Objetivo

03/05/2021

O objetivo de todas estas medidas, uso de máscara, distanciamento, isolamento, passaporte sanitário, vacinas, zonas de concentração para dissidentes, testes em massa, perseguição policial a quem não obedece, para além do óbvio: experiência social e controlo absoluto de indivíduos livres, saudáveis e inocentes, é uma limpeza.

Tal como se fez no Ruanda, na Alemanha de Hitler, no socialismo-comunismo soviético e chinês.

No caso concreto, de gente que pensa, não alinha na ditadura do pensamento único, não aceita ser controlada, pelo medo, pela manipulação, pelo dinheiro, não obedece a ordens convencida de que isso lhe trará liberdade, aprovação, afeto, retorno, paz, uma vida sem chatices.

“O regresso à normalidade”

Pessoas que questionem, pensem de forma diferente, não obedeçam, não aceitem ser cobaias de uma experiência social, científica e psicológica, não cedem a abuso psicológico, coerção, coação física, moral, psicológica, se recusem a que a sua personalidade, autonomia, independência, seja escravizada em nome de interesses que não a representam, pelo contrário, a prejudicam, serão isoladas.

“Embora se destine primordialmente a pessoas sem indicadores de exposição a doentes COVID_19, ou pelo mesmo sem informação dessa exposição, deve contemplar os necessários procedimentos de prevenção de contaminação e deve permitir a monitorização diária de surgimento de sintomas entre os utilizadores”. Pág. 4  

Pessoas que se cumprimentem com beijos e abraços, em vez de murros e cotoveladas, que visitem os seus, em vez de os abandonarem, que respirem livremente, em vez de respirarem o próprio ar, que vivem e deixam viver, em vez de se enfiarem em casa, com medo de um vírus fantasma que sequer foi isolado, e denunciarem quem não fica, não aceita viver amordaçado ou em prisão domiciliária, sem ser suspeito de um crime muito menos julgado por um, adultos responsáveis pelas próprias vidas, que decidem o que é melhor para si e os seus filhos, pessoas normais e saudáveis, mental e fisicamente, portanto, são olhadas de lado e chamadas conspiracionistas, negacionistas, assassinos, um perigo público. Um alvo a abater. Ou, no limite, a isolar e a silenciar.

Aconteceu num ano. O objetivo está cumprido.

O pôr a máscara é neste momento um comportamento automático, a maioria nem pensa mais… E, nos raros casos em que nos esquecemos, somos acometidos de culpa, como se estivéssemos a cometer um crime, uma ilegalidade. As crianças e jovens já são soldadinhos do regime. Como qualquer ditadura, em particular as comunistas, a formatação pela “educação” é o primeiro passo. O que anda a ser feito há anos. Nacional e internacionalmente. Aquela disciplina de “cidadania” é disso um exemplo claro. As diretrizes da ONU sobre que palavras usar e que artigos são aceites no discurso individual e público, o policiamento do discurso, a ditadura do pensamento único, são disso o exemplo mais gritante.

A destruição da família, o suporte financeiro, psicológico e emocional mais básico de todos, é o objetivo principal, pelo menos um dos, pois, sem ela, é para o Estado que obrigatoriamente nos voltamos. E por ele somos controlados. Se não o aceitarmos, somos abandonados à nossa sorte. Mais uma vez, isto anda a ser implantado na cabeça das pessoas há anos, pela ONU, pelos lobistas, pelos governos locais. Chegámos aqui.

Isolar pais e avós não é protegê-los, é matá-los de solidão.

Dividir sociedades ao meio, os negacionistas-conspiracionistas para um lado, os soldadinhos do regime para o outro, é distrair as massas, dividir para reinar, para que os Governos possam fazer o que bem entenderem, enquanto nos distraímos a denunciar inocentes, a controlar a vida alheia, e/ou a alertar para o maior crime contra a Humanidade alguma vez perpetrado: a fraudemia.

Todas as medidas que os “conspiracionistas-negacionistas” avisaram que iriam ser tomadas, estão a sê-lo. E mais virão.

Parabéns aos envolvidos.

Não vale a pena culpar apenas os Governos. Os governos, como qualquer pessoa, faz o que os deixamos fazer. E chegámos até aqui porque a população não só o permitiu como colaborou, foi parte ativa no processo.

Quando todos os dissidentes estiverem isolados, e forem torturados até à morte, o plano venceu: ter apenas soldadinhos do regime. Gente obediente, bufos ao serviço do Governo que os explora todos os dias. Que não está nem aí para as vossas necessidades. Que, na primeira oportunidade, fará exatamente o mesmo convosco que vocês fizeram connosco.

Muito útil um documentário de seis episódios chamado: Can’t Get you out of my head, para se perceber que o que está a acontecer vem de longe e nada tem que ver com um vírus que “surgiu de repente”.

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