danos neurológicos permanentes

09/03/2021

No início, quando dizia que não conseguia respirar de máscara, e que ao fim de dois minutos ficava com dores de cabeça, respondiam-me:

É porque não estás habituada.

Não adiantou de grande coisa responder: só um insano se habitua ao que lhe faz mal. Ou: vai estudar o sistema respiratório que aprendeste na quarta classe.

Como é evidente, não uso máscara na rua.

E o máximo de tempo que fico com uma é quando vou ao supermercado. E levanto-a muitas vezes.

Entretanto, em Janeiro, tive de fazer um exame que durou três horas. Foi o máximo de tempo que fiquei de máscara.

O tempo do exame era muito, muito pouco. Por isso, só me preocupava em concluí-lo. Responder a todas as perguntas. A nota era importante e eu tinha de ter no mínimo 6,5 em cada módulo.

O equivalente a um 15.

Para além de não conseguir respirar decentemente, e de ficar com dores de cabeça, tive outro sintoma do qual já me haviam falado. Fiquei literalmente adormecida de olhos abertos. Não consegui pensar. Numa apatia tremenda. O meu cérebro estava morto… Ou assim o sentia.

Esquecendo-me inclusive de levantar a máscara para respirar.

Ao ponto de, no último módulo, ter a resposta a uma pergunta à minha frente num texto e não conseguir responder.

Curiosamente, nos dois primeiros módulos tive 7, no último 5.5…

Se dúvidas tivesse, que não tinha, ficaram esclarecidas.

Não preciso de médico nenhum, muito menos do governo, para me dizer o que sinto no corpo que me faz mal. Não sou atrasada mental, sou adulta, e responsável pelo meu bem-estar.

Se as máscaras servissem para alguma coisa de bom, em pessoas saudáveis, ninguém com dois dedos de testa precisaria que lhe dissessem para as usar. Qualquer adulto consciente o faria. Não é o caso.

As máscaras têm outro propósito e está longe de ser para o nosso bem-estar ou proteção.

E finalmente alguém que não é pago para mentir, e que sabe do que está a falar, o fez. Uma neurologista alemã, Margarite Griesz-Brisson, encarregou-se do assunto.

A privação de oxigênio pelo uso de máscaras causa danos neurológicos permanentes.

“A reinalação de nosso ar exalado sem dúvida criará deficiência de oxigênio e uma inundação de dióxido de carbono. Sabemos que o cérebro humano é muito sensível à privação de oxigênio. Existem células nervosas, por exemplo, no hipocampo que não podem ser maiores que 3 minutos sem oxigênio – eles não sobrevivem. Os sintomas agudos de alerta são dores de cabeça, sonolência, tontura, problemas de concentração, desaceleração do tempo de reação – reações do sistema cognitivo.

No entanto, quando você tem privação crônica de oxigênio, todos esses sintomas desaparecem , porque você se acostuma. Mas sua eficiência permanecerá prejudicada e o suprimento insuficiente de oxigênio em seu cérebro continuará a progredir. 

“Para crianças e adolescentes, as máscaras são absolutamente proibidas. Crianças e adolescentes possuem um sistema imunológico extremamente ativo e adaptativo e precisam de uma interação constante com o microbioma terrestre. Seu cérebro também é incrivelmente ativo, pois tem muito a aprender. O cérebro da criança, ou o cérebro do jovem, tem sede de oxigênio. Quanto mais metabolicamente ativo é o órgão, mais oxigênio ele requer. Em crianças e adolescentes, todos os órgãos são metabolicamente ativos.

Privar o cérebro de uma criança ou adolescente de oxigênio, ou restringi-lo de qualquer forma, não é apenas perigoso para sua saúde, é absolutamente criminoso.

Espero que seja suficiente.

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