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Doce Dezembro

30/11/2015

Descobri, já há um mês ou dois, talvez mais, o melhor blog que por aí anda. Reservo-o para mim, é intimista, muito bem escrito, sem pretensões de espécie alguma e revela sem escancarar. Só qualidades, portanto. Que me instiga a vontade e me inspira a voltar a escrever.

Ontem, para ajudar à festa, chegou o writing down the bones, que tinha encomendado na FNAC e já nem me lembrava que livro era, quando recebo o sms a avisar que tinha chegado.

-Faz sentido, pergunta a moça?

-Faz, digo eu a medo, sabendo que me proponho mudar radicalmente de vida ainda este ano.

A prova está revista e haverá Freud antes do Natal. Pode ser que também haja editor novo, conheci-o ontem, tenho uma mentora das boas. Descobri uma editora que tem tudo a ver com o que escrevo, que não se encaixa numa categoria específica, mas que toca numa série de áreas. Autoconhecimento, não-ficção, literatura. Junta psicologia, filosofia e mitologia e não cabe em nenhuma destas três. Não me assusta, as categorias limitam-me. Também descobri um autor novo, que é bem capaz de ser o meu novo autor fetiche, juntamente com o Francesco Alberoni.  A ver se a leitura se encaixa na minha nova versão, revista e ampliada…

A vida anda boa, com voltas de 180º que ainda me deixam meio tonta, haja dias de sol e caminhadas na praia, de calções. Com direito a céus azuis, amarelos e cor-de-rosa, cheiro a maresia e surfistas no mar.

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