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O negócio da consciência é o seguinte

20/03/2012
Vem este post a propósito de um comentário no post salvador, perseguidor e vítima II, ou lá o que é.

Não é como tomar um comprimido e já está. Uma vacina, beber uns copos, comprar uns vestidos e sair feliz por aí. Lamentamos, mas demanda um bocadinho mais de esforço. A boa notícia é que a consciência é um negócio mágico. Quando conseguimos arrastar as coisas para lá, elas deixam de nos incomodar. Tirámos aquele chip. Elas e todas as variáveis que faziam despertar o monstro que vivia na nossa cabeça e que estava programado, naquele mesmo chip, que acabámos de tirar e deitar fora. O inconsciente é tudo o que ficou recalcado e tal, que nos limita a variadíssimos níveis. Dos práticos aos sentimentais. Assim, trazer para a consciência é puxar a sombra pra luz. Na luz as sombras morrem, elas precisam da escuridão. Isto tem um revés, mas falamos disso prá próxima. Tive a prova disso este fim-de-semana. Com um gajo, claro. As mulheres é que são o diabo.

O Self é a integração da sombra, em detrimento da persona, e o abandono do ego, em direção ao humanismo…
E as mulheres não têm desculpa, são muito mais propensas ao abandono do ego do que os homens.
E é desejável que o façam. 

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