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É o que temos para o momento

26/03/2014

A atitude típica dessas mulheres consiste em não agir em sintonia com a raiva na hora certa, talvez se adiantando ou tendo uma reação retardada semanas, meses ou mesmo anos mais tarde, ao perceber o que deveriam ou poderiam ter dito ou feito.

Geralmente isso não resulta de timidez ou de introversão, mas de um excesso de raciocínio, de um esforço exagerado no ” sentido de ser simpática e de uma falta de ação por impulso. A alma selvagem sabe quando e como agir, se ao menos a mulher lhe der atenção. A reação correta contém percepção acrescida de quantidades adequadas de compaixão e de força. O instinto prejudicado deve ser restaurado através da aplicação e imposição de limites definidos e da prática de respostas firmes e, quando possível, generosas, mas mesmo assim sólidas.

A mulher pode enfrentar dificuldades para liberar sua raiva mesmo quando isso prejudica sua própria vida, mesmo quando a raiva faz com que ela não se livre de acontecimentos passados há anos como se tivessem ocorrido ontem.  Do livro do costume

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