Mortes na sequência de Vacinas Covid

12/02/2021

As mortes e doenças associadas à toma de qualquer tipo de “Vacina Covid”, Pfizer, AstraZeneca, qualquer uma, estão a acontecer no mundo inteiro.

O Governo do Reino Unido já divulgou um relatório onde destaca reações adversas tanto à vacina da Pfizer quanto à da Oxford/AstraZeneca.

E prevê um pagamento por danos causados por vacinas Covid

Ao mesmo tempo que todas as farmacêuticas, envolvidas na produção de vacinas, têm uma cláusula que as isenta de qualquer possibilidade de processo judicial, com base em reações adversas, danos permanentes ou morte.

Médicos associam as vacinas Pfizer e Moderna a transtornos sanguíneos potencialmente fatais 

Aqui fica uma lista incompleta de relatos de mortes ou reações adversas às vacinas:

Escócia

Coreia do Sul

Alemanha, a morrer às mãos cheias

Israel com direito a mortes e a doenças associadas. Mais

Islândia

Portugal

Canadá

Estados Unidos, às centenas nas urgências, a morrer, e com paralisia.

México

Noruega e mais uma

França e mais Ler Mais…

Outra vez as máscaras

11/02/2021

Em 2008, o Dr.Anthony Fauci foi co-autor de um documento sobre a epidemia de gripe espanhola, que a mais devastadora pandemia que varreu o planeta às vésperas da primeira Guerra Mundial e provocou milhões de mortes.

Ao estudar esta pandemia, verdadeira e gigantesca, o que descobriram Fauci e respetivos colegas? 

Que a maioria das vítimas da Gripe Espanhola não morreu da mesma. Mas de de pneumonia bacteriana.

E que essa pneumonia bacteriana foi provocada pelo uso de máscaras.

A intenção na época, tal como agora, não era travar a propagação da doença pelo uso de máscaras.

*Tradução do texto da imagem

Que caiam todos, um por um: Bill Gates

10/02/2021

Centenas de belgas zangados apresentaram queixa contra Bill Gates, a Bélgica e o epidemologista britânico Neil Ferguson. Querem que todas as medidas Corona sejam abolidas. Argumentaram que:

“Sem lockdown teria havido menos mortes”

As pessoas perderam as suas liberdades e meios de subsistência para promover uma agenda engendrada que na verdade promove Alterações Climáticas. Bill Gates já veio dizer que a Alteração Climática será muito pior do que a Covid.

Gates não é especialista em clima nem médico. No entanto, finge ser a autoridade mundial para ambos os assuntos. O dano que causou à economia mundial ainda não se sente. Quando as restrições forem levantadas, se ALGUMA vez o forem, as rendas por pagar, as bancarrotas de propriedade comercial e as propriedades alugadas que ainda têm de pagar impostos sem que haja rendimento para tal, são insuportáveis.

Isto não vai voltar ao normal e estamos perante o maior colapso económico desde a Peste Negra. Passaram 860 anos desde então e arrisca destruir por completo a Civilização Ocidental.

Será interessante ver se o tribunal belga é sério ou se vai deixar cair o processo, obedecendo a ordens superiores.

A notícia, em neerlandês, está aqui:

“O processo foi interposto por 240 belgas do grupo Viruswaanzin.be. O advogado deles, Michael Verstraeten, disse ao  The Brussels Times  que as medidas violam as nossas liberdades e fazem mais mal do que bem.

“Sem lockdowns teria havido menos mortes,” disse Verstraeten.

“Não tem ideia de quantas pessoas morreram por causa dos lockdowns. Acreditamos que são precisas outras medidas, que não causam danos à economia e não restringem direitos e liberdades das pessoas”

Nobel da Química diz o mesmo.

“Foram extremos os danos sociais causados pelo isolamento, como o abuso doméstico, os divórcios e o alcoolismo”, constatou Michael Levitt”

A Farsa Finalmente Desmascarada

08/02/2021

A farsa foi finalmente desmascarada ontem – domingo, 07/02/2021 – pelo jornal alemão “WELT”, numa reportagem com o título “Maximale Kollaboration” (“Máxima Colaboração”):

«O Ministério do Interior tinha um documento secreto redigido na primeira vaga c. que retratava dramaticamente a ameaça.

Em meados de Março do ano passado, a Alemanha encontrava-se no seu primeiro encerramento. As escolas e lojas estavam fechadas, e os nervos no país estavam no limite. Este foi também o caso do Ministro Federal do Interior Horst Seehofer (CSU).

