Prata

3 maneiras de nos defendermos do medo

16/09/2015

As nossas intolerâncias, os nossos ódios, têm uma só raiz, o medo, que vem de uma ameaça, quer à nossa segurança vital quer ao que [achamos que] conhecemos de nós, à imagem que construímos de nós e que nos permitiu sobreviver até hoje, quer ao que tentamos proteger dos olhares externos, devidamente encoberto pela nossa persona.

A grande maioria dos nossos medos é irracional, não tem qualquer sentido lógico. O medo é quase sempre produto de uma crença infundada, seja porque nos foi incutida, seja resultado de uma experiência mal processada, ou não processada de todo. E se é natural evitarmos o que nos ameaça a sobrevivência, é isso que nos mantém vivos, protegermo-nos do que achamos que pode acontecer não só não é natural como chega a ser quase grave. Uma coisa é eu evitar caminhos escuros onde não passa ninguém, outra é não sair de casa assim que escurece. Sejam 6 a tarde ou 4 da manhã.

Temos três formas de nos defendermos do medo: congelando; lutando contra ele, atacando diretamente o alvo em que projetamos esse medo, ou não lidando com ele, fugindo. Nenhuma delas resolve a questão na nossa cabeça. O que resolve é enfrentá-lo, vivê-lo, para nos libertarmos dele.

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