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Literatura

08/08/2013
Já há muita coisa que me confunde, preposições de verbos, e tal. Já fui boa nisto, não me escapava uma virgula, não dava um erro ortográfico e era basicamente como o Cavaco, só muito raramente tinha duvidas sobre como escrever uma palavra, qualquer que fosse. Li a vida inteira, no tempo em que as editoras se preocupavam mais com o português  do que com o ego do autor ou as vendas a metro. A tradução estragou muita coisa e o contacto direto e in loco com o português do Brasil confundiu o resto. 
Achei que nada melhor para resgatar conhecimento do que boa literatura, no limite, boas traduções literárias , no meu português.
O pai do Joãozinho e a mulher dele deram-me o fausto, do Mann, não do Goethe, um calhamaço de 700 paginas, quando fiz 40 anos, assinalando a efeméride com um clássico.
Acho que foi o Hillman que disse que aprendíamos  mais com o fausto, do Goethe, e mais não sei quem, do que com livros de psicologia. 
Li um monte deles digitais, agora peguei neste e já me agrada.
Boas traduções em pt-pt. É por contacto, quanto melhor é o que leio, melhor escrevo. 

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