Isto porque os virologistas Christian Drosten e Lothar Wieler, o chefe do Instituto Robert Koch (RKI), tinham acabado de fazer uma visita à sua casa. Os dois tinham avisado urgentemente a liderança do Ministério do Interior: A Alemanha foi ameaçada com consequências dramáticas se o país regressasse à vida quotidiana demasiado depressa. Seehofer estava agora preocupado que o encerramento terminasse na Páscoa, como planeado. O ministro estava firmemente contra isso. Enviou o seu Secretário de Estado Markus Kerber para tratar do assunto.

Kerber tinha um plano: Ele queria reunir cientistas de renome de vários institutos de investigação e universidades.

Juntos, iriam produzir um documento que serviria então como legitimação para outras medidas políticas duras, para além da Páscoa. Lançou um apelo aos investigadores via e-mail. Apenas alguns dias mais tarde, eles tinham satisfeito o pedido do ministério. Forneceram contributos para um documento classificado do Ministério do Interior (IMC), que apresentava o perigo representado pelo v.c. o mais dramaticamente possível, e que se espalhou rapidamente através dos meios de comunicação social. Num “pior cenário”, pintaram: Se a Alemanha não fizesse nada, mais de um milhão de pessoas no país estariam mortas no final da pandemia. Ler Mais…

Ditadura

08/02/2021

Sim, leu bem. Estamos a viver uma Ditadura.

Não somos só meia dúzia de maluquinhos. Não somos, nem nunca fomos, negacionistas, conspiracionistas, paranóicos, egoístas, anti-vax, fascistas de extrema-direita, racistas, xenófobos, x-fóbicos…

E todo um rol de insultos e acusações de gente que não consegue calar-nos com argumentos lógicos e racionais. Provas e contra-provas. Sem recorrer ao insulto, à agressividade, à violência, à coerção.

Já sabemos o que isso significa…

Somos homens e mulheres, de todas as idades, cada dia mais. Somos médicos, jornalistas, juristas, virologistas e cientistas.

Bem como agentes de forças de segurança, donos de pequenos negócios, e artistas. Cidadãos comuns, pais e mães de família. Gente livre e consciente, que apenas quer as suas vidas de volta.

A sua dignidade devolvida.

Acima de tudo, não somos ativistas. Muito menos temos agenda política.

Os que ainda cá estamos. Que não nos perdemos para o suicídio, as overdoses, de álcool ou drogas, os ataques cardíacos. Ou a violência doméstica, o crime, o desespero absoluto.

E não estamos dispostos a viver numa ditadura. Ler Mais…

OK

07/02/2021

É incrível constatar que, neste momento, os Governos dizem:

“Para vos mantermos seguros, precisamos de empobrecer-vos, prender-vos, impor máscaras e vacinas à força. E ainda, separar-vos da família.”

E há milhões de pessoas por aí a dizer: OK.

 

Testes, Máscaras e Vacinas.

06/02/2021

Em Portugal, como em dezenas de outros países da União Europeia, entre outros estados ditos democráticos, estamos há praticamente um ano fechados. Ou impedidos de decidir por nós mesmos, o que queremos para as nossas vidas. E como vivê-las.

Por causa de um vírus com taxa de recuperação de 98%.

Vírus esse que é “detetado” com recurso a testes PCR. Testes esses que NÃO são adequados a diagnóstico, porque detetam apenas material genético. Isto está mais do que provado. Foi dito inclusive pelo homem que o inventou. A própria OMS já o reconheceu.

Testes que dão “falsos positivos”, “assintomáticos”, “falsos negativos”, cujo resultado muda a cada vez que se fazem. É com base nestes testes que se fecham milhões de pessoas em casa, se lhes tiram o sustento, as humilham perante os filhos, por não terem capacidade para os prover.

Ou se tem um vírus e há sintomas ou não há sintomas e não há vírus. Não há lugar na ciência a realidades paralelas.

De um momento para o outro, passamos de 500 infetados para 3000 casos.

A palavra foi substituída nos meios de comunicação social do mundo inteiro. Quando o mesmo discurso é repetido por dezenas de líderes de todos os países da UE e outros, não é esforço concertado, não é operação conjunta, é PROPAGANDA.

Casos NÃO são infetados.

São pessoas que ligam para o SNS a dizer que tiveram contacto com um “infetado”. E com isto se aterrorizam pessoas todos os dias.

Há dados de mortes na Suécia, Espanha, Inglaterra e Gales, que mostram o número de mortos desde os anos 90.

Em 2020 não morreram mais pessoas do que nos anos anteriores.

E que mostram que os respetivos SNS estão caóticos todos os anos, por esta altura e noutras.

Em qualquer altura do ano, com ou sem Covid, há gente a dormir nos corredores dos hospitais em Portugal. Não é de hoje e os Governos são responsáveis por isso. Não as pessoas que saem de casa sem máscara.

