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O inferno somos nós…

16/04/2012
Uma amiga contava-me no outro dia uma história sobre um encontro imediato de terceiro grau e a proposta que se seguiu. Contava-me que foi à casa de banho reunir a galera e que, antes que a galera resolvesse acordar a mãe para se juntar ao concílio, resolveu a questão, anuindo ao convite. 
Tendemos a fugir de situações limite, de situações semelhantes às que envolveram trauma, de lugares onde fomos menos felizes, de padrões de pessoas que nos fizeram sofrer. A questão é acharmos que somos os mesmos, a vida toda. Que as questões que encaramos são as mesmas, a vida toda. Esquecemo-nos, com demasiada frequência, que a idade do trauma já lá vai há muito, que podemos convocar a galera que mora na nossa cabeça para lidar com a situação. Outra galera, que não a da última vez… A galera que enfrentou, que resolveu, que foi, sem medos, sem culpas, sem racionalizações absurdas, sem sentimentalismos exagerados, na cara e na coragem…

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