura

Nenhuma vacina o é, quando não teve tempo de ensaio. Todas são experimentais e os cidadãos europeus estão a ser cobaias. Com o patrocínio da UE e dos Governos nacionais.

Mais, este passaporte já estava previsto desde 2016, há uma resolução da UE que o prova.

Primeiro, cria uma necessidade, inventa um vírus, convence o mundo de que é perigosíssimo, controla toda a gente, deixa milhões  na miséria e no desespero. Garantindo que toda a gente já está completamente controlada pelo medo, sem qualquer capacidade de raciocínio lógico, apresenta uma solução: a vacina.

O resultado é: dependência. Gente a ser torturada psicológica e emocionalmente ao ponto de fazer o que um bando de psicopatas quer: controlo absoluto sobre milhões de pessoas. Reduzir a população a nível mundial.

Nunca foi sobre o “vírus, sobre achatar a curva, sobre salvar o SNS, sobre saúde pública”.

Mas sobre controlo puro e simples. Ler Mais…

Autoridade

13/04/2021

Não tenho, nunca tive, medo da polícia. Sempre os vi como forças de segurança, para servir e proteger, sempre soube falar com eles. Muito menos tenho, ou tive, problemas com a autoridade. Nunca a desafio e jamais discuto com polícias. Sou suficientemente esperta para tal.

No entanto, o que tenho é sérios problemas com abuso de poder e de autoridade.

E não me calo perante os mesmos. JAMAIS.

Até levarem o rapaz preso, em dois carros da polícia, que voltaram depois, mantiveram-se sempre pelo menos seis agentes no espaço, iam chegando, eram mais do que nós…, tenho os nomes deles todos, estive todo o tempo calada.

É preciso saber como e, acima de tudo, quando falar.  

Os ânimos já estavam demasiado exaltados para o meu gosto e havia uma pessoa prioritária naquele momento, a miúda que estava a sentir-se mal.

Os polícias ficaram visivelmente à toa e um deles chamou o INEM.

Se acontecesse alguma coisa com aquela miúda, estavam tramados. Não contentes, um deles ainda foi agressivo a perguntar: mas não têm um telefone para chamar uma ambulância? Tive de lhe dizer que um dos polícias já o tinha feito. Polícia esse que mo confirmou, a mim, em vez de o fazer ao agente que nos estava a interpelar. Ler Mais…

Polícia

12/04/2021

Devíamos ser umas 20 pessoas, espalhadas por várias mesas, não mais do que quatro por mesa. Copos e pratos há muito vazios, apenas sedentos de convívio, vida ao ar livre, contacto, alegria, diversão. Tudo o que faz parte de uma vida saudável. Do nada, sem aviso prévio, sem contas na mesa, a dona do espaço vem à porta e grita:

Vocês têm de bazar agora.

Pensei imediatamente que uma reação destas, de uma pessoa doce e sorridente, só poderia ter um motivo: a polícia estava lá fora.

Sem questionar, sem ondas, todas as pessoas se levantaram e começaram a dirigir-se para a porta. Eu fui uma das primeiras, mas resolvi, já dentro do espaço e perto da caixa, esperar pelas duas amigas com quem estava.

A maioria das pessoas saiu sem pagar.

Optei por não o fazer, não queria prejudicar ainda mais a miúda que esteve sem o seu meio de subsistência durante meses a fio.

Tínhamos umas quatro pessoas à nossa frente e o miúdo que estava na caixa, visivelmente nervoso, tentava despachar as contas o mais rápido que conseguia. Em minutos, ficámos apenas nós três, a dona do espaço, o namorado dela, uma amiga francesa e o miúdo que estava na caixa, irmão da dona do espaço. Ler Mais…

Sobre a culpa e a inveja

11/04/2021

A ideia de que a culpa e a responsabilidade pelos sucessivos Estados de Emergência é de quem sai de casa, só quer trabalhar, não usa máscara na rua, abraça e beija os seus, visita-os, morem onde morarem, se reúne com amigos, organiza jantares e pequenas festas, foi vendida pelo Governo.

E comprada pela maioria da população.

Estas pessoas, adultas e pais de filhos, aceitam que outro adulto lhes diga: “portaste-te mal, ficas de castigo e não sais de casa enquanto me apetecer”. E pior, acreditam…

Há de haver poucas expressões mais perniciosas do que esta: portar-se bem/mal.

Comumnente usada com crianças, e cada vez mais adultos, e por eles. Expressão essa que diz, indiretamente: “ou fazes o que eu quero ou não gosto de ti e vou punir-te”. O que significa que não está a aceitar-se a criança como e por quem é, mas por quem queremos que ela seja.

Zero respeito pela sua individualidade.

Na esfera individual é fácil entender que este tipo de dinâmica reflete uma relação abusiva: um manda, o outro obedece. Caso não, o faça é castigado. Ler Mais…

Sobrevivente do Holocausto

10/04/2021

Testemunho de uma sobrevivente do Holocausto. Qualquer semelhança em relação ao que estamos a viver não é mera coincidência. As ditaduras são todas iguais e começam todas da mesma maneira. Excesso de poder do Estado, excesso de dependência do mesmo por parte das populações, perseguição de dissidentes.

Mind the Gap

09/04/2021

Não há ditaduras boas nem más, há ditaduras. Todas com o mesmo objetivo: controlar populações inteiras.

No caso da que estamos a viver, empobrecê-las e matá-las.

Seja impedindo-as de se sustentarem e proverem as suas famílias, seja impedindo-as de se relacionarem, seja por abandono, seja negando-lhes assistência médica, seja com testes invasivos e cancerígenos que não detetam vírus algum, seja com “vacinas” experimentais a cujos poucos ensaios nem um animal sobreviveu.

A qualquer custo, empobrecê-las e matá-las.

Tem mesmo a certeza de que é para a sua segurança, proteção e liberdade?

Tem a certeza de que pode confiar num governo que mente desde o início desta Plandemia? Em relação aos números, às máscaras e agora à alegada segurança das vacinas? Governo esse que é um fantoche e se limita a obedecer a ordens superiores sem o mínimo de autonomia?

Saiam já

07/04/2021

É abrir tudo, sem medos, sem restrições, sem imposições de máscaras muito menos de distanciamento social ou de número de pessoas.

Lojas, centros comerciais, restaurantes, lojas de rua, TUDO.

E quando a polícia tentar entrar num espaço que é propriedade privada, sobre a qual vocês pagam uma fortuna em impostos ao Estado, é corrê-los, de preferência aos gritos, exigindo que da próxima vez tragam um mandado.

Como fez este pastor.

E esta rapariga, ajudada pelos seus clientes, quando inspetores de saúde do Canadá entraram-lhe pelo restaurante a querer dar-lhe ordens.

É para isto e nisto que a população deve unir-se. E não para impedir que os outros façam as suas vidas.  

O mesmo vale para polícias que querem dizer-te o que fazer e o que usar quando estás dentro do TEU carro. Ou mesmo na rua.

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