Já está fresquinho de manhã

14/09/2016

Talvez já não dê um mergulho no mar este ano, dos que lavam a alma como só na Comporta é possível, naquela água de todos os tons de azul, que me faz lembrar as Maldivas, embora nunca nelas estivesse estado. Com aquela temperatura perfeita, que às vezes é fria até demais mas que se aguenta, por causa de todos os tons de azul, pela areia que parece farinha, de tão branca e macia, e por não se ver ninguém, nenhum sinal de civilização, só de deus. Talvez já não consiga dá-lo sequer aqui, à frente de casa, só para acordar, rejuvenescer um bocadinho, arejar o cérebro. Ou na praia do lado, que às vezes parece as Caraíbas. Mas vê-lo-ei certamente o ano todo, ao mar. De contrário, é como quem me tira o horizonte, sem cuja possibilidade me recuso a viver.

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