Testemunho de um cidadão britânico

29/09/2021

Testemunho de um cidadão britânico, ilegalmente preso em França, ao tentar voltar do Brasil para o Reino Unido.

Casava já…

Conheça os seus direitos, não obedeça, não seja complacente com a tirania. Quanto mais o for, mais tempo isto dura.

Pare de ter medo.

Se não para mais nada, é para isto e por isto que a cabeça do Rui Castro está no cepo. A ajuda dele com as minutas é preciosa. Contra os interesses da ordem dos advogados, pelo povo.

Os nossos cientistas são melhores do que os vossos

28/09/2021

Os nossos cientistas têm nome, cara, voz própria. Ao contrário do que ouvimos nas notícias e da boca dos governantes. Como se “os cientistas” fossem uma entidade qualquer e esta situação não tivesse de ser clara do início ao fim.

A Noruega já reclassificou o vírus como não mais perigoso do que uma gripe normal.  

Prova de que a plandemia foi propositada

EUA: Mais de 3000 médicos e cientistas assinam uma declaração que acusa acusando decisores políticos de crimes contra a humanidade. 

À semelhança do que fez o nosso Juiz Rui Castro.

UK: Quatro vezes mais mortes na decorrência de vacinas Covid em 8 meses, do que na de todas as outras vacinas combinadas, em 20 anos.   Desde fevereiro, 70% das mortes Covid foram entre gente vacinada. 

Alemanha: um grupo de 500 médicos alemães afirmou: ‘THE CORONA PANIC IS A PLAY. IT’S A SCAM. A SWINDLE. IT’S HIGH TIME WE UNDERSTOOD THAT WE’RE IN THE MIDST OF A GLOBAL CRIME.’

Sobre a Fantasia e a Imaginação

28/09/2021

“O meu esforço consiste justamente em fantasiar junto com o paciente. Pois não é pouca a importância que dou à fantasia. Em última análise, a fantasia é para mim o poder criativo materno do espírito masculino. No fundo, no fundo, nunca superamos a fantasia. (…) Toda obra humana é fruto da fantasia criativa. Se assim é, como fazer pouco caso do poder da imaginação? Além disso, normalmente, a fantasia não erra, porque a sua ligação com a base instintual humana e animal é por demais profunda e íntima. É surpreendente como ela sempre chega a propósito. O poder da imaginação, com sua atividade criativa, liberta o homem da prisão da sua pequenez, do ser ‘só isso’, e o eleva ao estado lúdico. O homem, como diz SCHILLER, ‘só é totalmente homem, quando brinca’.” (Jung, A prática da psicoterapia, §98)

“O que viso é produzir algo de eficaz, é produzir um estado psíquico em que meu paciente comece a fazer experiências com seu ser, um ser em que nada mais é definitivo nem irremediavelmente petrificado; é produzir um estado de fluidez, de transformação e de vir a ser.” (Idem, §99)

Quem são os chalupas?

24/09/2021

Infiltrámo-nos nas caixas de comentários de jornais online abertas ao público, corremos sérios riscos de vida, tivemos de nos esconder atrás dos arbustos, inspirados por esse grande mestre David Vaitembora, para descobrir quem são, afinal, os chalupas.

São gente que não sabe como o nazismo aconteceu, mas chama negacionista a qualquer um que questione a narrativa do Governo.

Padecem de fraca memória

Esqueceram-se do que aprenderam sobre o sistema respiratório, na primária.

Que nenhuma doença respiratória alguma vez na vida se curou impedindo as pessoas de respirar ar puro, pelo contrário.

Não se lembram que todos os órgãos de comunicação social foram patrocinados pelo Governo. E não estranham que todos eles veiculem a mesma narrativa.

Também não se lembram das orientações que diziam que a máscara dava uma falsa sensação de segurança.

E que a própria ministra da saúde assumiu, em TV aberta que, mesmo que não tivessem morrido de Covid, todas as pessoas que acusassem o vírus eram declaradas mortas por Covid.

O cérebro dos chalupas foi abduzido e ainda ninguém os avisou…

Os chalupas também são as pessoas que aceitam que a segunda figura do Estado seja alguém que ameaçou magistrados de um processo, em que o próprio era arguido. A mesma figura que diz: “estou-me a cagar para o segredo de justiça”. Ler Mais…

Madness

24/09/2021

“It is not the responsibility of the unvaccinated to protect the vaccinated.

That is the vaccine’s job”.

A importância dos mitos (e arquétipos)*

20/09/2021

Many of us long for resurrection, to be called to arise and shepherd the totality of ourselves, including our inner world, out into the external realm. And while the banished and ignored shadow parts of our being may yearn for the light of renewal, it’s only when we orient ourselves to the mysteries of the world of spirit, and to all that speaks to the eternal, that we may find the wisdom, beauty, strength, and rebirth we seek. Symbolically these soul attributes may be pictured as the eternal feminine within us awaiting our attention and foster. 

