O aval dos mestres

15/06/2020

“It is the truth, a force of nature that expresses itself through me—I am only a channel— … I can imagine myself in many instances where I would become sinister to you. For instance, if life had led you to take up an artificial attitude, then you wouldn’t be able to stand me, because I am a natural being. By my very presence I crystalize; I am a ferment.

The unconscious of people who live in an artificial manner senses me as a danger. Everything about me irritates them, my way of speaking, my way of laughing.”

Poderia ter sido eu a dizê-la, esta última frase. Ipsis verbis

Foi Carl Gustav Jung, o meu mestre maior.

Nunca, nunca mais posso esquecer-me que não há outro que me salve. Nenhum outro. A não ser ele.

Não adianta procurar a salvação fora de nós. Só cá dentro, onde o numinoso toca primeiro a alma e depois o coração. Numa fração de segundo imperceptível ao tempo humano, do relógio, o meu arqui-inimigo Cronos.

Não há nada mais verdadeiro do que a alma e o coração.

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