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É o diabo…

07/06/2013
“Sofrei-o em vós mesmos através de vossa própria mão e sabei que é vossa mão infame e demoníaca que vos causa o sofrimento, mas não vosso irmão, que luta com seus próprios demônios”

“Afasta de mim o esclarecimento inteligente, a ciência, aquele carcereiro mau que amarra as almas e as tranca em celas sem luz. Mas protege-me sobretudo da serpente do julgamento, que é uma serpente terapêutica só da superfície, mas em tua profundeza é veneno infernal e morte cruel”

“Falai também em loucura doentia quando o espírito dessa época não abandona uma pessoa e a obriga a ver sempre apenas a superfície, a negar o espírito da profundeza e considerar a si mesma o espírito dessa época. O espírito dessa época é não divino, o espírito da profundeza é não divino, a balança (acho que seria equilíbrio…) é divina.

“Eu queria jogar tudo fora e voltar para a luz do dia. Mas o espírito me segurou e me obrigou a voltar para dentro de mim”.

“Olha para a tua profundeza, reza para a tua profundeza, desperta os mortos”.

“Mas como posso conseguir o saber do coração? Só poderás conseguir este saber vivendo plenamente tua vida. Tu vives tua vida plenamente quando tu vives também aquilo que nunca viveste, mas sempre deixaste para que os outros o vivessem e pensassem.”

“Tu queres fugir de ti, para não teres de viver aquilo que não foi vivido até agora.”

“Deixai cair o que quer cair, se o guardardes, ele vos arrasta junto.”

In: “O Livro Vermelho”, C. G. Jung

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