The soul’s underworld is the most fertile ground for the psyche’s deep awakening. The resurrection, as Gimbutas describes, illustrates how essential it is to also meet the Goddess as vulture—a rite of passage, which involves a radical surrender. It’s an experiential process that necessitates being picked down to our very bones (as vultures literally do) to expose and unravel the falsities, masks, and personas that we so frequently employ as protective guises in the everyday, surface world. However, as Campbell reminds us, “It is through the Goddess that you enter the world of the spirit. She is the maze, and she is also your guide.” (39) 

The Goddess, whether we call her Gaia or one of various other names, is also the personification of the energies of nature. “The simplest manifestation of the Goddess in the early Neolithic planting traditions is as Mother Earth,” Campbell states. “The Earth brings forth life, and the Earth nourishes life, and so is analogous to the powers of the woman.” (3) 

Our soul invites us to house both dormancy (winter) and renewal (spring) by observing what’s disintegrating and rising within us. Again and again we read in the Mystery texts that we must die to our old patterns of behavior and habits of mind so that we may reimagine and refashion ourselves anew. And like the proverbial snake shedding its skin to reveal a new one, death is conquered by the soul’s ongoing regeneration.

Too often we forget that the processes of fertility and creativity initially emerge through dissolution and fragmentation. We’re fearful of the darkness that these movements bring, too weary to explore their mission and hidden, yet sacred, poetry. But it’s the womb space of fallowness and gestation in both vegetative life and in our own soul’s regenerative artistry that is to be sensed. Attentiveness to the “tomb as womb” potentiality must precede our future birth. It’s why we’re required to dwell for lengthy periods of time in the Stygian darkness of the underworld—and heed its tutelage: because it takes that much hidden, obsidian power to birth a new “you,” a new “me,” a new “us” in the personal, societal, and cultural realms.  

And so, the feminine impulse for fertile renewal is central to our future birth. As Campbell explains, “Here, when the gods find they are impotent, they have to give the power back to where it ultimately came from: to the female principle. She is the power of life, which lives in us in both its natural and in its so-called supernatural aspects. And in the Greek world we have the rise, then, of the mystery cults, the goddess Demeter, Persephone, and in Egypt, Isis, Nephthys. These are the guides to rebirth, and it’s their symbology that comes in the symbol of the Virgin Mother as the Madonna.” (227)

The myths Campbell references point us to the principles inherent in the cyclical nature of life—the ongoing, agonizing death of the outmoded and resistant old in us in order to prepare for the birth of the new. Gimbutas adds that, “… pre-industrial agricultural rites show a definite mystical connection between the fertility of the soil and the creative force of woman. In all European languages, the Earth is feminine.” (8) For example, the Goddess Persephone is represented visibly as the rebirth of plant life – the seeds of the old crops converging with the new. This dying away and coming into being again is not a singular, once-off event. It’s a continuing, cyclical process and a constant experience. In a sense, it’s the very quintessence of life itself. Indeed, that’s how we meet the Goddess within us.

*Via

A meio do caminho

16/09/2021

A meio do caminho, e já com coisas para deitar fora programadas até ao dia 22, posso dizer que o desafio me tem trazido mais liberdade do que ansiedade.

Quando falei nele a algumas pessoas, responderam-me que iria ficar sem nada.

Ledo engano. As pessoas menosprezam a nossa imensa capacidade para acumular coisas de que não precisamos, não nos fazem falta, das quais nem nos apercebemos. Pelo menos conscientemente.

Nunca fui acumuladora.

Pelo contrário, sou muito mais desapegada. Tanto que não me resta assim tanta coisa da qual me desfazer. O que aconteceu logo nos primeiros dias. Muito porque me desfaço de coisas com alguma facilidade e relativa regularidade.

Ainda assim. É muito o que acumulamos.

Em gavetas que não abrimos, armários que não visitamos, prateleiras às quais não chegamos.

Na falta de coisas, revemos depósitos antigos, resquícios de memórias esquecidas em objetos empoeirados e amarelecidos. E encontramos muita coisa à qual nos apegámos por motivos vários, porque foi cara, porque nela fomos felizes, por termos esperança de com elas voltarmos a contar.

O desafio dá o empurrão de que precisamos para delas nos livrar.

A meio do caminho, decidida a avançar, voltei a ouvir CDs antigos, no único sítio onde ainda consigo fazê-lo: o carro. E, mesmo tendo uma entrada USB onde posso ligar uma pen com zilhares de bytes de música, dei por mim a adorar ouvir os EBTG sem interrupções. De vozes ou dos meus dedos, a quererem andar com as músicas para a frente.  Sem controlar o processo, só a desfrutar do mesmo.

Para o dia 30, guardei tudo o que posso vender.

As coisas materiais, por ocuparem espaço, são mais óbvias de identificar. No entanto, o desafio aqui é outro. Não só o de libertar espaço físico, mas, e acima de tudo, espaço emocional.

Para os dias 25 a 28, tenho reservada a tarefa de re-visitar emails que acumulei, no caso de ter de um dia me defender. Com o intuito de os mandar todos fora, sem medos.

Não preciso de provas materiais para me defender de ataques emocionais.

Se não aprendi à primeira nem à segunda, talvez precise de uma terceira. E não é o acumulo de emails que me vai safar. Por outro lado, se deles me libertar, pode ser que me livre também da emoção que me fez a eles apegar. Essa parte de mim que sente necessidade de se defender e proteger de ameaças, tantas vezes imaginárias, fantasistas, ilusórias.

O apego a uma parte de mim que se calhar já nem existe, porque entretanto cresceu e já não precisa de recorrer ao material para justificar o emocional. Sedimentando a sabedoria intuitiva e instintiva que, quando somos novos, precisa do racional para se validar.

A meio do caminho, temos de voltar ao passado para poder aguentar o presente avançar em direção ao futuro.

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