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Go England

03/07/2021

Sobre a Inglaterra: gosto de futebol, não de clubes. Por isso, e pela politicagem e a impunidade dos dirigentes desportivos, deixei de ver o campeonato nacional de futebol há anos. Só vejo Euros e Mundiais. Eventualmente, liga dos campeões, mas nem sempre me lembro.

Depois de Portugal, a minha equipa preferida é a seleção da Inglaterra. Sempre foi, sempre será. Façam o que fizerem.

Dos meus jogadores de futebol preferidos de sempre, o Gerard ocupa lugar cimeiro. Adoro o Gerard. Mas não é o único.

Jogue quem jogar, seja contra quem for. Mesmo que a equipa contrária seja a seleção de amigos, amantes, amores atuais e antigos. E tenho-os de todas as seleções do ocidente. Italianos, Alemães, Holandeses, Ingleses. Sou europeia e ocidental com muito orgulho. Faz parte da minha identidade, que honro como honro as minhas raízes lusitanas.

Inglaterra Sempre.

Podia ser pela minha paixão arquetípica pelo Reino Unido em geral – autores, escritores, poetas, argumentistas e dramaturgos, humoristas e músicos, aquele sotaque dá cabo de mim – mas não. Não só, pelo menos.

É pela velocidade do jogo inglês, o facto de jamais em tempo algum jogarem à defesa, honrarem o jogo que criaram, serem fortes, velozes, com espírito vencedor, sem medos, nunca se encolhem nem baixam os braços.

Raçudos que só eles, com paixão, braveza e valentia.

Há muitos, muitos anos que espero por um Euro ou um Mundial para Inglaterra. E tenho sempre imensa pena que não cheguem lá. Espero que seja desta. E que o Pickford não se estique, pode deitar tudo a perder.

Que jogão de Inglaterra contra a Ucrânia.

Que façam o mesmo à Dinamarca, massacrem até à final. E que seja um jogão entre Itália e Inglaterra e que esta ganhe, para que se possa ouvir, em Londres e no mundo inteiro: It’s Coming Home.

Go England!

Atitude

28/06/2021

O que faltou ontem? Atitude.

Na vida, não gosto de comparações, de competitividade, porque acho sempre que há espaço para toda a gente, todas as características são um ativo, um bem necessário, e representam coisas que valorizo, dependendo das circunstâncias, do que se quer.  No entanto, e quando se trata de desporto, o objetivo é ganhar, sendo a competitividade inerente ao mesmo.

Vem isto a propósito do jogo de ontem.

De ouvir: deram tudo, não chegou, faltou sorte, eficácia, entre outras consolações.

Estava preparada para perder contra a Itália, não contra os marretas da Bélgica. “São o número 1 no ranking da FIFA”, avisam-me, como se isso me convencesse.

Não jogam nada. E nós perdemos contra eles.

Os campeões europeus em título, com jogadores de altíssimo nível, incluindo o melhor do mundo. De sempre.

Dar tudo não é chutar de qualquer maneira, para as nuvens, só para dizer que se deu tudo. Dar tudo é querer ganhar, fazer por isso, usar a cabeça e o coração. Acho que só usámos o coração, a paixão e a criatividade. Não chegou.

A oportunidade é só uma.

Quem ganha passa, quem perde sai. Se o objetivo é ganhar, há que fazer por isso. E, lamentavelmente, paixão só não chega. Por mais criativos que sejamos. Se a paixão e a criatividade conseguem esconder a técnica que permite a eficácia, então aí temos magia.

Não é segredo, já o tinha dito em relação aos escoceses

A criação e a paixão cativam-me muito mais do que a eficiência e a frieza da razão sem beleza, sem poesia, sem defeitos, até.

Mas paixão sem o equilíbrio da razão é tolice. Tal como razão sem paixão é uma chatice.

Depois de ver o jogo de hoje, entre a Espanha e a Croácia, não tive dúvidas: isto sim é um jogo digno de campeões. Espanha já foi campeã da Europa e do Mundo e a Croácia vice-campeã do mundo.

Atitude, concentração, vontade de vencer, fazer por isso.

Ambas o fizeram, com sangue nos olhos. Além de proporcionarem um espetáculo digno desse nome. Uma maravilha, nenhuma desistiu, lutou até ao fim, com cabeça, tronco, membros e paixão.

Ao contrário daquela chatice que foi o jogo de ontem.

Querem ganhar, não podem brincar, achar que são os reis da cocada preta, nunca dá resultado. Querem ganhar, defender títulos, têm de fazer por isso. Com atitude digna de campeões, sem medos, sem se encolherem, como fizeram contra os alemães, com inteligência e noção.