O ridículo de precisar de dizer isto transcende-me… Ler Mais…

Aos sonhadores

05/02/2021

O desafio dos sonhadores não é a falta de ideias, mas a concretização das mesmas.

Já para outro tipo de personalidades, o desafio não é a concretização de projetos, mas a ideia.

O desafio dos sonhadores é, então, transformar sonhos em projetos.

“O projeto é sempre em direção ao futuro e organiza o presente. O preenchimento dos dias é o futuro dos dias.

Quando sonhamos, apenas esperamos, ficando à mercê do destino”.

O MBTI ajuda e muito a entender por que motivo algumas pessoas têm tantas ideias e raramente as concretizam.

E porque os concretizadores têm tanta dificuldade no processo criativo.

Mais sobre MBTI

Hermann Goering

03/02/2021

“Há 75 anos, durante os julgamentos de Nuremberga , quando perguntaram a Hermann Goering: como conseguiu que o povo alemão alinhasse com tudo isto?

Goering respondeu, sob juramento, o seguinte:

É fácil. Não tem nada a ver com Nazismo, tem a ver com natureza humana.

Pode consegui-lo num regime Nazi, Socialista, Comunista, numa monarquia ou numa democracia.

A única coisa que o Governo precisa para escravizar pessoas é medo. E se descobrir algo que assuste as pessoas, consegue que elas façam o que o Governo quiser.”

Legenda da imagem: Se houvesse uma forma simbólica de representar o fim da liberdade de expressão

As 10 fases do Genocídio* – 2

02/02/2021
A 6ª fase é: polarização

Pôr deliberadamente achas na fogueira do conflito induzido entre as massas e a minoria discriminada. O papel da imprensa é claro: amplia a crença de que pessoas saudáveis são portadores “assintomáticos” de doenças. E, se não os  controlarmos, fechando-os e pondo-lhes uma máscara, porão em risco todas as outras pessoas. A recusa em acatar estas instruções é o que motiva a perpetuação de lockdowns.

Isto é chantagem emocional, é fazer das pessoas terroristas.

Tudo com o intuito de exercer pressão sobre o grupo-alvo: quem se recusam a alinhar com as restrições. De acordo com a narrativa, o motivo pelo qual toda a gente está a sofrer. Os culpados, a ameaça à segurança nacional, aos sistemas nacionais de saúde. Temos de os controlar ou até mesmo livrarmo-nos deles. Temos, com certeza, de os silenciar. Por isso a censura está galopante. Os níveis de censura são inacreditáveis: “fact-checkers”, etc.

A 7ª fase é: preparação

Quando se identificam e separam os indivíduos discriminados. Deportações e isolamentos acontecem com frequência nesta fase. O que já está a acontecer, pela psicologia invertida: as massas têm a marca e quem não tiver a marca é afastado da sociedade. A primeira marca foi a máscara, a segunda será o passaporte de vacinação e, por fim, a identificação digital por tecnologia embutida e microchips. A identificação de pessoas é feita desta forma. Qualquer um que não tenha estes símbolos será um pária.

A 8ª fase é: perseguição

O grupo alvo está isolado e as suas propriedades podem ser tomadas. Os indivíduos do grupo alvo podem ser forçados a usar símbolos que os identifiquem. Nos EUA, já se sugeriu que nem não leve a vacina deve usar um símbolo na lapela, como a estrela amarela que os judeus foram forçados a usar, durante o 3º Reich.

Também já há campos de quarentena.

Onde indivíduos infetados são tratados, medicados e “reeducados” à força. Pesquise, isto está escrito preto no branco nas leis para pandemias, nas quais se prevê que a polícia tem o direito de entrar em casa das pessoas, remover um indivíduo infetado à força e colocá-lo numa destas instalações de quarentena.

Sabemos, como qualquer um que tenha feito a sua pesquisa sabe, que os testes PCR são uma completa fraude. Não podem provar que alguém está doente ou é contagioso, gerando constantemente falsos positivos, pois medem material genético. Por isso os resultados positivos em alimentos…

Além disso, o vírus sequer foi isolado. Estão a medir o quê? Ler Mais…

As 10 Fases do Genocídio*

01/02/2021

Tradução resumida do conteúdo deste vídeo sobre a teoria das 10 Fases do Genocídio, de Gregory Stanton.

Com base numa avaliação de genocídios que ocorreram no passado, Stanton percebeu que existe um padrão faseado, progressivo, até que um genocídio se concretize. As fases de um genocídio não são necessariamente lineares, podem também ocorrer em simultâneo.

