Falar grosso e o feminismo

13/01/2022

Ontem, Catarina acusou Brunão de gritar com ela. Ou ela não sabe o que é gritar, nem o Kasha, ou está a vitimizar-se. Brunão, quando muito, falou grosso. Catarina só tinha de lhe responder, em vez de amuar. E o Kasha de ficar calado, em vez de ver Catarina como indefesa.

Que raio de feminismo é este, afinal?

E mais, esse falar grosso do Brunão não veio do nada. Veio de uma desconversa. Catarina não aguenta ficar calada, ouvir, ouve apenas para poder responder e brilhar. É só ego, que está presente ali. Não o deixou expressar-se e, embora a ele lhe doa não ser presidente, Catarina só tinha de o pôr no lugar e dizer:

A presidente sou eu, tu já tiveste a tua oportunidade, agora é a minha vez de brincar e tomar decisões.

E, tenho a certeza, ele ter-se-ia calado, porque sabe ser um gentleman e é inteligente demais para não prolongar a conversa. Que só iria prejudicá-lo.

Mas não, depois de provocar, não se aguentou. Em vez de ser racional, foi gajinha. Azar…

Perante a agressividade passiva (a forma mais cobarde e reprimida de agredir), Bruno respondeu à altura, com eles no sítio.

Se agrides, tens de estar preparada para ouvir, não para amuar quando não te fazem reverência. Mimadinha.

O que aconteceu ali foi uma projeção de sombra clara, a da agressividade, de Catarina e de Kasha. Agressividade reprimida e projetada, e empolada, como acontece com todos os complexos, no discurso do outro.

Brunão salvou a face, pediu desculpa, um senhor.

Ela, depois de uma longa conversa, continuou amuada, enquanto ele dava um espetáculo de dança à Jamie Fraser.

Maturidade é para quem pode.

Vai Brunão.

#BBTVI #BBFamososTVI

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