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Living on the edge

03/07/2008

A maior parte das pessoas corre riscos calculados. Há quem não corra riscos de todo. E há quem se atire literalmente para a frente, pró precipício, na esperança de que haja uma rochinha plana, tipo rede de segurança do circo, que não vemos mas que afinal está mesmo em baixo dos nossos pés, e que nos impede de nos estatelarmos lá em baixo, no fundo do precipício. A sorte protege os audazes, normalmente quem se atira assim prá frente, à doida, safa-se sempre, nem que seja mesmo, mesmo no limite…

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