Fica para a próxima. Siga o Euro. Go England.

*Na imagem, Morata, que ainda por cima é giro que se farta, o miúdo.

O Cristiano

16/06/2021

Ontem, depois de ter perguntado a um amigo alemão se estava em Munique para o jogo contra a França, ele perguntou-me se estava em Budapeste, sendo eu uma fã incondicional do Cristiano.

Não sou o tipo de fã que o segue para todo o lado, tenho mais que fazer, mas o Cristiano está na minha bucket list de gajos.

O meu amigo não me fez a pergunta, mas eu respondi-me na mesma.

O que faria caso alguma vez tivesse a oportunidade de conhecer Cristiano Ronaldo?

Muito provavelmente ficaria muda, sem reação, incapaz de falar, como me aconteceu com o RAP e eventualmente aconteceria com o Sam Heughan. Ou o Johnny Depp, o De Niro… Fico muda perante as pessoas cujo desempenho admiro muito.

Ao Cristiano, esperava sentir-lhe aqueles abdominais, tirar uma foto com ele e, se me fosse concedida uma pergunta só, acho que queria saber como consegue gerir as emoções, o ego, manter-se minimamente equilibrado ao ponto de permanecer no topo dos atletas de alta competição por tantos anos.

Não há maior e mais planetária figura do que ele.

É preciso uma grande estrutura psíquica, e, obvio, estar muito bem acompanhado, para não se perder.

Não conheço ninguém como ele. Do seu tamanho, que não tivesse sucumbido a fraquezas várias como álcool, drogas, abuso de poder. Acabando por destruir a sua vida. Embora tenham tentado fazê-lo por ele tantas e tantas vezes.

Acho que é por saber muito bem o que quer, de onde vem, quem ele é. Ainda assim, seria essa a pergunta que lhe faria.

Summer of 97 – Luxembourg

09/06/2021

Brian Adams had his 69 Summer, so to speak. Me, and a bunch of other pretty cool Europeans, had our very own version of it, in Luxembourg, it was the Summer of 97.

We were there for a traineeship in the European Parliament (except you, I know…) and we had a great time. Loads of fun, not much work to do, new people to meet, mingle with, spend time with.

Some of us kept in touch for a while, life got in the middle, and the majority of us lost contact. Or kept in touch with just one special friend.

My case, with Louise, from the UK.

I lived abroad ages after Lux, but kept the same Portuguese mobile phone number, the first and only Portuguese number I’ve ever had.

So did my dear friend Jutta.

And all of a sudden, on Saturday, I got a notification she had joined Signal. Could not believe it could be her. But it was. We started chatting right away and Markus, with whom I was in contact with as well, suggested a 25th anniversary party, next summer.

We’ve created this watsapp group for that purpose. There’s 6 of us there.

It is private, obviously, and it has this picture of Scott’s.

I found it inspiring, as unfortunately, I don’t have a picture of us all, the good old gang.

I was just talking to Jutta about her visiting Lisbon and associated one thing to another. Since the majority of them never came here.

The girls in the group were OK with it, the boys did not reply.

We have a saying in Portuguese: Quem cala, consente. Which means: if you keep silent, that means consent.

So, I believe the boys consent…

Anyway, if you are reading this, and would like to come over to Lisbon for a get together, please contact me with your name and country, to: contacto@isabelduartesoares.com.

Unfortunately, I deleted all my social media accounts, so I am no longer in touch with Linda Katz (Sweden), the only contact I had from Lux, as I don’t remember the majority of the surnames, sorry about that.

But I remember names… Toby, from the UK, Eva, from Spain, Mila, from Holland, Andrea and Connie, from Germany, Anders, from Sweden…

Anyway, I hope you search for Luxembourg 1997 European Parliament Traineeship/Stage and this shows up.

Please reach out.

Obsessõezinhas

02/06/2021

Padeço de várias, a maior? 27 livros de um autor só. Aliás, é muito fácil descobrir as minhas obsessõezinhas. Só contar quantos livros há do mesmo autor nas minhas estantes.

Could spend hours rearraging books…

Falta o Jogo das Contas de vidro.

Alguns são para impressionar gajos como tu. Os do Hesse li todos. Exceto o citado.

Tenho prateleiras do IKEA 5 por 5 planeadas. Mais uma de 8 e uma de 4…

Para a sala que não tenho na casa que me falta no Alentejo.

Com lareira e tudo.
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