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Lado a lado

12/10/2014

“Eu ia salvar a minha reputação, mas iria arruinar a minha vida”.

A vida é este dilema, muitas vezes moral, por vezes ético, na grande maioria decisivo, vital, divisor de águas, decisor de vida, entre estas duas decisões, estes dois pólos antagónicos, razão e emoçãoYin Yang Day & Night, que não vivem um sem o outro, e, ainda assim, se tentam excluir o tempo todo, quando a ciência é equilibrar os dois, apesar da tendência pra um dos pólos. Como todos os outros, físicos, positivo e negativo, e outros, como masculino e feminino, coletivo e individual, imagem e autenticidade (e todos os pares de opostos que lhe vierem à cabeça), longe do seu significado literal, o que vem no dicionário, o racional, aceite pelo coletivo, e perto do significado psíquico, simbólico, emocional, em relação a cada uma das palavras, com as consequências citadas, escolhemos um, abdicamos do outro. A escolha é unilateral…

Desde que tomamos consciência, e mesmo sem ela, com ela tudo é apenas mais difícil e demorado, e passamos a escolher entre uma coisa e outra, é isto até morrer. Só nos livramos disto quando nos livrarmos de tudo…

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