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Mind the Gap

05/05/2014

“Relacionamento nenhum, seja de que tipo for, se sustenta com base no intelecto”. Foi dos maiores choques de realidade que tive. … 

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  • A heterónima 05/05/2014 at 20:52

    Mas, a partir do intelecto, geram-se empatias e, a partir daí, emoções. Ou sou eu que ainda ando enganada?

    • Isa 05/05/2014 at 21:12

      it’s deeper than that, honey. E o verbo é importante: o que – sustenta – um relacionamento, o que o faz aguentar-se, não é o intelecto. Se nós só nos relacionamos por causa do intelecto, se este é a base, pensa no que acontece no caso de um de vós ficar doente? Ou triste? ou infeliz? Precisar de ajuda, mesmo, a sério? estamos a falar de casos extremos. Se é só intelecto, não há a compaixão, a delicadeza, a paciência, a empatia emocional para “aguentar” a tristeza, a carência, a doença, o luto, que é das coisas mais duras que temos de encarar, vivenciar. <3

  • A Heterónima 06/05/2014 at 05:16

    Tenho dificuldade em entender, porque acho que as coisas não são estanques. Não páram ali. O intelecto é só o inicio.
    Embora, de certa forma, entenda e consiga até pensar em casos que conheço, em que ocorreu um acidente que alterou a personalidade e, por consequência, o intelecto de alguém e as relações se alteraram, mas há sempre mais qualquer coisa e a ligação emocional que se gerou com base no intelecto, ainda que abalada, ficou…

  • A Heterónima 06/05/2014 at 05:18

    Acho que grande parte das minhas relações, sobretudo as amorosas, sempre se basearam no intelecto. É essa a parte que me prende. Mas veio sempre tão mais depois. É por isso, que este post me assusta…

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