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Distorções cognitivas (Burns, 1989)*

03/05/2013
1. Pensamento tudo ou nada: vê as coisas como absolutas, a preto e branco. Por exemplo: “Não irei encaixar-me” ou “Não vou conhecer ninguém na festa”.

2. Filtro mental: alonga-se nas coisas negativas e ignora as positivas. Por exemplo, lembrar-se da pessoa que não reconheceu o seu cumprimento em oposição às dezenas de pessoas que responderam gentilmente ao seu olá.

3. Generalizar demais: vê um evento negativo como um padrão de derrota interminável. Por exemplo: “Acontece-me sempre isto, nada dá certo nunca.”

4. Discontar o positivo: insiste no facto de as suas conquistas ou qualidades positivas não contarem. Por exemplo: “Sei que estou tramado, por que outro motivo o meu chefe iria querer falar comigo?”

a) Ler a mente: assume que as pessoas estão a reagir negativamente a si.

b) Adivinho: adivinha que as coisas vão acabar mal.

6. Aumentar ou minimizar: exagera ou diminui a importância das coisas. Por exemplo: “fiquei destruído quando aquelas pessoas me viram tropeçar ao subir as escadas.”

7. Racionalização das emoções: racionaliza a partir do que sente: “Sinto-me um idiota, devo sê-lo.”

8. Declarações: “deveria”: critica-se ou aos outros com: “deveria”, não deveria” e tem de”.

9. Rotular: em vez de dizer: “cometi um erro”, diz a si mesmo: “sou um anormal” ou “um fracassado”.

10. Culpar: culpa-se por algo que não é da sua inteira responsabilidade ou culpa os outros e omite coisas suas que contribuíram para o problema. Por exemplo: “deixei que a conversa se tornasse embaraçosa.”

*Via (tradução minha) 

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