Quem são os chalupas?

24/09/2021

Infiltrámo-nos nas caixas de comentários de jornais online abertas ao público, corremos sérios riscos de vida, tivemos de nos esconder atrás dos arbustos, inspirados por esse grande mestre David Vaitembora, para descobrir quem são, afinal, os chalupas.

São gente que não sabe como o nazismo aconteceu, mas chama negacionista a qualquer um que questione a narrativa do Governo.

Padecem de fraca memória

Esqueceram-se do que aprenderam sobre o sistema respiratório, na primária.

Que nenhuma doença respiratória alguma vez na vida se curou impedindo as pessoas de respirar ar puro, pelo contrário.

Não se lembram que todos os órgãos de comunicação social foram patrocinados pelo Governo. E não estranham que todos eles veiculem a mesma narrativa.

Também não se lembram das orientações que diziam que a máscara dava uma falsa sensação de segurança.

E que a própria ministra da saúde assumiu, em TV aberta que, mesmo que não tivessem morrido de Covid, todas as pessoas que acusassem o vírus eram declaradas mortas por Covid.

O cérebro dos chalupas foi abduzido e ainda ninguém os avisou…

Os chalupas também são as pessoas que aceitam que a segunda figura do Estado seja alguém que ameaçou magistrados de um processo, em que o próprio era arguido. A mesma figura que diz: “estou-me a cagar para o segredo de justiça”.

Os chalupas são os que nesta gente continuam a votar

Curiosamente, os chalupas, que não hesitam em chamar negacionista a tudo quanto mexe, negam eles mesmos o que lhes é esfregado na cara. É público e pode ser encontrado em qualquer busca na Internet. Nomeadamente, factos como o evento 201, os acionistas das farmacêuticas que vendem vacinas, o great reset.

As declarações do próprio criador dos testes PCR, que afirmou categoricamente que os mesmos testes não são adequados para diagnóstico.

Testes nos quais a plandemia, bem como todas as medidas dos governos, se baseiam.

Medida essa que foi a base de decisões judiciais em Portugal, reforçadas por dois dos tribunais da Relação do país.

Os chalupas acham que sabem mais do que o próprio criador dos testes.

E preferem acreditar no Governo, e na comunicação social paga pelo mesmo, do que em pareceres técnicos e independentes.

Testes tão fiáveis que o próprio presidente dos chalupas fez testes até darem negativo…

Os mesmos chalupas que chamam negacionistas a médicos, prémios Nobel, especialistas, cientistas que lhes apresentam factos, mas que acreditam em quem lhes mente todos os dias.

E que acreditam piamente que ninguém morreu de gripe em 2020.

Os chalupas são gente que acredita em tudo o que vê e ouve na TV.

Também nos infiltrámos nas redes sociais públicas. Corremos verdadeiro perigo de vida, nomeadamente de nos tornarmos igualmente acéfalos. Tudo pelo dever de informar. E descobrimos outro tipo de chalupas. Os chalupas que seguem gente a quem chamam influenciadores, que dizem, publicamente: não fales nos efeitos secundários das vacinas para as pessoas não ficarem com medo de se vacinar.

Quando já foi publicamente assumido

Os chalupas são os que acreditam que é nas redes sociais que se encontra a verdade. As mesmas redes que supostamente elegeram alegados extremistas, como Trump e Bolsonaro, e mandaram o Reino Unido para fora da UE. Que expiam os chalupas e que vendem os seus dados a terceiros.

Mas não nos ficámos por aqui.

Somos investigadores à antiga, não somos como certos madraços, saímos para a rua, em vez de ficarmos de rabo alapado na redação a fazer pesquisas no Google. E descobrimos mais chalupas.

Gente que anda sozinha de máscara no carro; Faz exercício físico de máscara; Está no meio da natureza de máscara;

Polícias que mandam pessoas caminhar para a marginal e respirar tubos de escape, pela sua saúde, em vez de as deixar caminhar junto ao mar;

Vacinados que continuam a usar máscara; Às vezes, duas. E que chateiam os outros para se vacinar, para os proteger…

Que responsabilizam crianças e as impede de conviver umas com as outras, e com os próprios familiares, fazendo-as sentir culpadas se alguma coisa acontecer aos seus entes queridos mais velhos.

Também são pessoas saudáveis que aceitam ser testadas para saber se têm o vírus mais perigoso à face da Terra, mas que, por mistérios insondáveis do universo, não têm sintomas.

Os chalupas estão em todo o lado.

São um perigo público. Infelizmente, não há vacinas que nos protejam deles.

Os chalupas não querem saber da verdade. E esse é o seu maior perigo.

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