A primeira fase do genocídio é: classificação

Categorização de um grupo de pessoas que são “o problema”, a “ameaça” à sociedade.

Nos genocídios do passado, categorizou-se com base na etnia, raça, género, religião ou nacionalidade. A tirania de hoje engloba todos os anteriores, porque é um ataque contra toda a humanidade.

O grupo alvo dentro da espécie humana é um grupo de pessoas muito específico. As que defendem a soberania do corpo, dos direitos humanos. Que querem proteger o direito à liberdade de escolha quanto aos cuidados de saúde. Que querem ser autossuficientes, inclusive economicamente, gerando o seu próprio rendimento.

O alvo é, basicamente, a liberdade.

E o objetivo é esmagar qualquer expressão de liberdade. De consciência, de escolha de cuidados de saúde, de criação da própria subsistência. E tornar todos os indivíduos potencialmente autónomos em escravos e completamente dependentes do Estado, à força. Uma causa nobre mascara estas intenções: Rendimento Universal… Não nos deixemos enganar, a concessão deste rendimento implica uma condição: concordar com todas as regras da ditadura.

Esta é a Nova Ordem Mundial, que praticamente todos os governos papagueiam agora. O novo normal. O fim da propriedade privada, o fim da fonte de rendimento privada, o fim da autocura, do cultivo da própria comida, dos próprios remédios.

Tudo será gerido, monitorizado, detido pelo Estado.

Incluindo o seu corpo e a sua mente. Esse é o beco sem saída em que nos encontramos. O que estamos a testemunhar é um permanente, infinito, estado de escravidão: o novo normal. Ler Mais…

Máscaras

29/01/2021

Outros povos especialmente atreitos à imposição do uso de máscaras, em particular nas mulheres: 

Há 2300 anos, antes do Islão, os árabes descobriram que forçar pessoas a cobrir o nariz e a boca vergava-lhes a vontade e a individualidade.

E despersonalizava-os. Tornava-os submissos.

Por isso impuseram, mais tarde, a obrigatoriedade de usar um tecido que cobrisse a cara das mulheres. Depois, o islão fez desta prática um símbolo de submissão das mulheres a Ala, o dono do harem e o rei.

A psicologia moderna explica:

Sem rosto não existimos, enquanto seres independentes.

Cobertura de rosto/máscaras são ferramentas antigas usadas para vergar pessoas psicologicamente. É o início da eliminação da individualidade. Quem não conhece a sua história está fadado a repetí-la*.

Por falar em modernidade, um estudo recente sobre o efeito do uso de máscaras em crianças pode ser lido aqui.

Dores de cabeça, dificuldades de concentração, desconforto, dificuldades de aprendizagem, sonolência/cansaço entre os sintomas mais frequentes.

Já em relação a uso de equipamento médico (máscaras), testes forçados e imposição de vacinação, os nazis também têm algo a dizer sobre o assunto. De tal maneira que, depois da segunda guerra mundial, os cidadãos se encontram protegidos pelo Código de Nuremberga, que estabelece que um paciente, em vez de se calar e obedecer, pode falar e tem autonomia para decidir o que é melhor para ele e agir em conformidade.

*Tradução do texto da imagem

 

Livros

15/01/2021

Leio com particular agrado uma notícia da BBC News UK que diz que a Escócia considera os livros um bem essencial.

Escócia onde, recordo, até os sem abrigo leem.

Contudo, no dia seguinte, constato, com surpresa e alguma fúria, que o Governo se prepara para proibir a venda de livros em superfícies comerciais, como os supermercados.

No entanto, umas horas antes havia lido outra notícia que diz que, em Portugal, e apesar de as livrarias estarem fechadas, estas vão poder continuar a vender “ao postigo”.

Portanto, o argumento: se as livrarias de rua não podem abrir, não é justo que se vendam livros em supermercados, como se fosse a mesma coisa, mas adiante…, não colhe.

E ainda que o argumento fosse válido.

Vamos então proibir todos os sites de venda de tudo quanto não seja comida e bens essenciais? Vamos proibir os correios? Que me entregam livros em casa todas as semanas? Vamos proibir todas as empresas de distribuição?

Proibir acesso a livros…

Já vi ditaduras começarem por muito menos…

Esta mentalidade da proibição está tão enraizada na cabeça das pessoas que nem lhes ocorre outra alternativa a não ser estender proibições. Em vez de arranjar argumentos lógicos, racionais, científicos, para as levantar.

Precisamente o que tem faltado às medidas aplicadas pelos governos, desde o início.

Todas as medidas se têm verificado políticas, e não científicas, sequer racionais, lógicas ou coerentes…

Já vi ditaduras serem consideradas tal por muito, muito menos…

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