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Estamos contigo, Johnny.

30/05/2022

Passei a semana passada inteira, enquanto trabalhava, a ouvir Johnny Depp testemunhar no processo que interpôs contra Amber Heard, por difamação.

E esta semana, comecei a ouvir tudo do início.

A voz dele é tão, tão tranquilizadora, tira-me o stress todo do dia, por completo. Seguramente, para além de ser o meu índio preferido, é também o meu mais adorado INFP. Podia ouvi-lo o dia inteiro. Adoro as histórias, o sentido de humor, o que o fascina. E aquela voz…

É raríssimo uma estrela do tamanho dele ter tanta humildade, grandeza, generosidade, sensibilidade, autoconsciência. Honestidade, humanismo e a coragem de um gigante.  

Nada lhe subiu à cabeça. Ninguém em Hollywood diz mal dele, lhe aponta o que quer que seja. Pelo contrário, só o elogiam. Desde técnicos a produtores, atores, realizadores. Não é de estranhar que a sua atitude tenha sido exemplar durante todo o julgamento. Que, por sua vontade, foi transmitido ao vivo. Ele sabe do que os media são capazes.

Até onde as pessoas vão para obter likes, audiência, atenção.

Sem o mínimo pudor, destruindo por completo a vida de outra pessoa, sem fundamento algum. Divulgando e propagando falsidades, mentiras abjetas, acusações seríssimas.

Sabia ao que ía. Das pessoas mais privadas de Hollywood, jamais se expõe, introvertido, a última coisa que quer são holofotes e gente a meter-se na sua vida. Ainda assim, expos-se perante o mundo inteiro. Assumiu o que ninguém assume em público, os seus medos, vulnerabilidade, vícios, fraquezas.

Com uma nobreza de caráter e uma humildade que não reconheço em mais ninguém.  

Só soube do julgamento porque dois dos idiotas que fazem parte do Governo Sombra, comentaram sobre o assunto. Um deles, licenciado em Direito, atreveu-se mesmo a dizer que, se dependesse só de olhar para Johnny Depp durante o julgamento, para si, Johnny era culpado.

Claramente não viu o julgamento, não viu a atitude deplorável de Amber Heard durante o testemunho de Johnny Depp e da figura tristíssima que fez, perante o júri. Já para não falar na que fez quando foi interrogada pela advogada de Johnny Depp. Rainha da projeção. Tudo o que ela diz é exatamente o que fez. O alcoólatra é o pai dela, com quem não resolveu o que tinha para resolver. Para além de demonstrar sinais claros de borderline, narcisismo num grau avançadíssimo, a roçar a psicopatia. É assustador.

Ainda por cima, é má atriz.

Não convence nem os próprios advogados. Ouvi muitas testemunhas, incluindo a Kate Moss e um dos seus seguranças, que veio de propósito de Londres para tal.

Não contente com isso, estive a ouvir entrevistas dele, sempre que não era perturbada pela histeria das americanas a toda a hora, a um ponto em que tive de parar, por não as aguentar. Optei por entrevistas grandes, com gente menos histérica a assistir.

Excelentes, por sinal.

Amanhã sai o veredicto. Nem ele nem a ex-mulher estarão presentes.

Na verdade, ele surpreendeu os britânicos este fim-de-semana, com uma música que cantou num concerto de Beck, em Sheffiled.

Quem me dera ter lá estado.

A decisão é bastante óbvia, para quem o ouviu e às alegações finais por parte da brilhante Camille Vasquez e do não menos incrível Ben Chew.

E do nojo que fo o testemunho de Amber Heard, os contra-interrogatórios e os 5 segundos iniciais das alegações finais do advogado de Amber Heard. A um ponto que não consegui ouvir. Entendo que tenha de defender a sua cliente, mas eu teria vergonha de trabalhar para a justiça e fazer e dizer tanta atrocidade. Sem apresentar uma única prova válida. Ou testemunha, a única que testemunhou a favor de Amber, mentindo à descarada, foi a irmã desta.

E não é por ser o Johnny Depp, é pelo meu gigantesco sentido de justiça.

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