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Mind the Gap

27/09/2012

Já sabemos que tudo, absolutamente tudo o que fazemos, fazemos por nós. A grande diferença, e isto vale pra tudo na vida, é…

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  • Luna 27/09/2012 at 18:24

    Olha, agora de repente lembrei-me de uma história engraçada pessoal, que se passou quando estava em San Francisco. Estava com a minha roommie às compras de Natal em Union Square, quando vemos uma campanha de Free Hugs. A minha amiga, menos tímida que eu, disse de imediato: sempre disse que se visse uma campanha destas, iria abraçar alguém, e lá fomos, e abraçámos o tipo mais giro.
    Ironia do

    • Isa 27/09/2012 at 19:19

      Adorei essa história. e essa experiência ninguém vos tira, mesmo. e é impressionante como a teoria funciona, impressionante. deve ser comunicação inconsciente ou o diabo :p

      e tipos o poder do abraço, Luna, o poder do abraço é um negócio impressionante… e tem de ser desinteressado, só assim funciona, como viste com os teus próprios olhos.

    • Luna 27/09/2012 at 19:59

      e olha, resolvi fazer post.

      um acto completamente espontaneo fez-nos ganhar um amigo super interessante, que nos proporcionou outras coisas interessantes. calhou.

      p.s. ele contou-nos que quando nos levou a Coachella, uns amigos lhe perguntaram: mas de onde conheces estas miúdas? e ele: dos free hugs. e os amigos: só tu mesmo…

    • Luna 27/09/2012 at 20:06

      p.s. nos levou: fomos de carro com ele.

    • Isa 27/09/2012 at 20:11

      é que um gajo que se predispõe a dar free hugs é certamente uma pessoa especial, certamente. então, talvez nao tenha sido simplesmente "calhou", não é? :) depois é assim: ou tu aceitas a generosidade do outro, e lhe ficas grata, ou aceitas e irritas-te pq no consegues ter um gesto de gratidão nem sequer agradec|e-lo, ou não aceitas. no primeiro caso a história acaba como a tua, nos

    • Luna 27/09/2012 at 20:18

      agora o twist: nós não descobrimos logo nesse dia que ele era português. abraçámos o tipo, desejámos feliz natal em inglês, e pronto. uns dias depois, a minha roommie andava à procura de portugueses em san francisco no facebook, e de repente começou a chamar-me: é o tipo que abraçámos! e mandámos mensagem no facebook, e marcámos jantar dias depois, e ficámos amigos. Fomos as primeiras tugas que

    • Isa 27/09/2012 at 20:20

      A bosta do FB afinal serve pra alguma coisa :)

    • Luna 27/09/2012 at 20:25

      hehe, sim! neste caso foi um juntar de situaçoes aleatórias completamente imprevisíveis. :)

  • Luna 27/09/2012 at 20:26

    Mas jé viste: abraças um tipo. Dias depois procuras portugueses em SF, e aparece esse tipo. É destino, só pode!

    • Isa 27/09/2012 at 20:32

      sincronicidade, Jung explica :D conversa de psicologia barata: quem tu precisas de encontrar, vais encontrar. for the good and for the bad. no caso concreto foi pelo melhor, outros há que nem tanto, aprender alguma coisa com isso, sobre nós, sempre sobre nós… isso é o mais tramado, é o importante, passada a mágoa, a tristeza e a dor.

    • Luna 27/09/2012 at 20:41

      Olha, eu já tive experiencias maravilhosas por conhecer pessoas de forma absolutamente surreal, e baixar as defesas para as abraçar.

      Por exemplo, quando eu e a minha roommie passámos uma passagem de ano em casa de uma numerosa família mexicana em puerto vallarta, com jantar incluído, e recebidas calorosamente pela matriarca de ai 90 anos, depois de termos conhecido uns irmãos à porta

    • Isa 27/09/2012 at 20:44

      sabes o que dá que pensar? porque é que nós temos mto mais propensão pra fazer isso fora de casa do que no nosso país? é louco, não é? :) pq fora da nossa terra teriamos supostamente mais defesas, estamos mais inseguros, nao sabemos as regras do lugar, mas acontece exatamente o contrário…

    • Luna 27/09/2012 at 20:49

      acho que é porque quando estamos fora, nao podemos refugiarnos no nosso núcleo de conhecidos, e como tal, que se lixe, decidimos a arricar e confiar em desconhecidos e na sua generosidade.

    • Isa 27/09/2012 at 20:51

      verdade, nao há zona de (des)conforto que nos valha.

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